Corrida do saci. Ótima brincadeira para estimular a coordenação e o equilíbrio. Essa brincadeira também tem origem nas tribos indígenas do Mato Grosso – Kalapalo. Com algum material – giz, areia ou qualquer coisa que possa ser usado para marcar – defina o início e o final do campo de corrida.
A lenda do saci surgiu, segundo os estudos, na região Sul do Brasil entre os índios guarani. Conta-se que, a princípio, era conhecida no idioma tupi-guarani como çaa cy perereg. A influência dessa lenda no Sul foi tão grande que ela não ficou reclusa ao Brasil e espalhou-se pelos países vizinhos.
Qual a origem da brincadeira de cabo de guerra indígena?
Não há tempo nem local específicos para identificar a origem do cabo de guerra. O concurso de puxar corda provém de antigas cerimônias e cultos, que são encontrados em todo o mundo, como por exemplo, no Egito, Myanmar, Índia, Bornéu, Japão, Coreia, Havaí e América do Sul.
As crianças Guarani de São Paulo e do Espírito Santo dão esse nome para a brincadeira porque ela lembra o jeito como a mandioca é colhida. Já as Xavante a chamam de “tatu”. Funciona assim: uma criança abraça o tronco de uma árvore com força, para não soltar.
Nos tempos do Romantismo, o brincar aparece como algo sério e destinado a educar a criança. As crianças participavam de diversas brincadeiras como forma de diversão e recreação no decorrer do tempo somente para livrá-las das responsabilidades e preocupações do mundo em que o adulto estava inserido.
A origem do nome mandioca (manioca) provém de uma lenda Tupi: uma índia Tupi deu à luz a uma menina de pele clara e cabelo loiro muito alegre. Deu o nome à menina de Mani. Mas um certo dia Mani morreu e foi enterrada dentro da oca. Depois de alguns dias brotou uma planta, que chamaram de Maniva.
Corrida do saci. Ótima brincadeira para estimular a coordenação e o equilíbrio. Essa brincadeira também tem origem nas tribos indígenas do Mato Grosso – Kalapalo. Com algum material – giz, areia ou qualquer coisa que possa ser usado para marcar – defina o início e o final do campo de corrida.
O Saci é uma figura central nas tradições folclóricas brasileiras, conhecido por suas travessuras, como esconder objetos e causar pequenas confusões. Ele simboliza a esperteza e a resistência, e suas histórias são contadas em diversas regiões do país, refletindo a riqueza da cultura popular que nos une.
Uma corrida de uma perna só, popular entre os Kalapalo, do Alto Xingu (Pará). Participam homens, adultos e crianças e acontece no centro da aldeia. É só marcar no chão uma linha de partida e outra de chegada e começar a diversão. Ganha quem for mais longe sem usar os dois pés.
É um esporte praticado em várias regiões do Brasil, e tem como origem, o estado de Minas Gerais, proveniente dos índios que habitavam aquela região, que utilizavam tocos de madeira e palha amarrados em penas de aves, arremessando o artefato entre si como forma de diversão.
Origem. Acredita-se que amarelinha teria sido inventada pelos romanos, já que gravuras mostram crianças brincando de amarelinha nos pavilhões de mármore nas vias da Roma antiga. Na época, o percurso carregava o simbolismo da passagem do homem pela vida. Por isso, em uma das pontas se escrevia céu e, na outra, inferno.
Não existe um consenso sobre como ele teria perdido uma das pernas. Em uma versão do mito, o Saci teria perdido uma das pernas em uma briga de capoeira. Em outra, a figura era um menino escravizado, que corta a própria perna após ser acorrentado e se torna uma pessoa livre.
Com a influência da mitologia africana, o Saci se transformou em um menino negro agitado que perdeu a perna lutando capoeira. Também herdou o pito, uma espécie de cachimbo, e ganhou da mitologia europeia um gorrinho vermelho. O primeiro escritor a falar do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato.
Ele é um importante conhecedor das ervas da floresta, da fabricação de chás e medicamentos feitos com plantas. Ele controla e guarda os segredos e todos estes conhecimentos. Aquele que penetra nas florestas em busca destas ervas, deve, de acordo com a mitologia, pedir sua autorização.
O saci defende as florestas e os animais, que mais do que nunca estão ameaçados por incêndios, pelas mudanças no clima e pela ação de pessoas e empresas que derrubam as matas para lucrar com os recursos da natureza.
Algumas versões do saci apresentam-no com a mão furada, sendo essa uma característica extraída do “pesadelo”. Já o ato de fumar está relacionado com a cultura indígena, mas também era uma influência da cultura africana.
O pião de tucumã é um brinquedo tradicional dos Índios Panará e pode ser feito com a semente do tucumã, uma fruta de uma palmeira típica da região amazônica ou com uma pequena cabaça. Uma vez pronto, é só puxar a linha com bastante força, sem deixar que o pião entorte para um dos lados.
O Ikindene desenvolve força, coragem, resistência e concentração. Durante todo o ano as pessoas da aldeia se preparam para a luta, treinando para as disputas nos rituais. O objetivo do Ikindene é derrubar o oponente no chão; mas um simples toque de mão na perna do adversário acaba com a luta.
A origem exata dos jogos com bolas de gude não é clara, mas os relatos e registros históricos, arqueológicos e culturais sugerem que o hábito é muito antigo. As primeiras notícias são do ano 3.000 a.C.: As bolinhas foram encontradas em túmulos egípcios dessa época, segundo o pesquisador Roberto Azoubel.
Originária da América do Sul, a mandioca (Manihot esculenta Crantz) constitui o segundo alimento energético (atrás apenas do arroz) para 1 bilhão de pessoas, principalmente nos países em desenvolvimento. Cerca de 100 países produzem mandioca, sendo que o Brasil participa com 5,7% da produção mundial.
Segundo a lenda do Saci, ele é um ser baixinho, negro e possui apenas uma perna – por isso se locomove pulando rapidamente pela floresta. Outra característica marcante é o seu capuz vermelho. O Saci é muito brincalhão, agitado e travesso. Por isso ele está sempre realizando travessuras por onde passa.
Reza a lenda que o Açaí começou a ser utilizado como alimento muitos anos atrás, depois que o cacique Itaki teve sérios problemas para alimentar seu povo – uma nação indígena que vivia na Floresta Amazônica.