Os primeiros sintomas mais comuns da esclerose sistêmica são inchaço (dedos inchados) e, em seguida, espessamento e enrijecimento da pele nas extremidades dos dedos, e síndrome de Raynaud, na qual os dedos ficam muito pálidos e dormentes ou com formigamento, doloridos ou ambos em resposta ao frio ou estresse emocional.
A esclerose sistêmica afeta o tecido conjuntivo dos órgãos internos como o sistema digestório, resultando em: Dificuldade para engolir. Queimação causada pelo refluxo de ácido do estômago para o esôfago. Distensão abdominal, diarreia ou constipação.
Qual exame de sangue detecta a esclerose sistêmica?
Os anticorpos anti-DNA topoisomerase I (anti-Scl-70) são marcadores diagnósticos de esclerose sistêmica (ES) e também têm importância prognóstica porque denotam risco de desenvolvimento de fibrose pulmonar.
O metotrexato é a primeira opção terapêutica para o espessamento cutâneo progressivo nos pacientes com esclerose sistêmica. A ciclofosfamida, o micofenolato de mofetil e o rituximabe podem representar opções terapêuticas nos casos não responsivos ao tratamento com metotrexato.
A sobrevida geral em 10 anos é de 92% para a esclerose sistêmica limitada e de 65% para a esclerose sistêmica difusa. Os preditores de mortalidade precoce são sexo masculino, início tardio, doença difusa, hipertensão arterial pulmonar e crise renal (1).
A Esclerose Sistêmica é uma doença reumática autoimune, rara mas potencialmente grave quando não diagnosticada e tratada precocemente. O seu nome remete à associação com uma enfermidade neurológica, a Esclerose Múltipla (EM), também de causa autoimune.
Pode ser tratada pelo dermatologista ou reumatologista. Usamos medicações tópicas e até drogas imunossupressores a depender da extensão do quadro. Voltemos agora a falar sobre a Esclerose Sistêmica.
Uma doença sistêmica afeta múltiplos órgãos ou tecidos do corpo humano. A Psoríase está frequentemente associada à artrite psoriásica, uma doença que causa dor nas articulações devido a inflamação das mesmas.
É crônica, progressiva e autoimune, ou seja, as células de defesa do corpo atacam o próprio sistema nervoso central, cérebro e medula espinhal, destruindo o tecido protetor (mielina), que envolve as fibras nervosas, impedindo ou alterando a transmissão das mensagens do cérebro para as diversas partes do corpo.
Além disso, algumas pessoas experimentam comichão. Quando você tem EM, os nervos em sua pele ou os nervos que enviam sinais para sua pele podem ser danificados. Este dano pode causar-lhe uma sensação de coceira mesmo que não consiga qualquer irritação.
O que causa a esclerose sistêmica? A causa exata da esclerose sistêmica é desconhecida, mas acredita-se que seja uma combinação de fatores genéticos e ambientais, incluindo exposição a toxinas. Além disso, parece haver um componente autoimune, onde o sistema imunológico ataca erroneamente células saudáveis.
Transtornos visuais - como visão embaçada ou dupla, perda do brilho das cores e até perda da visão; Problemas de equilíbrio e coordenação - inclui instabilidade ao caminhar, vertigens e fraqueza nos membros; Rigidez excessiva - de algum membro do corpo.
O diagnóstico é geralmente baseado em características clínicas, presença de autoanticorpos e nos achados da capilaroscopia periungueal. Exames laboratoriais e de imagens são fundamentais para estabelecer a extensão e gravidade dos comprometimentos cutâneo e sistêmico.
Quais os direitos de quem tem esclerose sistêmica?
Sim, pessoas diagnosticadas com esclerose múltipla também têm direito ao auxílio-doença. Basta atender aos critérios estabelecidos pelo INSS, como comprovar a incapacidade total para trabalhar através de documentação médica e possuir a qualidade de segurado.
Quais são os sintomas da esclerose sistêmica precoce?
A esclerose sistêmica precoce é uma condição na qual o paciente apresenta alguns pontos sugestivos (principalmente alguma combinação entre fenômeno de Raynaud, alteração do exame de FAN no sangue e alteração da capilaroscopia periungueal – exame que será discutido abaixo) de esclerose sistêmica, porém, não há nenhum ...
O tocilizumabe, um imunobiológico inibidor do receptor da interleucina 6 (IL-6R), também se tornou uma opção para a esclerose sistêmica difusa, isto é, forma da doença que se dissemina da pele para todo o corpo.
O acompanhamento dos pacientes feito ao longo dos cinco anos seguintes ao transplante mostrou sobrevida de 78% – oito pessoas morreram em decorrência de recaída da doença. A sobrevida livre de progressão foi de 70%.
Comissão aprova ampliação de lista de doenças incapacitantes para o trabalho. Entre as enfermidades incluídas na lista, que dariam direito à aposentadoria por invalidez, estão esclerose sistêmica e doença pulmonar crônica.
Imunomoduladores. O primeiro medicamento para esclerose múltipla que apresentamos são os imunomoduladores. Eles são considerados medicamentos de primeira linha para o tratamento dessa doença e são aplicados através de injeções intramusculares ou subcutâneas, embora também exista a opção de comprimido.
São muitas as restrições que a esclerose múltipla pode causar ao paciente, porém nenhuma delas diminui a expectativa de vida ou impede o portador de viver normalmente. Por esse motivo, o tratamento para esclerose múltipla é um aliado para que o paciente consiga levar uma vida normal.
A suplementação de creatina (Cr) tem sido investigada em estudos com propósitos ergogênicos e terapêuticos. Sugere-se que pacientes com doenças neuromusculares, como a esclerose múltipla e distrofias musculares, são beneficiados com a suplementação de Cr.