1 - Rússia De acordo com informações públicas sobre o arsenal nuclear russo, em janeiro de 2024 o país governado por Vladimir Putin possuia 5.580 ogivas nucleares.
Os Estados com maior força nuclear continuam, desde a década de 1950, segundo os EUA e a Rússia, que possuem cerca de 90% de todas as ogivas. A Rússia tem 4.380 ogivas nucleares instaladas ou armazenadas, em comparação com os EUA, que têm 3.708.
No entanto, o Brasil ainda não possui armas nucleares, enquanto que Reino Unido já possui um arsenal dessas armas (oficialmente, cerca de 225 ogivas nucleares) e é um dos cinco "Estados com armas nucleares" de acordo com o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.
Rússia. Segundo o SIPRI, a Rússia é o país que tem mais armas nucleares, com arsenal total de 5.889. Desse número, 1.674 estariam implantadas em mísseis ou localizadas em bases com forças operacionais; 2.815 estariam armazenadas; e o restante, aposentadas aguardando desmantelamento.
De fato, Einstein era pacifista declarado e sempre se distanciou do projeto Manhattan. Ele sempre insistia que sua participação na liberação da energia atômica foi "muito indireta". Se houve um instigador, foi Leo Szilard (1898-1964), ex-aluno de Einstein.
Quais são os países que possuem armas nucleares? - @novasideias1
O que Einstein achava de Oppenheimer?
Robert Oppenheimer (American Prometheus: O Triunfo e a Tragédia de J. Robert Oppenheimer, no qual se baseia o filme de Nolan) que o físico americano considerava Einstein "como um santo patrono vivo da física, não como um cientista em atividade".
Hoje o Laboratório Nacional de Los Alamos ainda serve como centro de estudos da Administração Nacional de Segurança Nuclear, entretanto, os mais curiosos podem visitar algumas das dependências da cidade que uma vez foi secreta, explica o House Beautiful.
🇺🇸Ao avaliar o poder geral das forças militares do mundo, os EUA saem à frente em 60 anos, mantendo-se no 1° lugar do ranking, seguido pela. 🇷🇺2a Rússia (antecedida de ex União Soviética), 🇨🇳China aparece logo em terceira posição.
Além de proibir a presença militar estrangeira na antiga Alemanha Oriental, o tratado também proibiu as armas nucleares ou portadores de armas nucleares a serem posicionados na área, tornando-se uma permanente Zona Livre de Armas Nucleares.
Mesmo não fazendo parte do restrito clube de nove países com bombas atômicas, o Brasil é hoje parte de outro seleto grupo. "O Brasil é um dos poucos países do mundo que tem jazidas de urânio e tem essa capacidade de produção de combustível nuclear", afirma Patti.
1 800 metralhadoras pesadas, 800 morteiros de 81 milímetros e 400 morteiros de 60 mm foram contados à parte como "armas leves". O International Institute for Strategic Studies (IISS) calculou 1 436 morteiros de 81 mm em 2024, incluídos na sua contagem das peças de artilharia.
O mais grave é que alguns — 27% dos militares norte-americanos consultados em uma recente pesquisa da revista Newsweek — acreditam ser possível haver ganhadores em uma guerra nuclear.
A empreitada era chefiada pelo físico Robert J. Oppenheimer, mas tinha o acompanhamento minucioso e constante de políticos e militares de alta patente, devido à confidencialidade e importância bélica do projeto para a Guerra. O resultado foi a construção de três bombas.
De acordo com a World Nuclear Association, 13 países possuem instalações de enriquecimento de urânio com diferentes capacidades industriais de produção: França, Alemanha, Holanda, Reino Unido, Estados Unidos, China, Rússia, Japão, Argentina, Índia, Paquistão, Irã e Brasil.
"O Brasil não tem arma nuclear porque não precisa", resume Carlo Patti, historiador da Universidade de Pádova, na Itália, e que pesquisou extensamente o programa nuclear brasileiro. "O Brasil nunca precisou de armas nucleares para ações de defesa estratégica.
A França detém o quarto maior arsenal nuclear do mundo, atrás dos líderes incontestes, EUA e Rússia (90% das 12 mil bombas), e algo abaixo da China (500 ogivas), aliada de Moscou.
Alguns autores contestam essa tese, alegando que os Estados Unidos jamais usariam a bomba atômica contra a Alemanha porque os alemães eram um "povo branco e cristão" e que, portanto, a decisão de usar as bombas contra o Japão teria sido puramente racista.
Qual é o exército mais poderoso da América do Sul?
O Brasil é o país com as Forças Armadas mais numerosas da região, contando com 366.614 militares da Força Aérea, Marinha e Exército. A Venezuela fica um pouco atrás, com 365.315 efetivos. O México (267.656) e a Colômbia (265.050) seguem de perto estes dois líderes no ranking, segundo a respectiva pesquisa.
O Setor de Defesa, constituído pelo Ministério da Defesa e integrado pela Marinha do Brasil, pelo Exército Brasileiro e pela Força Aérea Brasileira, é responsável pelo preparo e pelo emprego da expressão militar do Poder Nacional.
Atualmente os Estados Unidos são considerados a principal potência do mundo, mas essa condição alcançada não ocorreu repentinamente, foram necessários vários fatores para que este se consolidasse como uma das nações mais importantes do planeta.
Julius Robert Oppenheimer (Nova Iorque, 22 de abril de 1904 – Princeton, 18 de fevereiro de 1967) foi um físico teórico americano e diretor do Laboratório Nacional Los Alamos durante a Segunda Guerra Mundial.
A pequena cidade de Los Alamos, no Novo México, é a sede do Los Alamos National Laboratory, onde físicos criaram a primeira bomba nuclear do mundo. Muitos moradores da região trabalham nas instalações de pesquisas nucleares.
No fim da Guerra Fria, ambos os laboratórios passaram por um processo de diversificação científica intensa dos seus programas de pesquisa, com o objectivo de se adaptarem às novas e voláteis condições políticas, as quais não mais requeriam o mesmo esforço de pesquisa em tecnologia nuclear até aí despendido.