Desde que a rede social de fotos foi comprada pelo Facebook, em 2012, o Instagram mudou muito.

O que foi mais impactado, além da integração com outras redes sociais, foi a monetização de serviços dentro do aplicativo e em aplicativos como o Whats App. A estratégia de Mark Zuckerberg parece ser, nesse ponto, facilitar ainda mais a vida das empresas e rentabilizar através de anúncios.

Com isso em mente, fica fácil entender a nova função: com o novo recurso do Instagram, pode-se criar stories de propagandas direcionadas para usuários que não sigam a marca, segmentando de acordo com filtros de gostos pessoais e curtidas.

A estratégia, ao que parece, será parecida com o “Promover” do Facebook.

A promoção de marcas e anúncios do Facebook foi uma das primeiras maneiras de monetização da plataforma

Além disso, também surgiram novidades em:

      • Instagram Analytics: a plataforma, que já existia, agora conta com novas funcionalidades, entre elas uma análise cruzando dados entre as plataformas, oferecendo mais insights sobre o comportamento dos usuários no Facebook e em outros aplicativos;
    • IGTV: ainda não muito popular, a funcionalidade agora permite que os usuários criem uma prévia para ser divulgada nos stories. Essa é uma maneira de buscar cada vez mais popularizar a ferramenta e atrair produtores de vídeo para a plataforma.

Percebe-se uma clara necessidade de agradar os sócios e acionistas do Facebook com essas plataformas. Com dados cada vez mais específicos e informações em relatórios mais e mais pontuais, a estratégia da empresa migra cada vez mais para as demandas dos anunciantes.

Essa é uma maneira de tentar fazer com que alguns dos acionistas que abandonaram a empresa de Zuckerberg voltem a investir pelos novos benefícios.

A notícia significa, então, que será ainda mais fácil obter feedbacks e relatórios de campanha e engajamento das redes sociais. Com essas novas funções, será possível estudar campanhas pagas e orgânicas com maior profundidade, sem perder dinheiro procurando às cegas por respostas mais específicas.

Resta saber como os usuários devem reagir às mudanças, especialmente às alterações nos anúncios em stories.

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