No evangelho de João, o discípulo amado surge como um amigo íntimo e pessoal do Senhor. Com Marta, Lázaro e Maria, João é descrito claramente nesse evangelho como alguém a quem Jesus amava (ver João 11:3, 5). Sua posição na mesa durante a Última Ceia refletia não apenas honra, mas também proximidade.
Desde que o Discípulo Amado não aparece em nenhuma outra parte dos evangelhos do Novo Testamento, viu-se tradicionalmente como uma auto-referência a João, o Evangelista, e esta permanece como sua identificação principal.
Filho de Zebedeu e de Salomé, irmão de Tiago Maior, ele também era pescador, como Pedro e André; nasceu em Betsaida e ocupou um lugar de primeiro plano entre os apóstolos. Jesus teve tal predileção por João que esse assinalava-se como “o discípulo que Jesus amava”.
Tão humano, tão intenso, Pedro prometeu fidelidade absoluta a Jesus e acabou por negá-Lo três vezes, e depois, pelas mesmas três vezes declarou seu amor a Jesus, numa linda e profunda prova de conversão: “Senhor, sabes tudo, Tu sabes que eu te amo” (Jo 21, 15-17).
João era pescador, filho de Zebedeu e irmão de Tiago. Ele, entre os Doze, foi o discípulo mais próximo de Jesus. João ficou conhecido como “discípulo a quem Jesus amava” (Jo 21:20), e posteriormente como o apóstolo do amor.
São João Evangelista foi um dos doze apóstolos de Jesus, chamado o discípulo amado, um dos mais jovens entre os doze. Foi a João Evangelista que Jesus, na agonia da Cruz, entregou a sua mãe para que João cuidasse. João e Maria estavam de joelhos aos pés da cruz e Jesus ao entregar sua Mãe a João, entrega a todos nós.
No ato da traição Jesus chama Judas de amigo e pergunta oque é que ele está fazendo? Em um momento de traição, nunca uma pessoa vai se preocupar com o traidor. Se preocupar com o porque ele esta praticando aquele ato ou o que poderia acontecer com ele depois da traição.
Como Jesus Cristo passou a ser representado como um europeu branco. Pode ser até que haja discordâncias sobre Maria Madaleta ter sido esposa ou não de Jesus, mas é unânime que ela foi, ao menos, uma grande companheira do profeta.
Lucas não conheceu Jesus pessoalmente. Ele conheceu o Senhor através dos apóstolos. Ele foi discípulo dos apóstolos de Jerusalém e depois foi discípulo de São Paulo.
A João, o discípulo amado, foi confiada a intimidade do Coração do Senhor. Ele reclinava a cabeça sobre o peito dele e ouvia as batidas daquele “sacro” coração.
Mas pesquisas que se baseiam nos chamados “evangelhos apócrifos”, textos tão antigos quanto os que compõem o Novo Testamento mas que acabaram sendo relegados pela Igreja Católica, já encontraram indícios de um envolvimento amoroso entre Jesus e Maria Madalena.
Na série, o apóstolo Tiago, filho de Alfeu — também conhecido como “o menor” (ver Marcos 15:40) numa possível referência à sua estatura ou por ser mais jovem que o outro Tiago, filho de Zebedeu — é retratado como uma pessoa deficiente, mais especificamente como portador de escoliose grave e paralisia cerebral leve.
Era uma proximidade palpável (aquele que nossas mãos tocaram). João pegava toda a mensagem de Jesus como que através do contato pessoal. É ele que vai falar tanto do amor. Ele viu este amor em Jesus, conheceu Jesus como o Amor do Pai, comunhão com o Pai.
A melhor explicação pode ser a mais simples: Iscariotes era o nome que Judas recebido de seu pai, que é identificado três vezes no Evangelho de João como Simão Iscariotes.
Jesus não viveu solitariamente; ele formou um grupo de discípulos, os quis próximos a si e para depois enviá-los em missão (cf. Mc 3,13-15). Com os Doze, Jesus teve uma especial e intensa relação de amizade, mas dentre eles o relacionamento para com alguns se destacou dos outros.
Você certamente já sabe: São João foi o único dos Apóstolos a não morrer mártir. Mas isso não significa que ele não tenha sofrido por seu Senhor. Conheça a história do “quase-martírio” do discípulo amado ante a Porta Latina, em Roma, no ano 95.
Na vida todo mundo precisa de um Simão, o cireneu, que ajudou a carregar a cruz de Jesus, para ajudar a carregar as nossas cruzes. Somos Simão Cirineu, discípulo de todos os tempos, que caminha após Jesus, levando também ele a sua cruz (Lc 23,26).
"Na época dos dois, de Jesus e de João, ele, João Batista, era infinitamente maior e mais importante do que Jesus. Muito mais conhecido. Ele era o grande candidato messiânico. E Jesus se tornou seu discípulo após o batismo, permaneceu com ele no movimento, aprendeu com ele", relata o historiador da UFRJ.