Possíveis direitos de quem tem epilepsia Quadros graves de epilepsia podem incapacitar a pessoa para o trabalho, devido às crises constantes. Isso acaba garantindo alguns benefícios previdenciários, desde que a condição clínica seja comprovada por meio de laudos e perícia médica.
Quem sofre de epilepsia tem direito a algum benefício?
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (7), projeto que inclui a epilepsia e o lúpus entre as doenças cujos portadores são dispensados de cumprir o prazo de carência para usufruir dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez (PL 7797/10).
Sim,quem tem epilepsia pode ter direito ao auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, aposentadoria da pessoa com deficiência, benefício assistencial à pessoa com deficiência e pensão por morte de filho inválido.
Como solicitar o BPC-LOAS para epilepsia? O interessado deve apresentar documentos que comprovem a epilepsia e a renda familiar. Como a BUROCRACIA ZERO pode ajudar na solicitação do BPC-LOAS para epilepsia? A BUROCRACIA ZERO é uma empresa que oferece assistência para quem precisa solicitar o BPC-LOAS.
1º A pessoa com epilepsia é considerada pessoa com deficiência, para todos os efeitos legais. Parágrafo único. O reconhecimento da condição de pessoa com deficiência se dará mediante avaliação biopsicossocial da pessoa com epilepsia, nos termos do § 1º do art. 2º da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015.
Conheça os benefícios previdenciários para quem sofre de epilepsia!
Quanto ganha um aposentado por epilepsia?
Qual o valor da aposentadoria para pessoas com epilepsia? O valor da aposentadoria por incapacidade permanente para pessoas com epilepsia corresponde a 60% da média de todos os salários do contribuinte desde 1994, com acréscimo de 2% para cada ano que exceder: 20 anos de contribuição para homens.
4º A Carteira Estadual de Identificação da Pessoa com Epilepsia será emitida a pedido da pessoa com epilepsia, mediante apresentação de relatório médico confirmando o diagnóstico da doença e a documentação original comprovando as demais informações. Parágrafo único.
O portador de Epilepsia que estiver afastado do trabalho por mais de 15 (quinze) dias, poderá requerer diretamente ao INSS o benefício de auxílio-doença, conforme os artigos 59 ao 64 da Lei nº 8.123/1991.
Embora a epilepsia não conste na listagem oficial, ela pode causar diversas complicações. Logo, a depender do caso, o benefício será concedido, inclusive sem prazo mínimo de carência.
Famílias que têm um membro com epilepsia podem receber 1 salário mínimo mensal do governo (BPC/LOAS), mas para isso, é preciso que a renda de cada pessoa da casa seja de até ¼ do salário mínimo (ou seja, R$353,00 em 2024).
Sonolência diurna excessiva, pobre qualidade do sono e síndrome das pernas inquietas também são comuns em pacientes com epilepsia e pioram sua qualidade de vida. A insônia é um frequente distúrbio do sono em pacientes com epilepsia, influenciando negativamente o humor.
A epilepsia é considerada como incapacitante quando uma ou mais atividades da vida são limitadas substancialmente, dentre elas o trabalho. O objetivo deste estudo foi analisar os principais fatores de absenteísmo ao trabalho de pessoas com epilepsia.
Na maioria dos casos, o diagnóstico de uma crise epiléptica pode ser feito clinicamente por meio de um exame físico geral, com ênfase nas áreas neurológica e psiquiátrica e de um histórico detalhado pelo paciente. Muitas vezes, o auxílio de uma testemunha ocular é importante para que a crise seja descrita em detalhes.
Quem toma remédio controlado tem direito a algum benefício?
No entanto, pessoas com doenças graves ou condições de saúde que exigem o uso contínuo de medicamentos controlados podem ter direito à aposentadoria por invalidez ou a outros benefícios previdenciários, como o auxílio-doença, caso a condição interfira significativamente na capacidade de trabalho.
Hoje, um segurado do INSS que se aposenta por incapacidade permanente recebe 60% do salário de benefício, com acréscimo de dois pontos percentuais para cada ano de contribuição que exceder o tempo mínimo (20 anos homens e 15 anos mulheres).
A Comissão de Assuntos Econômicos aprovou o fim da carência para auxílio-doença e aposentadoria por incapacidade a pessoas com lúpus e epilepsia (PL 2472/2022).
Quais os direitos de uma pessoa que tem epilepsia?
Aqueles que enfrentam crises convulsivas devido à epilepsia podem ter direito à aposentadoria por invalidez, ao auxílio-doença (benefícios por incapacidade previdenciários) ou ao BPC (Benefício de Prestação Continuada), que é assistencial.
Dentro do grupo G40 da CID-10, as formas mais graves de epilepsia incluem: G40. 5 – Estado de mal epiléptico: Essa é uma condição em que as crises epilépticas se prolongam por mais de 30 minutos ou se repetem de forma tão frequente que o paciente não recupera a consciência entre os episódios.
A perícia médica previdenciária em caso de epilepsia não possui critérios para a comprovação da doença. Além disso, como a epilepsia se apresenta em níveis, os casos mais leves podem fazer com que os benefícios sejam negados.
Os exames laboratoriais de sangue devem ser seguidos pelo EEG (eletroencefalograma), que é um exame eletrofisiológico. Portanto, o EEG vai analisar a função elétrica cortical cerebral e poderá detectar e localizar a área com atividade anormal capaz de provocar as crises convulsivas.
Essas pessoas têm vida normal, desde que atendam às orientações médicas. Isto é: usar correta e regularmente a medicação, evitar excesso de bebidas alcoólicas e manter uma rotina de sono saudável. As pessoas com epilepsia podem e devem trabalhar como qualquer outra pessoa.
A OMS inclui a epilepsia no capítulo dos transtornos mentais, pelo menos do ponto de vista de saúde pública. Esta inclusão está baseada nos seguintes argumentos: embora de maneira errada, epilepsia tem sido historicamente considerada como doença mental e ainda o é em muitas sociedades.
Todas as pessoas comprovadamente carentes com deficiência física, mental, auditiva, visual, doença renal crônica ou ostomia têm direito ao benefício, que é a gratuidade nas viagens interestaduais de ônibus, barco ou trem.
Um ponto importante: paciente com epilepsia PODE SIM conduzir veículo motorizado desde que seja aprovado em avaliação médica, cumprindo a legislação vigente.