A invenção de Thomas Savery em 1698 e os aperfeiçoamentos por Thomas Newcomen e James Watt pavimentaram o caminho para a Revolução Industrial. Contudo, foi a curiosidade e inovação dos irmãos franceses Nicéphore e Claude Niépce, no início do século XIX, que marcaram o início da era dos motores a pistão.
1853–1857: Eugenio Barsanti e Felice Matteucci inventaram e patentearam o motor de combustão interna (motor Barsanti-Matteucci) usando o princípio do pistão livre em um motor atmosférico de dois ciclos.
O design mais próximo do virabrequim moderno surgiu no século IX, graças ao engenheiro muçulmano Al-Jazari (1136-1206). Em seu livro "O Livro do Conhecimento de Dispositivos Mecânicos Engenhosos", ele ilustrou um mecanismo de virabrequim e biela, usado em uma de suas máquinas hidráulicas.
O primeiro motor a combustão interna foi inventado por Nikolaus August Otto em meados do século XIX, na Alemanha, como uma forma de substituir os motores a vapor.
Esta, juntamente com o mecanismo de biela-manivela inventado pelo inglês James Pickard em 1780, permitiu transformar o movimento retilíneo alternativo do êmbolo da máquina a vapor em um movimento rotativo de volante, contribuíram decisivamente para o avanço da Revolução Industrial.
O motor de ignição por compressão, conhecido como motor Diesel, foi inventado pelo engenheiro alemão Rudolf Diesel em meados do século 19 e se destaca até hoje pela economia de combustível.
Os primeiros motores de explosão e de quatro tempos foram construídos por Nikolaus August Otto a partir de 1862, constituídos de cilindros em linha. Esse tipo de motor equipa hoje grande parte dos automóveis modernos movidos à gasolina, álcool e mais recentemente, GNV (Gás Natural Veicular).
O ciclo de Otto é um ciclo termodinâmico idealizado que descreve o funcionamento de um típico motor de pistão de ignição com faísca, um ciclo mais comum em motores de automóveis de quatro tempos: admissão, compressão, combustão e exaustão (escape).
O primeiro automóvel movido a gasolina foi patenteado pelo engenheiro Karl Benz em 1886, já Rudolf Diesel, apresentou e registrou o primeiro modelo com motor diesel em 1893. No final do século XIX, nos Estados Unidos foi patenteado o primeiro motor movido a GNV Gás Natural Veicular.
O que é virabrequim? Virabrequim é um dos principais componentes mecânicos de um motor de combustão interna. É um jeito popular de chamar essa peça, uma vez que o nome “verdadeiro” – ou seja, o nome técnico – é árvore de manivelas.
Bloco: é a parte mais pesada do motor. Nele estão alojados os cilindros, onde a mistura de ar combustível é admitida, comprimida e queimada. Cárter: é uma peça que fica na parte de baixo do motor e serve como reservatório de óleo.
Na hora de realizar o sincronismo do motor ou efetuar o enquadramento de válvulas. É importante encontrar a altura máxima que o pistão alcança, conhecido como Ponto Morto Superior (PMS).
O primeiro uso conhecido de combustível foi a combustão de madeira ou de varas pelo Homo erectus há cerca de dois milhões de anos. Durante a maior parte da história humana os derivados dos combustíveis foram as plantas ou gorduras animais, os únicos que eram usados pelos seres humanos.
Para entendermos melhor o que vem a ser volume de um cilindro, vamos trabalhar com o exemplo de um carro 1.0. No carro 1.0, isto é, 1000 cilindradas, temos quatro cilindros (quatro pistões e quatro bielas). Uma cilindrada corresponde a 1000 cm³, que equivalem a 1 litro.
Além do custo da importação, que subiu de US$ 600 milhões em 1973 para US$ 10,6 bilhões em 1981, o elevado teor de enxofre presente no combustível que era produzido na década de 1970 também pesou na hora de definir pela proibição de carro a diesel no mercado nacional.
Antes de falarmos mais sobre o primeiro carro no Brasil, precisamos citar que, em 1885, o primeiro veículo movido à gasolina foi criado. O primeiro modelo, então, foi desenvolvido por um alemão chamado Karl Benz, e batizado de Motorwagen.