Mark Zuckerberg anunciou recentemente mais uma novidade sobre as plataformas da empresa. De acordo com o CEO, o Facebook irá planejar e desenvolver uma integração entre redes sociais: WhatsApp, Messenger e Instagram, suas principais plataformas de contato social.

De acordo com Zuckerberg, a iniciativa tem como objetivo garantir maior segurança e privacidade aos usuários na hora de enviarem suas mensagens, assunto que vem sendo muito debatido desde a denúncia de que o Facebook vinha permitindo que empresas de fora utilizassem as informações sem a permissão direta dos usuários.

A medida também surge como solução para um problema de logística, pois todas as três plataformas funcionam como serviço para entrega de mensagens, e por precisarem de criptografia para garantir sigilo de dados, dificultam a monetização dos apps através de anúncios.

Enquanto o Instagram já vem dando largos passos no uso de anúncios e posts pagos, buscando retornar o investimento feito na compra, o WhatsApp ainda está em fase inicial de planejamento, pois o aspecto fechado e simples da rede social cria maiores problemas para essa integração, como já falamos aqui.

Apesar de soar como uma medida controversa, Zuckerberg afirmou que:

“As pessoas querem poder escolher qual serviço utilizar para se comunicar. Hoje, entretanto, se você quiser enviar uma mensagem para alguém no Facebook, é preciso usar o Messenger. No Instagram, é necessário o Direct. No WhatsApp, é preciso que a outra pessoa também tenha o app. Queremos dar às pessoas a chance de escolher. Sendo assim, elas podem falar com seus amigos de todas as redes sociais utilizando qualquer aplicativo que preferirem”

É provável que o modelo de integração entre redes sociais não elimine completamente os outros aplicativos, e apenas canalize as informações através de uma única via, sem colocar em jogo a segurança das informações.

Após o escândalo da Cambridge Analytica, a empresa perdeu quase 100 bilhões em mercado, o que provavelmente colocou a atenção e a prioridade de Zuckerberg em evitar que isso aconteça outra vez.

Ainda não se sabe exatamente qual será a alternativa apresentada pelo Facebook para a questão das redes sociais, mas é provável que mais novidades saiam ainda esse ano.

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