São pobres por causa da composição mineral da argila caulinita. Por suas características físico-químicas, os solos possuem baixa capacidade de troca catiônica [íons de carga positiva] e, por isso, os nutrientes dissociados na solução do solo escoam junto com a água das chuvas para as camadas mais profundas.
Em áreas desmatadas, as fortes chuvas “lavam” o solo, carregando seus nutrientes. É o chamado processo de lixiviação[i], que deixa os solos amazônicos ainda mais pobres. Dos 6,7 bilhões de km2 de área da Amazônia, somente 14% de toda essa imensidão é considerada verdadeiramente fértil para a agricultura.
A falta de manejo adequado da terra, juntamente com as limitações naturais tais como a umidade excessiva e alta temperatura, alto grau de acidez e baixo suprimento de nutrientes do solo na maior parte da região, têm sido as causas da produtividade limitada de alimentos e fibras na Amazônia brasileira.
O solo da floresta amazônica é em geral bastante arenoso. Possui uma fina camada de nutrientes que se forma a partir da decomposição de folhas, frutos e animais mortos. Esta camada é rica em húmus, matéria orgânica muito importante para algumas espécies de plantas da região.
Os solos amazônicos possuem uma restrita camada de matéria-orgânica que se encontra na superfície, conhecida como húmus. Essa fina camada fértil é oriunda da própria floresta, nela os organismos (insetos, fungos, algas e bactérias) vivos reciclam os nutrientes dispostos no ambiente.
O SOLO DA AMAZÔNIA - GEOBRASIL {PROF. RODRIGO RODRIGUES}
Porque os solos da Amazônia são pobres em nutrientes?
São pobres por causa da composição mineral da argila caulinita. Por suas características físico-químicas, os solos possuem baixa capacidade de troca catiônica [íons de carga positiva] e, por isso, os nutrientes dissociados na solução do solo escoam junto com a água das chuvas para as camadas mais profundas.
Os solos amazônicos, pela ação dos fatores de formação, onde o clima e o material originário são os elementos de destaque, são em sua grande maio- ria de baixa fertilidade.
Os solos da região Amazônica são mais ácidos e apresentam valores de Al trocável significativamente superiores do que os da região de cerrado, o que requer mais corretivos de que o Cerrado. Há grande diferença entre a saturação por bases (V) e o pH nos solos das duas regiões.
O Brasil tem solos ácidos e pobres em nutrientes. Mas existem no país reservas minerais ou produção de fertilizantes para corrigir estes problemas? Felizmente temos no território nacional muito calcário para corrigir a acidez do solo e fornecer Ca e Mg e de fácil extração, o que torna o preço acessível aos produtores.
A lixiviação é um processo que consiste na lavagem superficial dos sais minerais para as camadas mais profundas do solo, principalmente pelo escoamento das águas superficiais.
A floresta amazônica tem um solo pobre em nutrientes. As plantas recebem a maior parte dos nutrientes através das folhas caídas que entram em decomposição, porém alguns nutrientes como o fósforo são varridos para os córregos e rios pelas chuvas.
A grande maioria dos solos do Brasil é ácida e pobre em nutrientes para o crescimento das principais cultu- ras. Assim, a fertilidade natural dos solos é baixa e não há reservas de nutrientes suficientes para sustentar pro- dutividades ótimas destas culturas.
A floresta de terra firme é o tipo de vegetação que melhor representa essa descrição da floresta amazônica. Ocorre nas partes mais altas do relevo, em áreas não sujeitas à inun- dação durante as chuvas ou nas cheias periódicas dos rios. É ela que compõe o tapete verde sem fim das imagens aéreas da Amazônia.
Dentre as classes de solo dominantes no estado do Amazonas, os Argissolos compreendem praticamente 45% da área do estado. Os Latossolos representam 26% da área, sendo predominantemente Latossolos Amarelos, cuja ocorrência se concentra próximo à região central do estado nas áreas de terra firme.
“A perda da floresta amazônica implicaria no desaparecimento dos enormes rios e biodiversidade da região, além de acabar com a regulação climática exercida pela floresta.
A grande maioria dos solos de terra firme da Amazônia são considerados pobres em nutrientes, ácidos e com baixa capacidade de troca de cátions (Vieira & Santos, 1987).
Segundo a Embrapa, o manejo inadequado da calagem, da gessagem e da adubação no Brasil estão entre os principais fatores que têm acentuado as limitações que a ausência de teores adequados desse nutriente no solo impõe nas lavouras.
São solos com alta permeabilidade à água, podendo ser trabalhados em grande amplitude de umidade. Os latossolos apresentam tendência a formar crostas superficiais, possivelmente, devido à floculação das argilas que passam a comportar-se funcionalmente como silte e areia fina.
Em áreas desmatadas, as fortes chuvas “lavam” o solo, carregando seus nutrientes. É o chamado processo de lixiviação[i], que deixa os solos amazônicos ainda mais pobres. Dos 6,7 bilhões de km2 de área da Amazônia, somente 14% de toda essa imensidão é considerada verdadeiramente fértil para a agricultura.
Produz o que chamamos de pó de fadas. São gases que saem das árvores e que se oxidam na atmosfera úmida para precipitar um pó finíssimo que é muito eficiente para formar chuva. - Parece uma fábula. É que a floresta manipula a atmosfera constantemente e produz chuvas para si própria, uma coisa quase mágica.
No bioma Cerrado, é possível encontrar solos como o latossolo e o solo podzólico ou argiloso. → Latossolo: solo ácido com coloração avermelhada e pobre em nutrientes.
A Índia tem a maior área de cultivo de solo, enquanto o Sul da Ásia e a Europa são considerados capitais agrícolas do mundo. Um novo mapa foi lançado hoje detalhando as terras cultivadas em todo o mundo na mais alta resolução ainda, ajudando a garantir a segurança global da comida e da água de forma sustentável.
Localização. Em toda a bacia amazônica, foram encontradas manchas de Terra Preta, principalmente em torno da região da Ilha de Marajós. Mais recentemente, o mesmo tipo de solo também foi identificado em áreas do Equador, Peru e Guiana Francesa.
A terra roxa foi formada após milhões de anos de decomposição de rochas basálticas. Por isso, o solo é rico em óxidos minerais, ou seja, uma ótima alternativa para o plantio de diversas culturas. Justamente por isso, chega a ser considerada uma das mais valiosas e caras do Brasil.