A guerra aconteceu entre 1861 e 1865, sendo vencida pelos estados do norte. A principal consequência dessa guerra foi a abolição dos escravos em todo território dos Estados Unidos.
Terminava a Guerra de Secessão nos Estados Unidos. Os estados do sul ficaram arrasados pela perda de terras, escravos e pela humilhação da derrota para os inimigos Yankees (dos estados do norte), que defendiam incentivos às indústrias e o fim da escravidão.
O Norte saiu vencedor da guerra, e a derrota sulista foi consolidada pelos seguintes motivos: Os sulistas falharam em obter o apoio estrangeiro, principalmente da França e Inglaterra.
O início da guerra foi marcado pelo ataque ao Forte Sumter, da União, em Charleston, Carolina do Sul. Após esse ataque dos sulistas, Abraham Lincoln convocou o Exército (cerca de 80 mil soldados), na tentativa de impedir o separatismo. O Sul, então, se unifica mais ainda e declara sua secessão (separação).
Durante a Guerra Civil Americana, os leais ao Governo Federal e opostos à secessão que viviam nos estados fronteiriços e nos estados Confederados, eram chamados de Unionistas. Os soldados Confederados por vezes chamavam-lhes "Yankees Caseiros".
O conflito iniciou-se quando os estados do Sul criaram um movimento separatista e declararam sua independência do país, o que foi motivado pela divergência existente a respeito da abolição da escravidão. Essa guerra foi a pior da história americana, com saldo de cerca de 600 mil mortos.
O Sul defendia a extensão do modelo escravista para os novos territórios, e o Norte defendia que os novos territórios deveriam ser constituídos com a proibição da escravidão. Essa disputa entre Norte e Sul relacionada ao uso da mão de obra escrava intensificou-se a partir da ocupação do Nebraska e do Kansas.
Ianque (Yankee, em inglês), apesar de apontado como possível gentílico alternativo, foi historicamente utilizado em inglês para descrever somente cidadãos dos Estados Unidos originários da Nova Inglaterra. A palavra vem de "iank", corruptela de uma palavra de origem indígena para designar o homem branco.
Qual a diferença entre as colônias do Norte e do Sul?
A divergência entre o Norte e o Sul também se apresentava na questão escravista. As colônias do Sul eram baseadas no sistema de Plantation e, sendo assim, utilizavam mão de obra escrava na produção agrária. Já nas colônias do Norte, os escravos eram pouco numerosos e não possuíam um papel relevante na economia.
A Doutrina Monroe tinha como objetivos a não interferência dos países europeus nos países americanos e que nenhuma nação americana fosse recolonizada. Defendia, também, a não intervenção nos assuntos internos dos países americanos e a não intervenção dos Estados Unidos nos conflitos entre os países europeus.
O racismo é muito forte inclusive dentro do sistema legal. Primeiro, há a escravidão, com a diferença que lá, depois que houve a liberação dos escravos, ainda houve as leis de Jim Crow, que legalizavam a segregação racial. E isso começou a cair na década de 1950.
Esse ideal foi endossado pelo grão mestre da Grande Loja Maçônica do DF, Celso José Soares, que citou Abraham Lincoln (1809 – 1865), um dos mais célebres maçons, para quem a instituição prega a luta pela fraternidade e deseja a humanidade numa só família.
Em 1° de janeiro de 1863, entrava em vigor o Ato de Emancipação assinado pelo presidente Abraham Lincoln. O ponto central da lei era a libertação de cerca de 4 milhões de escravos negros.
Iniciada em 1861, a Guerra Civil Americana, também conhecida como Guerra de Secessão, foi um conflito entre as regiões Norte e Sul dos Estados Unidos e que resultou em mais de 600 mil mortos. A principal razão para o desentendimento entre ambas as regiões foi a discordância sobre a abolição da escravidão.
A Guerra Civil Americana prolongou-se durante quatro anos e terminou com a derrota do exército confederado e a reunificação do país. Na verdade, o Sul estava em clara desvantagem e o desfecho do confronto não constituiu surpresa.
Quanto tempo durou a escravidão nos Estados Unidos?
Nos Estados Unidos, o sistema durou 240 anos e recebeu o total de 389 mil cativos. A abundância ou escassez de novos escravos produziu formas de tratamento e de vida diferentes.
O significado de Yankee tem variado ao longo do tempo. No século XVIII, referia-se aos residentes da Nova Inglaterra descendentes dos colonos ingleses originais da região. Mark Twain usou a palavra neste sentido no século seguinte em seu romance de 1889, A Connecticut Yankee in King Arthur's Court.
Os dois lados que lutaram nesse conflito foram os estados do Norte (União) e os estados do Sul (Confederados). Os sulistas foram derrotados, a escravidão foi abolida e cerca de 600 mil pessoas morreram.
De acordo com o historiador Sebastian Dorsch, que assina o artigo na revista, os paulistas também se viam como os “ianques do Brasil” ou os “ianques do sul”, por apresentar um ritmo de desenvolvimento “muito americano”.