Balaque pediu a um profeta chamado Balaão que amaldiçoasse os israelitas. Contudo, o Senhor orientou Balaão a não amaldiçoar os filhos de Israel, mas a abençoá-los. Algum tempo depois, Balaão desobedeceu ao Senhor e mostrou a Balaque que ele conseguiria enfraquecer os israelitas se os induzisse a pecar.
Depois que Balaão chegou a Moabe, Balaque pediu-lhe três vezes que amaldiçoasse Israel. Em todas as vezes o Senhor disse a Balaão que abençoasse Israel, e Balaão obedeceu.
Foi até Balaque e tentou, várias vezes, amaldiçoar Israel. Não conseguiu porque Deus não deixou. Deus não somente frustrou as tentativas desse homem de amaldiçoar os israelitas, ele obrigou Balaão a abençoar seu povo escolhido. Balaão agiu por ambição, desejando riquezas, mas não conseguiu.
Josué (Sidney Sampaio) matou Balaão (Leonardo Vieira) após confronto no reino Moabe, no último capítulo da novela 'Os Dez Mandamentos - Nova Temporada' - Foto.
Embora fosse de outro povo (Nm 22.5), Balaão conhecia o Deus verdadeiro e abençoava e amaldiçoava em nome dele (Nm 22.8-12). Balaque ofereceu muito dinheiro a Balaão para que este amaldiçoasse o povo de Deus. Primeiro Deus falou para Balaão não ir e ele foi (Nm 22.12). Balaão desobedeceu a Deus e foi.
Eis aqui mais uma razão para o registro dessa história enigmática de Balaão no livro de Números. Em Números 31, nós lemos sobre a morte de Balaão e o motivo. Os israelitas mataram Balaão quando conquistaram Midiã porque Balaão os incitou a adorar deuses estrangeiros (Nm. 31:16).
Balaão tem uma visão e profetiza o destino de Israel — Ele profetiza a respeito do Messias: Uma estrela procederá de Jacó, e um cetro subirá de Israel. 1 Vendo Balaão que bem parecia aos olhos do Senhor que abençoasse Israel, não foi esta vez como antes ao encontro dos agouros, mas voltou o seu rosto para o deserto.
Ele era um adivinho (alguém que alega predizer o futuro) que acreditava no Deus de Israel, ou pelo menos conhecia a respeito Dele, a ponto de ser influenciado pelo Espírito. O rei de Moabe tentou contratar Balaão para que amaldiçoasse Israel, de modo que os moabitas conseguissem derrotá-los em batalha.
Balaão era um profeta corrompido, que vendeu a sua alma em troca do ouro e da prata. É o tipo de servo que usa o Nome e a Palavra de Deus para benefício próprio. Não dá a mínima para a condição do povo, e nem se preocupa com o destino das pessoas que morrem sem a salvação.
28 Então o Senhor abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, para que me espancasses essas três vezes? 29 E Balaão disse à jumenta: Porque zombaste de mim; quem dera tivesse eu uma espada na mão, porque agora te mataria.
Embora Balaão não pôde amaldiçoar Israel diretamente, ele não tinha interesse de abençoar Israel no coração. Como um profeta, ele poderia ter ficado contra adoração de ídolos e caminhado ao lado de Israel.
Balaão não se contaminou com aquilo que o Eterno abomina, pois “não foi esta vez, como antes, ao encontro de נְחָשִׁים agouros (feitiçaria, encantamento, adivinhação), mas voltou o rosto para o deserto”! 3. Balaão “viu Israel acampado segundo as suas tribos”, recebendo finalmente o Espírito de Deus.
O mais famoso dos falsos profetas do Novo Testamento é o "Falso Profeta" do livro de Apocalipse, cujo nome é repetido por três vezes. Este Falso Profeta seria um aliado do Anticristo e da Besta. A figura do Falso Profeta é um dos maiores mistérios da escatologia.
Onde está escrito na Bíblia sobre a morte de Balaão?
Números 31. Números 31 relata como o Senhor enviou o exército de Israel contra os midianitas porque estes tentaram destruir os israelitas por meio da imoralidade e idolatria. Entre os mortos estava o adivinho Balaão, que se rebelou contra o Senhor e Seu povo.
Balaão foi um típico profeta mercenário, buscando somente fazer negócio com seu dom. Ele era, para o rei Balaque (seu empregador), o melhor profeta que o dinheiro poderia comprar! Três passagens no Novo Testamento mostram, claramente, que ELE NUNCA FOI SALVO.
Nm 31: 16 – “Eis que estas, por conselho de Balaão, fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o Senhor, no caso de Peor, pelo que houve praga entre a congregação do Senhor.” A resposta que Balaão deu em Números 22: 18 é a resposta que um discípulo tem que ter, mas seu procedimento depois não.