Nesta segunda-feira (20), a Polishop, empresa que ele fundou em 1999 com a venda de dieta de emagrecimento na TV, entrou em recuperação judicial com uma dívida declarada de R$ 352,190 milhões e um prejuízo superior a R$ 155 milhões em 2023.
Já receita líquida da Polishop sofreu expressiva queda, somando R$ 70,538 milhões de janeiro a abril deste ano, segundo o relatório. Para efeito meramente ilustrativo (bases diferentes), as receitas ficaram em R$ 1,112 bilhão em 2023 (ano inteiro), R$ 970,283 milhões em 2022 e R$ 878,980 milhões em 2021.
A origem da crise da Polishop que levou ao pedido de recuperação judicial da rede varejista — admitido pela Justiça de São Paulo em maio desse ano — teria sido causada por uma discordância entre sócios da companhia, segundo relatou o CEO João Appolinário, um dos donos da empresa, ao jornal O Estado de S. Paulo.
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A Polishop está quebrando?
Após mais de um ano em crise financeira, a Polishop entrou em recuperação judicial. A dívida é de 352,1 milhões de reais. Há pouco tempo, a empresa já havia ajuizado o pedido de uma tutela de urgência cautelar enquanto preparava a formalização da recuperação judicial.
A fortuna de Appolinário não é certa, mas estima-se que seja cerca de R$ 2 bilhões, já que o faturamento estimado de sua principal empresa é de R$ 1 bilhão por ano.
A Polishop fechou mais de 100 unidades em shoppings como parte de uma reestruturação empresarial, mas enfrenta problemas legais devido a ações de despejo e processos judiciais.
A marca fechou lojas nos últimos anos e planejava abertura de franquias para voltar a crescer. A dívida da Polishop é estimada em R$ 395 milhões, de acordo com informações apuradas pelo jornal Valor Econômico.
Hoje, a Polishop está em marketplaces de redes como Magazine Luiza, Via, Mercado Livre, Americanas, entre outros. A empresa pretende vender também nas lojas físicas desses concorrentes.
Os demais bancos que aparecem na lista da Polishop são Bradesco (quase R$ 11 milhões), Itaú (aproximadamente R$ 9,5 milhões), Banco Original (R$ 4,5 milhões), Banco Safra (R$ 5,1 milhões) e Votorantim e Banco da Amazônia, com R$ 3,6 milhões cada um.
Empresa tem R$ 395 milhões em dívidas e enfrenta dificuldades desde a pandemia de Covid-19. A Justiça de São Paulo aceitou nesta segunda-feira (20) o pedido de recuperação judicial da Polishop. A varejista de eletrodomésticos havia protocolado o pedido no início do mês, reportando dívidas de R$ 395 milhões.
Com uma dívida de mais de R$ 352,2 milhões, a Polishop, famosa por seus produtos inovadores e infomerciais, enfrenta um dos maiores desafios de sua história. Em maio deste ano, a empresa entrou com um pedido de recuperação judicial, buscando uma solução para evitar a falência e tentar reestruturar suas operações.
Com o fim da pandemia, a rede não conseguiu retomar as vendas nos patamares anteriores. Com isso seu passivo continuou a crescer e a crise da empresa se agravou. Em 2023, a rede teve prejuízo de mais de R$ 155 milhões. Segundo o pedido, hoje suas despesas são maiores que as receitas.
Crise. O acúmulo de dívidas da Polishop ocorre há alguns anos. Mais recentemente, desde 2022, os shoppings onde a empresa mantinha lojas começaram a entrar com processos na Justiça por falta de pagamento do aluguel. À época o valor acumulado era de R$ 9 milhões.
A Polishop, sob o nome Polimport, entrou em recuperação judicial, após mais de um ano enfrentando uma crise financeira, conforme noticiou a EXAME. A empresa brasileira de varejo multicanal, que hoje possui uma dívida de 352,1 milhões de reais, se destacou em anos anteriores com seus populares comerciais na televisão.
Também de acordo com a reportagem, e empresa solicitou que a cobrança fosse paralisada, já que a companhia entrou em processo de Recuperação Judicial no mês de maio com dívidas de R$ 352 milhões.
A 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo aprovou nesta segunda-feira (20) o pedido de recuperação judicial da varejista de eletrodomésticos Polishop, cujo valor da ação soma quase R$ 400 milhões.
Patrimônio. Nas eleições gerais no Brasil em 2022, declarou um patrimônio de 16,9 milhões de reais, posteriormente retificado para 96,2 milhões de reais. Nas eleições municipais de 2024, Marçal declarou ter um patrimônio de 193,5 milhões de reais.
O empresário paulista João Appolinário é conhecido por fundar a Polishop e apresentar o programa "Shark Tank". A varejista foi criada em 1999 e cresceu exponencialmente, abrindo as primeiras lojas físicas em quatro anos depois. Em 2019 somava cerca de 280 unidades que se transformaram em pouco mais de 70 atualmente.
Se você está se perguntando qual o patrimônio de Camila Farani, lembre-se que ela não revela informações da vida pessoal ou do patrimônio. Porém, estima-se que os seus investimentos já ultrapassaram os R$ 35 milhões e que seus negócios movimentam em média R$ 3,7 bilhões por ano, gerando mais de 15 mil empregos.