Remarketing pode ser entendido como uma prática de mídias pagas (tráfego), que consiste em anunciar com assertividade para pessoas que já interagiram com o seu negócio, seja por visitas no site, interação em redes sociais, listas de e-mails e outras possibilidades.

Por serem campanhas altamente direcionadas e com pouca margem de erro em termos de segmentação, as campanhas de remarketing tendem a ser uma ótima opção para tentar “reconquistar” seu público, ou tentar vender algum outro produto ou serviço relacionado.

Por isso, onze em cada dez pessoas que fazem anúncios na internet reconhecem a importância das campanhas de remarketing como um complemento para gerar ROI em mídias pagas. Mas reconhecer a importância e fazer corretamente são coisas totalmente diferentes. 

Hoje vamos falar sobre três erros comuns que observamos em campanhas de remarketing e como você pode evitá-los, seja no Google, Facebook, Linkedin ou qualquer outro canal de anúncios.

Esses erros foram observados ao longo de pelo menos 6 anos de experiência interagindo com clientes e profissionais dos mais diversos segmentos e orçamentos (budgets).

1. Fazer a mesma oferta

Por incrível que pareça, um dos erros mais comuns que vemos profissionais cometendo ao fazer remarketing é fazer exatamente a mesma oferta para quem interagiu com seus conteúdos mas não comprou. 

O erro é grave porque se a pessoa não comprou ou converteu de alguma forma na primeira ação, é porque ela tem alguma objeção e/ou simplesmente não tem interesse em sua oferta. Dessa forma, anunciar a mesma coisa significa ser o chato da festa que não sabe ouvir “não”.

Como corrigir: diversifique suas ofertas mostrando produtos ou serviços relacionados, cupons de desconto ou, no mínimo, use argumentos diferentes para quebrar as objeções do público que você vai fazer remarketing (se você fez um bom trabalho de definição de Personas provavelmente vai tê-las bem mapeadas).

2. Ter uma base muito pequena

Entende-se como “base” o público dos seus anúncios de remarketing, que podem estar no formato de listas de e-mails, visitas em determinadas páginas (via pixels e códigos de monitoramento) e ou segmentações específicas das ferramentas de anúncios.

Ter uma base muito pequena limita muito as suas campanhas de remarketing porque, na prática, ela é a gasolina que vai alimentar a plataforma de anúncios. Assim como um carro, se você coloca pouca gasolina, ele não vai muito longe.

Ou, se o volume for irrisório, ele nem mesmo sai do lugar. 

O mesmo acontece com as plataformas como Facebook e Google Ads. Portanto, capriche no volume e evite fazer remarketing com base muito pequenas (use mais de uma se for possível).

3. Investir muito no começo (e desistir rápido)

Vamos supor que você tem R$ 10.000 para investir numa campanha de remarketing, ao longo de um mês. Fazendo uma conta simples, você conclui que precisa então investir R$ 333 por dia. Certo?

Errado.

Um ponto que muitas pessoas, inclusive profissionais experientes, deixam de levar em consideração ao fazer remarketing é a curva de aprendizado das plataformas de anúncios. 

Se você investe muito no começo, está gastando desnecessariamente em um período onde o resultado dificilmente é bom. Por isso recomendo investir pouco nos primeiros dias, até as plataformas “pegarem o jeito” e só depois, quando o resultado estiver próximo ao esperado, escalar o investimento.

Só não escale o investimento de uma vez só! É importante escalar gradativamente, para dar tempo que o algoritmo aprenda e mantenha a média de resultados. 

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