Do ponto de vista cosmológico, a gravidade faz com que a matéria se junte e se mantenha intacta. Por isso existem planetas, estrelas e galáxias. Tal como nós somos puxados para o chão, pela mesma força da gravidade (se isso não acontecesse flutuávamos, tal como os astronautas no espaço).
A ciência responde! Os planetas do Sistema Solar estão 'presos' ao Sol devido à força da gravidade que o Sol exerce sobre esses corpos. É por isso que eles estão continuamente girando ao redor do Sol — na Terra, um giro é completado a cada um ano.
1.7. Por que os planetas não colidem entre si. È uma questão de Força Centrifuga,se existe a força que tende afastar o corpo em sua tragetória circular. A força centrífuga,como o nome sugere faz com que o corpo em movimento circular ou eliptico.
Além de ter originado a Lua, a colisão também pode ter feito com que a Terra ficasse inclinada causando as estações do ano que conhecemos hoje. É esperado que na formação de um novo sistema planetário possa ocorrer colisões com uma frequência maior.
A gravidade mantém cada planeta orbitando o Sol porque a estrela e seus planetas são objetos muito grandes. A força da gravidade também mantém as luas em órbita ao redor dos planetas.
Teoria da relatividade geral explica a gravidade como uma curvatura do tecido espaço-tempo. A força da gravidade é a que mantém os corpos unidos em função de suas massas. A aceleração da gravidade da Terra depende da latitude, longitude, altitude, topografia, geologia e intensidade da força da gravidade.
Pode parecer óbvio, mas é a pura verdade: os planetas rodam porque não existe nenhuma força para brecá-los. O fato é que tudo tende a manter seu movimento se não aparecer nada que se oponha.
A razão é a inércia, a massa do sol é muito maior do que a de todos os demais componentes do sistema solar. A 3a lei de Newton garante que a força que o sol faz num planeta é a mesma que o planeta faz no sol, mas, como o sol tem uma massa muito maior a sua aceleração é muito menor.
Qual planeta teria uma possível colisão com a Terra?
A teoria criada nos anos 1980 diz que Lua teria sido criada pelo choque entre a Terra e o planeta Theia há 4,5 bilhões de anos. O nome Theia vem da deusa da mitologia grega, mãe de Selene, a deusa da Lua. O planeta teria se desintegrado no impacto, e seus destroços teriam se misturado com os da Terra para formar a Lua.
Apesar do grande tamanho de Júpiter, ele reduziria a massa do Sol em apenas 0,1%. Essa colisão, que seria semelhante a uma carga de profundidade no espaço, alteraria de forma dramática a aparência do Sol, tornando-o potencialmente mais visível a partir da Terra.
🤔 ✨ No espaço, os astronautas vivem em um ambiente de microgravidade. Isso significa que tudo, incluindo a Estação, está em queda livre ao redor da Terra, criando a sensação de ausência de peso. Sem uma força gravitacional significativa para "puxar" os líquidos, a água age de maneira bem diferente.
É a força da gravidade que impede que as estrelas caiam, de certa forma é como se estivessem a puxar umas pelas outras. Do ponto de vista cosmológico, a gravidade faz com que a matéria se junte e se mantenha intacta. Por isso existem planetas, estrelas e galáxias.
Atualmente, acredita-se que o movimento tenha surgido com a criação do universo. Quando houve a explosão criadora, nuvens de poeira e partículas se puseram em movimento. No centro do sistema, o próprio Sol também realiza um movimento rotacional.
A velocidade de giro da Lua ao redor da Terra mantém-na em um movimento de queda infinito ao redor do planeta, por isso, o astro nunca atinge o solo terrestre. O movimento da Lua não encontra resistência no espaço, pois ocorre no vácuo, a velocidade é mantida e nosso satélite sempre se manterá em órbita.
De acordo com a professora de física Kamila Pimentel, do Colégio Católica Brasília, a principal razão pela qual não sentimos a rotação da Terra é que ela ocorre de maneira suave e constante, sem acelerações bruscas. “Estamos todos em movimento com o planeta, incluindo a atmosfera, o que cria uma sensação de inércia.
Em 2006, a União Astronômica Internacional rebaixou Plutão para uma das dezenas de planetas anões existentes no Universo. Em 2006, o mundo perdeu muitas estrelas – o ícone da soul music James Brown e o naturalista Steve Irwin, por exemplo – mas apenas um planeta: Plutão.
Cometa enorme passará pelo Sol em 2031, segundo dados do Hubble. Um cometa com um núcleo maior do que o estado de Rhode Island está vindo em nossa direção, mas a Terra não corre o risco de uma situação de “não olhe para cima”, dizem os astrônomos.
Em setembro do ano passado, um meteoro atingiu a superfície lunar, como demonstrado nesta animação da Agência Espacial Norte-Americana. O clarão do impacto durou 8 segundos, o mais longo já observado.
Por ter uma enorme massa, a Terra exerce uma forte ação gravitacional – suficiente para atrair a maçã para o chão, para nos manter sobre a sua superfície e mesmo segurar a Lua orbitando ao seu redor.
As estrelas formam-se pela condensação de gases que se aglutinam pela atração gravitacional. As grandes nebulosas, por exemplo, são “berçários” de estrelas, uma vez que, em seu interior, grandes nuvens moleculares dão origem a novas estrelas.
Segundo os modelos teóricos atualmente aceitos, o Sol tem prazo de validade e vai “morrer” daqui a cerca de 5 bilhões de anos, tornando-se uma anã branca. O que vai ser da Terra, dos outros planetas, luas e asteroides do Sistema Solar quando isso acontecer? Isso é o que um novo estudo tenta responder.
As medições foram essenciais para confirmar a natureza planetária de Kepler-452b, o tamanho e brilho da estrela e também o tamanho do planeta e da órbita dele. O sistema Kepler-452 está localizado na constelação de Cygnus, a 1.400 anos-luz de distância de nós.
Em comparação com a gravidade terrestre, que é de aproximadamente 9,8 m/s², a aceleração centrípeta produzida pelo movimento de translação é muito pequena: 0,006 m/s², cerca de 1600 vezes menor.
Com o passar dos anos, a Lua sincronizou o seu movimento de rotação e de translação com a Terra, ou seja: enquanto completa uma volta em torno da Terra (translação), a Lua também completa uma volta em torno de si mesma (rotação). Isso faz com que ela tenha sempre a mesma face voltada para o nosso belo planeta azul.