Quem foi Iemanjá na Bíblia? O papel de Iemanjá como Grande Mãe se associou com o de Maria, mãe de Jesus. Ela ainda foi associada com Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição, entre outras.
Iemanjá é a Senhora do Mar, portanto, seus seguidores acreditam que ela tem domínio completo sobre o mar, e muitos fazem preces para pedir a permissão dela antes de entrar nas águas salgadas. Além disso, os seguidores de Iemanjá acreditam que ela tem domínio sobre os seres que vivem nessas águas.
IEMANJÁ Em todas as passagens do Evangelho de Jesus podemos identificar a vibração dos orixás, conforme descrevemos a seguir: YEMANJÁ é o respeito, o amor, o despertar da Grande Mãe em cada um, a percepção de que somos co-criadores com o Pai, podendo gerar a "vida".
Na igreja católica a Orixá está associada principalmente à Nossa Senhora dos Navegantes, mas também à outras Santas, como Nossa Senhora das Candeias, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Piedade, e a própria Virgem Maria.
Iemanjá é uma orixá do Candomblé e da Umbanda, e é a deusa das águas doces e salgadas, da maternidade e da fertilidade. Nossa Senhora dos Navegantes é uma devoção católica a Maria, mãe de Jesus, e é a padroeira dos marinheiros e pescadores.
No lado negativo vivem na falsidade das coisas. Seu lado social é tão intenso que preferem “atuar” para não transparecerem que não estão bem. Não gostam de estar em evidência. Geram muitos inimigos pois apontam o erro dos outros.
De acordo com as crenças religiosas africanas, no dia 02 de fevereiro é comemorado o dia de Yemanjá, Odoyá, popularmente conhecida pelos brasileiros como Iemanjá, a orixá da religião Yorubá que significa “Rainha das águas, mares e oceanos”.
Além de seu significado religioso, “Odoyá” é uma palavra mais ampla utilizada para expressar agradecimento, reconhecimento ou boas vibrações, extrapolando o âmbito religioso para se tornar uma saudação que reflete uma conexão profunda com a gratidão e a espiritualidade.
Dizem que os cabelos da filha pertencem mais à Orixá do que a própria pessoa. Sendo assim, recomenda-se que a filha de Iemanjá peça o aval da mãe de cabeça para poder mexer neles, seja para cortar ou usar química em seus cabelos.
Iansã é filha de Iemanjá e Oxalá e amante de Xangô. O nome Iansã foi escolhido por Xangô e pode ser traduzido como "mãe do entardecer". Conhecida também como Oyá ou Oiá, Iansã é uma deusa guerreira que representa independência e força feminina.
Iemanjá, em seu culto original, é um orixá associado aos rios e desembocaduras, à fertilidade feminina, à maternidade e primordialmente ao processo de gênese do Aiê (mundo) e a continuidade da vida (emi. Também é regente da pesca, e do plantio e colheita de inhames.
Com origem às margens do rio Yemonja, na Nigéria, a divindade recebeu o título de deusa dos mares quando chegou em terras brasileiras com seus filhos. Iemanjá se tornou uma entidade capaz de unir raízes ancestrais. Segundo a tradição, "Ye omo ejá" significa "mãe cujos filhos são peixes".
São pessoas que não gostam de viver sozinhas, sentem falta de estar em grupo e costumam apegar-se a um parceiro cedo. Não apreciam as viagens, detestam os hotéis e preferem suas casas, onde podem controlar o ambiente a manter suas rotinas exatamente como de costume.
O papel de Iemanjá como Grande Mãe se associou com o de Maria, mãe de Jesus. Ela ainda foi associada com Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição, entre outras.
É cultuada tanto na umbanda como no candomblé, considerada como a mãe de quase todos os orixás. Ela é sincretizada no catolicismo como Nossa Senhora do Navegantes, Nossa Senhora de Candeias, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Piedade e Virgem Maria.
Iemanjá é a rainha das águas e da vida. Ela também é a protetora das mulheres e mãe de todos os Orixás. Sua dança imita os movimentos das ondas do mar, movendo as mãos como se estivesse lavando o mundo.
Segundo o ewo ou quizila (regras de conduta para os iniciados do candomblé que estabelecem o que eles não podem comer ou fazer), os filhos de Iemanjá não devem comer pimenta e sal, quiabo, abacaxi, mamão, uva vermelha e frutos do mar e nem usar a cor vermelha.
Dentro da sua própria casa, é possível montar um altar para Iemanjá. Por cima de um pano branco ou azul-claro, você pode colocar uma foto da mãe dos orixás. Ao redor, oferendas para a rainha com objetos como perfumes, maquiagens, adereços de cabelo, etc.
“O nome Iemanjá ( Yeye omo ejá , mãe dos filhos peixes) nos conduz à função materna e também como divindade protetora da pesca. Mas ela também aparece como guerreira e amante em outros mitos.
Água de coco, champanhe ou outras bebidas refrescantes costumam ser oferecidas pra simbolizar que esse é um momento de celebração e de agradecimento. Conchas, estrelas e outros elementos retirados do mar são usados pra relembrar a conexão de Iemanjá com seu ponto de força.