Embora tenha nascido como uma adaptação não autorizada de Drácula, Nosferatu conseguiu se estabelecer como uma obra única que deixou sua própria marca no gênero. Enquanto Drácula representa o lado romântico e sedutor do vampiro, Nosferatu encarna o horror e a monstruosidade.
Apesar das mudanças, as semelhanças com o livro original eram inegáveis, e Florence Balcombe, viúva de Bram Stoker, tomou medidas legais para proteger os direitos autorais de seu falecido marido. Drácula veio antes de Nosferatu e já foi adaptado várias vezes em séries e filmes.
Assim poderíamos resumir o começo da história de Nosferatu, um dos vampiros mais famosos da história do cinema, imortalizado pela primeira vez em 1922 pelo diretor alemão Friedrich Wilhelm Murnau.
O longa narra a história de Conde Orlok, um vampiro dos Montes Cárpatos que se apaixona perdidamente por Ellen e traz o terror à cidade dela, Wisborg. Nosferatu é considerado um dos primeiros representantes do gênero de terror no cinema, além de sua concepção visual ter exercido forte influência no gênero.
O filme narra a história de Hutter, agente imobiliário que, a pedido de seu chefe, viaja ao encontro de um novo cliente, o conde Orlok. O conde, na verdade, é um vampiro milenar que espalha o terror na região de Bremen, na Alemanha, e se apaixona por Ellen, a noiva de Hutter.
ESTÃO CONECTADOS? QUAL A RELAÇÃO ENTRE NOSFERATU E DRÁCULA?
Nosferatu e Drácula são a mesma coisa?
Na verdade, Nosferatu e Drácula são basicamente a mesma história – mas com algumas diferenças importantes entre elas, inclusive do vampiro protagonista.
Na família Cullen, o mais velho é Carlisle . Segundo a obra, ele nasceu no ano de 1640 em Londres, e se transformou em vampiro quando tinha 23 anos, em 1663. Em 2005, ano em que o primeiro livro foi lançado, a patriarca teria completado 365 anos.
O dia 2 de janeiro de 2025 será marcado pela estreia, nos cinemas brasileiros, da nova versão de "Nosferatu". É a quarta produção que se usa do personagem e da história, dessa vez comandada por Robert Eggers, cineasta que fez sucesso no meio do terror independente com "A Bruxa", de 2015, e "O Farol", de 2019.
Para evitar a violação de direitos autorais, Friedrich Wilhelm Murnau, diretor do Nosferatu de 1922, mudou o nome do vampiro de Stoker, Conde Drácula, para Conde Orlok, bem como os de outros protagonistas da história.
Robert Tigers deu a sua declaração explicando que ele escolheu por o bigode no porque na época os homens da Transilvânia tinha um bigode inclusive o o empalador tinha bigode o Drácula verdadeiro Drácula original então por isso que o nosso querido com aparência grotesca tá usando um bigodinho mas me diz aí vocês, cês ...
Ela se sacrificou para distraí-lo, para que ele não percebesse que era amanhecer até ser tarde demais. Ela, essencialmente, o seduziu a exagerar no sangue e esquecer a hora.
À época, Bram Stoker havia falecido há poucos anos, mais precisamente em 1912. Desde então, a viúva do autor, Florence Stoker, detinha os direitos sobre a obra do marido, e não os cedeu à Prana Film, impossibilitando que a produtora retratasse a história nas telas legalmente.
O sobrenome romeno de Vlad III era Dracuela, que significa algo próximo de “filho do dragão”. Isso porque seu pai, Vlad II, pertencia a uma seita religiosa cujo símbolo era o dragão. Por essa razão, Vlad III também ficou conhecido como Vlad Dracul¹ ou, simplemente, Drácula.
peach Lançado em 1922 e dirigido por F.W. Murnau, Nosferatu deu origem a uma lenda peculiar: Max Schreck, o ator que viveu o Conde Orlok, seria um vampiro real.
Drácula, o aristocrata vampírico, é praticamente um super-herói sombrio. Ele pode se transformar em névoa, lobo ou morcego, controlar animais, e até mesmo atravessar paredes. Já Nosferatu é bem mais limitado: ele não pode se transformar e não possui o charme hipnótico de Drácula.
“Nosferatu” se tornou a principal referência de vampiros no cinema, com a versão recém-lançada sendo a segunda releitura cinematográfica do longa. Neste texto, o Nexo apresenta a relação entre o Conde Drácula e o Conde Orlok, quais os impactos do filme de Murnau e as reações às releituras de “Nosferatu”.
Uma das espécies de vampiros que existe no Brasil, há séculos, é conhecido como Jararaca. Essa é uma espécie que se apresenta, normalmente, na forma feminina, apesar de existires relatos de indivíduos masculinos.
Nosferatu seria a personificação dos desejos reprimidos de Ellen, relacionados a Eros e Thanatos, ao desejo e à morte. Nosferatu também pode ser associado à peste e ao medo do contágio, símbolos de um terror coletivo compartilhado.
A idioma que Orlok fala no “Nosferatu” original é “enoquiano”, uma língua criada pelo ocultista britânico John Dee no século XVI (no novo filme, Orkok fala dácio, idioma antigo da região da Transilvânia).
Vampiros. Sangue é de fato uma palavra bastante usada na Bíblia, e há algumas ocasiões em que é mencionado que não devemos consumi-lo, como Deuteronômio 12:23, que diz: “Somente esforça-te para que não comas o sangue; pois o sangue é vida; pelo que não comerás a vida com a carne.”