A fobia social é um distúrbio no qual as pessoas evitam situações sociais de forma tão intensa que comprometem a qualidade de vida. Elas acreditam que são avaliadas a todo instante e, por isso, não conseguem se aproximar de outras pessoas. Os tipos de fobia social podem ser variados.
Você pode estar desenvolvendo algo relacionado a ansiedade, mas para compreender melhor o seu caso, se faz necessário fazer um acompanhamento com terapia e também consultar um psiquiatra para estabilizar seu mal estar. O melhor nesse caso é tratar com Terapia Cognitivo Comportamental.
Fatores psicológicos. Características de personalidade, como baixa autoestima ou alta sensibilidade à crítica, podem influenciar a fobia social. Além disso, outras condições psicológicas, como depressão e ansiedade, podem exacerbar os sintomas.
Quando a pessoa não consegue ficar no meio de muita gente?
Agorafobia é o medo ou ansiedade de estar em situações ou lugares (por exemplo, no meio de uma multidão ou no shopping ou quando está dirigindo) dos quais ela não poderia escapar facilmente ou onde não haveria ajuda disponível se a pessoa apresentar ansiedade intensa.
É normal sentir-se nervosa ou agoniada quando está perto de muitas pessoas, e essa sensação pode se intensificar a ponto de gerar comportamentos como o que você mencionou. Os sintomas da ansiedade social incluem: Sintomas Físicos: Aumento da frequência cardíaca, sudorese, tremores, náuseas e tensão muscular.
7 SINAIS DE QUE VOCÊ NÃO É TÍMIDO MAS TEM ANSIEDADE SOCIAL
Porque me sinto mal em lugares cheios?
Possíveis causas
“O indivíduo pode ter um ataque de pânico em um lugar fechado e, a partir daí, ter estímulos condicionantes de ansiedade em ambientes semelhantes. Ou pode ter um episódio de mal-estar dentro de um elevador e ficar com medo de ter aquela sensação nas próximas vezes que entrar”, explica o psiquiatra.
A fobia social é um distúrbio no qual as pessoas evitam situações sociais de forma tão intensa que comprometem a qualidade de vida. Elas acreditam que são avaliadas a todo instante e, por isso, não conseguem se aproximar de outras pessoas. Os tipos de fobia social podem ser variados.
Esse tipo de comportamento é conhecido como síndrome do pânico pós-interação social. Ele pode ser causado por uma combinação de fatores, incluindo ansiedade social, baixa autoestima e uma tendência a ser crítico consigo mesmo.
A pessoa com transtorno de personalidade limítrofe geralmente tem dificuldade em ficar sozinha e pode recorrer a ações autodestrutivas para conseguir lidar com o fato de que está sozinha ou para evitar que isso ocorra. Ela realiza esforços frenéticos para evitar o abandono, incluindo criar crises.
Se sentir mal na presença de outra pessoa é um desconforto que pode ser explicado pela falta de autoconhecimento e pela dificuldade de entender as próprias emoções.
O bloqueio emocional é um mecanismo de defesa onde a pessoa bloqueia as emoções para evitar o sofrimento e a dor em algumas situações, podendo causar falta de interesse em se envolver com outras pessoas, pensamentos negativos, ansiedade e irritabilidade, por exemplo.
Isso é muito comum em pessoas que têm ansiedade social ou traços de introversão. No entanto, também pode ser algo que você queira mudar ou melhorar para se sentir mais confortável nas interações sociais. É importante reconhecer e aceitar seu estilo de socialização, seja ele introvertido ou outro.
Quando a pessoa se irrita com facilidade, o que pode ser?
É comumente associada às sensações de frustração, impaciência e, em casos mais extremos, raiva. Esse estado pode ser desencadeado por uma variedade de fatores, incluindo estresse, fadiga, fome, desequilíbrios hormonais, problemas de saúde mental, riscos psicossocias, entre outros.
Este sentimento de inadequação que te impede de frequentar alguns espaços pode ser indício de transtorno de ansiedade social ou fobia social. Algum nível de ansiedade em público é aceitável e até esperado.
Este estudo qualitativo encontrou que o sentimento crónico de vazio pode ser experienciado como uma sensação de entorpecimento e anestesia emocionais, descrevendo uma forma de viver mecanicamente, sem propósito e sentido na vida, o que traduz a desconexão com o próprio, o mundo e os outros.
O que você está descrevendo pode estar relacionado a sintomas de ansiedade social, uma condição em que a interação com outras pessoas, seja online ou presencial, provoca desconforto, medo ou ansiedade intensa.
O esgotamento social ocorre quando interações com outras pessoas drenam sua energia mental e emocional. Com o mundo tão hiperconectado, até mesmo pequenas tarefas sociais podem parecer assustadoras para alguns.
A dificuldade de se socializar e o medo de se reunir com outras pessoas podem indicar a presença de fobia social, que é um transtorno de ansiedade caracterizado por ansiedade intensa em situações sociais. No entanto, é importante destacar que não é necessariamente uma questão de ser antissocial.
A paroxetina é o medicamento mais estudado com metodologia duplo-cega, com melhores resultados e com boa tolerância. Atualmente, os indivíduos que têm sua vida prejudicada pela fobia social podem, com o tratamento eficaz, adquirir uma postura mais segura em situações sociais.
O diagnóstico correto e preciso do TDAH só pode ser feito através de uma longa anamnese (entrevista) com um profissional médico especializado (psiquiatra, neurologista, neuropediatra). Muitos dos sintomas podem estar associados a outras comorbidades correlatas ao TDAH e outras condições clínicas e psicológicas.
Termo usado para explicar o medo irracional de se envolver em jogos amorosos. A pessoa evita carícias, beijos, preliminares, tudo relacionado ao jogo da sedução, do contato íntimo com o outro (e não só amoroso, sexual). Para quem sofre desta fobia é impensável se envolver com alguém.
Nesse sentido, psicólogos explicam que sentir-se só acontece quando a pessoa não encontra formas significativas de ser útil, seja a si mesmo ou à sociedade. Tem a ver com a maneira que o sujeito vê e se vê no mundo. Está ligado com sensações de estranhamento, dificuldade de aceitação e de não pertencimento.
Algumas dessas causas incluem fatores hereditários, alterações na estrutura cerebral, influência do meio onde vivem, traumas ou experiências negativas, exposição frequente a fatores de risco na infância, temperamento e até mesmo a persistência de novas situações que demandem interação social.
Este tipo de comportamento pode aparecer como consequência de transtornos mentais, mas também de situações específicas. Na verdade, inúmeras são as razões que podem trazer esse medo ou mesmo a falta de vontade de se comunicar com outras pessoas.