Concluímos, então, que a resposta à pergunta “Quem inventou o zero?” é a seguinte: os babilónios inventaram o primeiro símbolo do zero, os gregos foram os primeiros a compreender o conceito de zero e os indianos utilizaram o zero pela primeira vez como número de pleno direito.
História. Refere-se que a origem do zero somente ocorreu em três povos: babilônios, hindus e maias. Na Europa, a definição do símbolo zero ocorreu durante a Idade Média, após a aceitação dos algarismos arábicos, que foram divulgados no continente europeu por Leonardo Fibonacci.
Uma vez que as oito primeiras datas de contagem longa aparecem fora da terra natal maia, supõe-se que o uso do zero e do calendário de contagem longa antecedeu os maias, e foi possivelmente a invenção dos olmecas.
Os indianos reuniram as diferentes características do princípio posicional e da base dez em um único sistema numérico. Este sistema decimal posicional foi assimilado e difundido pelos árabes e por isso, passou a ser conhecido como sistema indo-arábico. Nosso sistema de numeração retrata o ábaco.
Sua origem deveu-se não à necessidade de marcar a inexistência de elementos num conjunto, mas uma concepção posicional da numeração. O zero e a escrita posicional resolveram o problema da mecanização das operações numéricas, dos cálculos, o que permitiu as criação das máquinas calcular e dos computadores.
É atribuído a Arquimedes (287/ 212 A.C) o primeiro estudo científico sobre o valor de π, em sua obra A medida de um círculo, na qual ele conseguiu uma melhor aproximação para o valor desse número. Aproximando a circunferência a polígonos, Arquimedes encontrou a aproximação: 3,14085 < π < 3,142857.
Pelo que se sabe, o termo “zero” vem do sânscrito (que representava o vazio como shunya), posteriormente traduzido para o árabe como sifr. Depois, ele ingressou nas línguas latinas por meio do italiano, que o chama de “zero” assim como no português.
O principal sistema de numeração maia era composto por três símbolos: pontos, traços e conchas. A concha representava a “ausência de valor”, ou seja, o zero; o ponto representava a unidade; e o traço, o número cinco. O sistema de numeração maia era posicional, expresso na vertical com as “ordens” maiores em cima.
Os romanos não tinham um sinal para representar o zero porque simplesmente não precisavam representar o nada. Essa necessidade só surgiu quando se criou um sistema numérico posicional, ou seja, um sistema no qual a posição dos algarismos dá a eles valores diferentes.
Isso ocorre porque zero elevado a zero é um caso indeterminado na matemática, mas para qualquer outro número, a lógica da potência zero se mantém. Independente da base que escolhemos, se o expoente é zero, o resultado sempre será 1.
Você já se perguntou qual é o ultimo número natural? Não existe, é verdade, simplesmente não existe um número natural que seja maior do que todos os outros, cada vez que você pensar em um, poderá encontrar muitos outros maiores que ele, e como isto nunca termina, dizemos que ℕ é um Conjunto infinito.
Concluímos, então, que a resposta à pergunta “Quem inventou o zero?” é a seguinte: os babilónios inventaram o primeiro símbolo do zero, os gregos foram os primeiros a compreender o conceito de zero e os indianos utilizaram o zero pela primeira vez como número de pleno direito.
O zero também serve como ponto de referência entre números positivos e negativos. Filosoficamente, o zero desafia nossas noções de existência e não-existência. Alguns argumentam que o zero é simplesmente um símbolo para “nada”, enquanto outros veem o zero como um ponto de início ou fim, um estado de transição.
1, 2, 4, 71 e 142, efectuando a soma destes números obtemos o resultado 220. Ele é chamado de número mágico. Isso porque ele é o resultado de uma conta que pode ser feita de vários jeitos. Quer tirar a prova?
O sistema de numeração egípcio baseava-se em sete números chave: 1, 10, 100, 1.000, 10.000, 100.000 e 1.000.000, um traço vertical representava 1 unidade, um osso de calcanhar invertido representava o número 10, um laço valia 100 unidades, uma flor de lótus valia 1.000, um dedo dobrado valia 10.000, um girino ...
O zero dividido por um número positivo ou negativo é tanto zero ou expresso como uma fração com zero como numerador. Zero dividido por zero é zero." Em 830, Mahavira tentou sem sucesso corrigir a falha de Brahmagupta em seu livro Ganita Sara Samgraha: "um número permanece inalterado quando dividido por zero."
Sim, a raiz quadrada de zero é zero. (Isso está além da matemática do ensino médio, mas é possível estender os números reais adicionando um número extra que é elevado ao quadrado para zero, mas não é zero em si - isso dá origem aos números duais, que têm algumas propriedades interessantes.)
Matematicamente, seria como pensar em um limite: o limite da expressão teria o espaço entre os dois corredores tendendo a zero – e isso significa dizer que a expressão se aproximaria cada vez mais do número 0, sem nunca alcançá-lo.
O valor do Pi hoje está em $ 1,70, convertendo este valor para reais, um Pi vale R$ 10,02. Nas últimas 24 horas o total de negociações da moeda Pi foi de 103,27 Milhões de dólares e o valor total de capitalização do Pi é atualmente de - de dólares.
O Pi é um número infinito representado pelo símbolo grego π (pi) e tem grande importância no estudo da geometria. O número pi não forma uma dízima periódica, ou seja, a sequência de números não forma um padrão.
Sem contar que ele é um número infinito. Ele começa com o 3, mas depois da vírgula os dígitos continuam para sempre sem formar um padrão. Por causa disso ele é chamado de número irracional. Até hoje ainda ninguém chegou ao fim dele, e olha que já calcularam mais de 100 trilhões de dígitos!