Naveculário ou Naveteiro: É o acólito ou seja o naveculário responsável por segurar a naveta cujo objeto serve como um recipiente dos incensos a serem postos no turíbulo.
Na missa, o diácono recebe da mão do acólito a naveta meio aberta, com a colher que nela está, e apresenta a naveta ao presidente da celebração. Este benze o incenso com o sinal da cruz, sem dizer nada.
Por que a Igreja Católica usa incenso na sua liturgia? O incenso é um lembrete da presença odorífera de Nosso Senhor, e seu uso acrescenta à liturgia uma aura de solenidade. A imagem e o odor da fumaça reforçam a transcendência da Missa, que liga o Céu à terra e permite que entremos na presença de Deus.
Na Igreja Católica o turíbulo é usado muitas vezes para incensar o altar, a imagem do Santo Padroeiro da paróquia, santuário, catedral, etc. É usado carvão e incenso para "acender" o turíbulo. a fumaça que sai dele, significa as preces e pedidos do povo para Deus.
Uma naveta é um objeto litúrgico, em forma de barco, utilizada para o transporte do incenso destinado a ser queimado no turíbulo em cerimónias religiosas de igrejas cristãs.
O sacerdote incensa as oblatas com três ductos do turíbulo, antes de incensar a cruz e o altar, ou fazendo, com o turíbulo, o sinal da cruz sobre as oblatas".
A naveta deve ser pegada com a mão direita e a mão esquerda deve ser mantida junto ao peito. Para a apresentar ao presidente, abre-se a naveta com a mão esquerda e apresenta-se aberta. O naveteiro deve seguir sempre do lado esquerdo do turiferário (ou seja, do lado contrário ao turíbulo).
- Lave-os sempre com água corrente, sabão neutro e esponja macia; - Use flanela seca para retirar as marcas feitas pelos dedos; - O uso de produtos abrasivos, oxidantes e corrosivos põe em risco a conservação da peça.
Ele é divido em partes: Ritos Iniciais (Saudação, Ato Penitencial, Glória e a Coleta), Liturgia da Palavra (Leituras Bíblicas e o Credo), Liturgia Eucarística (Preparação das Oferendas, Prefácio e a Consagração), Rito da Comunhão e os Ritos Finais.
A naveta é um recipiente em forma de navio e que serve para levar o incenso durante as celebrações. É sempre acompanhada por uma pequena colher, que serve para deitar o incenso sobre as brasas acesas.
Regra geral, segura--se o cálice com a mão esquerda, e limpa--se com a direita. Por isso, é normal que o sanguinho se coloque sobre o altar, do lado direito do corporal, como sempre se fez. No caso de alguém ser esquerdino, nada impede que o sanguinho seja posto do lado esquerdo do corporal.
O celebrante (bispo ou presbítero) e o povo incensam-se com três ductos. Chama-se ducto cada uma das oscilações que se imprimem ao turíbulo, para diante e para trás; chama-se icto cada um dos impulsos dados ao turíbulo, para a frente, ao andar à roda do altar. Um colaborador do SNL.
O cerimoniário é um ofício da Liturgia que exerce o papel de preparo e coordenação da Liturgia, garantindo seu decoro e ordem. É ele quem acerta tudo com os sacerdotes, ministros, acólitos, músicos, leitores, prepara as cerimônias, assiste ao celebrante nas funções e organiza todo o Rito.
A torre (do latim "turris"), em arquitectura e engenharia, é uma estrutura em que a altura é bastante superior à largura, apresentando uma demarcada verticalidade. Pode ser edificada para diversos fins ou funções (defesa, comemoração ou otimização de espaço).
Quem carrega o turíbulo é chamado de turiferário e sempre o carrega com a mão esquerda, com o dedo polegar no primeiro anel e o dedo mínimo no outro anel.
O incenso (resina aromática que é queimada em brasas) não é usado para “atrair bons fluídos”, mas como símbolo da oração da Igreja (Ap 5,8 e 8,3-5) que sobe à presença de Deus: “Suba minha oração como incenso na tua presença; a elevação das minhas mãos, como sacrifício vespertino” (Sl 141,2).
Ostensório ou custódia, é uma peça de ourivesaria usada em actos de culto da Igreja Católica Apostólica Romana para expor solenemente a hóstia consagrada sobre o altar ou para a transportar solenemente em procissão.