Quais as partes do corpo que podem ser doadas para transplante? Os mais freqüentes são: rins, pulmões, coração, fígado, córneas, válvulas cardíacas. Menos freqüente: rim e pâncreas juntos.
A lista dos cinco transplantes mais concorridos é composta ainda por córnea (25,9 mil pacientes), fígado (2,2 mil), pâncreas e rins (390 indivíduos precisam dos dois órgãos) e coração (380).
Qual o único órgão que não pode ser transplantado?
Pode-se dizer que o único que ainda não é possível é o cérebro. Será que conseguiremos passar o cérebro de uma pessoa para outra? Para o chefe do Serviço de Imunologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Luiz Fernando Jobim, o cérebro é o grande órgão que nunca foi e não vai ser tão cedo transplantado.
6 Lições do TRANSPLANTE que Todo Renal Crônico PRECISA SABER !
Qual é o transplante mais raro do mundo?
O transplante multivisceral é considerado em casos raros e críticos, em que a falência de, pelo menos, dois órgãos compromete gravemente a saúde do paciente, mais frequentemente, o fígado e o intestino.
Já na morte por coração parado, somente os tecidos (córneas, ossos, pele e válvulas cardíacas) podem ser doados. No Brasil, não é permitido o transplante de nenhum outro órgão, como por exemplo: pênis, útero, mão e outras partes do corpo humano.
O câncer de pâncreas apresenta a menor taxa de sobrevivência, de 10%, seguido pelo câncer de vesícula biliar, com taxa de 18%. O câncer é uma doença caracterizada pela proliferação desordenada de células, que podem invadir tecidos e órgãos.
Existe limite de idade para ser doador ou receptor? O que determina o uso de partes do corpo para transplante é o seu estado de saúde. Em geral, aceita-se os seguintes limites, em anos: rim (75), fígado (70), coração e pulmão (55), pâncreas (50), válvulas cardíacas (65), córneas (sem limite), pele e ossos (65).
Portanto, é possível uma pessoa viver sem parte do seu fígado, em especial porque esse órgão pode se regenerar e recuperar o seu tamanho normal. De toda forma, o ideal é cuidar bem dele para manter a sua saúde e integridade, evitando que um procedimento tão invasivo seja necessário.
"A média de sobrevida no primeiro ano atualmente é de 80%, o que é muito bom se compararmos aos pacientes que estão na fila e que têm chances de 80% a 90% de mortalidade. A sobrevida média está girando em torno de 13 anos. Existem casos que têm mais de 20 anos depois do os transplantes", afirma Bissoli.
Apresentador fez transplante no último dia 26. O apresentador Fausto Silva, o Faustão, que passou por um transplante de rim no dia 26 de fevereiro, fez uma embolização nesta semana, procedimento cirúrgico em que o fornecimento de sangue é interrompido propositalmente em uma parte do corpo.
O fígado pode ser de doador vivo ou morto. Um membro da família ou uma pessoa sem relação com você pode ser compatível e pode te doar uma parte do fígado. O fígado é o único órgão no corpo que pode se regenerar, então, o doador pode viver uma vida saudável após a doação.
Não, uma pessoa não pode viver sem os dois rins. Porém, se por qualquer motivo uma pessoa ficar sem a função de ambos os órgãos, ela poderá viver por meio de hemodiálise.
O valor do transplante atualmente é de R$ 33.147,18. Neste contexto, o estudo mostrou que no primeiro ano o transplante possui um valor superior, porém em longo prazo este prevalece como a melhor opção e mais econômica.
A doação pode ser de órgãos (rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão) ou de tecidos (córnea, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea e sangue de cordão umbilical). A doação de órgãos como rim, parte do fígado ou da medula óssea pode ser feita em vida.
Alguns tumores de próstata, mama e tireoide, por exemplo, frequentemente evoluem lentamente sem sintomas óbvios ou disseminação além da área original. Pesquisas sugerem que alguns desses cânceres são tratados excessivamente.
O coração é um músculo autônomo e pode bater até quando retirado do corpo. A oferta de oxigênio é o que o induz a continuar ativo após a morte cerebral, e esta é suprida por respiradores eletrônicos, nos casos em que a morte ocorre em socorro hospitalar.
Segundo os especialistas, o órgão mais difícil de encontrar é o pulmão – porque depende de fatores adicionais, como o tamanho do doador e do receptor, que precisam ser compatíveis. O coração tem o mesmo problema. Já o transplante de intestino, apesar de já ter sido feito no país, ainda é inicial.
Qual a única parte do corpo que não recebe sangue?
A córnea é uma camada protetora vital para a visão. Trata-se de uma membrana fina, transparente e fibrosa, situada na parte anterior do globo ocular. Ou seja, ela fica bem na frente do olho, como se fosse o vidro de um relógio ou um para-brisa.