O Drex vai ser obrigatório? Não. O uso do Drex será opcional e não obrigatório para todos. O Banco Central planeja integrá-lo ao sistema financeiro como uma opção complementar, que não irá substituir o uso do papel-moeda e outros métodos de pagamento, como o Pix.
DREX não substituirá dinheiro em espécie e nem servirá para monitorar população. É falso que o DREX, moeda digital do Banco Central do Brasil, vá substituir o dinheiro em espécie. A emissão de papel moeda se dá por diversas necessidades e hábitos da população.
O Drex, moeda digital brasileira, pode ser lançado em 2025. Atualmente, o projeto está na sua segunda fase piloto, com a participação de instituições do sistema financeiro, para testar as soluções de privacidade e garantir o sigilo aos usuários.
Quais as desvantagens do Drex? A introdução do Drex raz consigo uma série de riscos, incluindo a segurança cibernética, uma vez que as transações digitais são suscetíveis a ataques cibernéticos, embora seja menos arriscado por utilizar-se de blockchain.
JR Dinheiro: Conheça o Drex, moeda digital do país, e seus impactos
Qual o ponto negativo do Drex?
Desvantagens do Drex
Preocupações com privacidade, já que todas as transações serão rastreáveis; Risco de centralização do controle financeiro; Impacto na economia informal.
E a principal diferença entre ambos está na conceituação: enquanto o Pix é um dos vários meios de pagamentos existentes na economia brasileira – assim como o cartão de crédito, o papel moeda e o débito –, o Drex consiste na versão digital do real, na linha das criptomoedas.
O Drex terá o mesmo valor do real que conhecemos. Portanto, 1 Drex irá equivaler a R$ 1. Da mesma forma, 100 Drex será o mesmo que R$ 100. A diferença está apenas no formato: o Real é impresso em papel-moeda e o Drex existirá apenas em formato digital.
Os testes já foram iniciados em 2024 e causou uma dúvida nos brasileiros: a moeda representará o fim do PIX? Porém, segundo a Exame, o coordenador do projeto, Fabio Araujo, afirmou que o Drex será uma nova infraestrutura do sistema financeiro brasileiro e irá além do Pix.
“O Drex é mais uma estrutura que vai permitir arranjos de pagamento. Não vai ser uma moeda que vai valorizar”, resume. Ele também chama atenção para possibilidade de surgimento de novos golpes por conta do desconhecimento do uso da tecnologia.
“O BC reitera que o Drex é um projeto institucional que deve aumentar a segurança e a eficiência do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro. Partindo dessa premissa, o BC só avançará nas soluções que garantam privacidade, proteção de dados e segurança das transações.
A moeda meme, conhecida como $Trump, foi lançada pelo bilionário em 17 de janeiro e rapidamente cresceu, atingindo um pico de mais de US$ 14,5 bilhões em valor de mercado dois dias depois, um antes de sua posse como presidente dos EUA.
O Drex é seguro? Sim, o Drex é tão seguro quanto as transações feitas em reais pelo sistema bancário. Isso porque ele também vai ser supervisionado e fiscalizado pelo Banco Central, como já acontece com os sistemas financeiro e de pagamentos brasileiros.
O Pix por aproximação é equivalente à aproximação sem contato que atualmente é feita com os cartões de crédito e de débito. A previsão é de que essa funcionalidade já esteja funcionando para todos a partir de fevereiro de 2025.
As transações com a nova moeda serão feitas com carteiras digitais, por meio do acesso a uma blockchain. Além disso, o valor que você recebe via Pix pode ser sacado – portanto, convertido diretamente em cédula de papel.
A complexidade do Drex aumenta a vulnerabilidade a ciberataques e vazamentos de informações. Para mitigar esses riscos, é fundamental implementar medidas de segurança robustas, como protocolos de criptografia avançados e conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
⚠️ Desvantagens do DREX: 1️⃣ Exclusão digital: Muitos brasileiros ainda não têm acesso à tecnologia necessária para utilizar a moeda digital. 2️⃣ Risco de ciberataques: Apesar da segurança do blockchain, hackers podem explorar vulnerabilidades em dispositivos ou apps.
Além de diminuir os custos com a impressão de dinheiro em papel e facilitar a rotina das empresas e da população para transações financeiras, outras vantagens do Drex são: Mais rapidez nas transações, já que o processo ocorre em questão de segundos.
Circula nas redes sociais um vídeo que diz que o Drex, a moeda digital brasileira desenvolvida pelo Banco Central, também chamada de "real digital", substituirá o dinheiro físico e servirá para aumento do controle social da população. É #Fake.
Assim, pessoas físicas ou jurídicas poderão depositar a quantia desejada em uma carteira virtual – garantindo a conversão da moeda física em digital, na taxa de R$ 1 para 1 Drex.
Anunciado em 2022, o Drex é um dos principais projetos da agenda de inovação do Banco Central, colocado no mesmo patamar do Pix e do Open Finance. Atualmente em fase de testes e desenvolvimento, a iniciativa chega em 2025 a uma nova fase, prometendo avançar na avaliação dos seus casos de uso futuros.
Com o Drex, não importa quem vai fazer o primeiro movimento, pois o contrato só será concluído quando ambos acontecerem. Assim, o dinheiro e a propriedade do carro serão transferidos de forma simultânea. Se uma das partes falhar, o valor pago e o carro voltam para seus respectivos donos.
O DREX vai substituir o PIX? A resposta é não. O DREX, que está em fase experimental e será oficialmente lançado em 2025, foi projetado para operar em conjunto com o sistema de pagamento instantâneo PIX.
Ainda não há uma data específica para o lançamento do Drex. Ele está em fase de testes em ambiente restrito, o Piloto Drex, iniciados em março de 2023.