Quando a vírgula pode ser substituída por travessão?
Quando a interrupção é muito longa, dentro da qual já existam vírgulas, prefere-se usar o travessão duplo em vez de mais duas vírgulas. A frase acima é exemplo disso.
Os parênteses servem para isolar expressões de caráter explicativo ou não. Em alguns casos, eles podem substituir as vírgulas e também os travessões. Há duas formas de se referir a esses sinais gráficos: “parênteses” ou “parêntesis”. De forma geral, parênteses, chaves e colchetes apresentam a mesma utilidade.
O hífen tem como função unir duas ou mais palavras, enquanto que o travessão separa termos explicativos, como fazem os parênteses. Apesar das diferenças de uso, eles ocasionalmente são confundidos devido à sua similaridade. Os hifens não são separados por espaços, mas os travessões possuem espaços em ambos os lados.
O travessão serve para indicar a abertura do diálogo, aparecendo obrigatoriamente no início da fala. Ele pode ser repetido no meio da sentença para a inserção de alguma informação que apareça intercalada, mas não é usado no fim do que é dito: — Não quero, mas preciso ir — Joana lamentava-se.
As aspas são utilizadas, principalmente, em citações. Ouça o texto abaixo! Aspas são um sinal de pontuação semelhante a vírgulas suspensas. Elas podem ser simples [ ' ] ou duplas [ “ ] e são usadas para destacar citações, estrangeirismos, neologismos, gírias, ironias e outras expressões.
No caso da pontuação, optando por travessão, você deve iniciar a frase com travessão (–), colocar a falar do personagem, seguida de um novo travessão (–), a explicação de quem disse e, então, o ponto final.
Use hífen quando a palavra seguinte começar com h ou com vogal igual à última do prefixo: anti-inflamatório, micro-ondas, auto-observação, anti-herói, anti-higiênico, super-homem, mini-hotel, neo-helênico, sobre-humano, pré-história, sub-hepático, auto-hipnose, neo-humanismo, semi-hospitalar, proto-história, anti- ...
Trata-se de um sinal de pontuação que demonstra uma interrupção da frase. As reticências também podem indicar uma ação que ainda não terminou, além de transmitir sentimentos como dúvidas, surpresas, hesitações, suspense etc.
Esses dois termos são usualmente confundidos mas, como vimos nas etapas anteriores, têm funções bastante distintas na oração. Temos, portanto, que o aposto é o termo que explica e exemplifica outro termo da oração, enquanto o vocativo é a expressão utilizada para chamar o interlocutor do discurso.
Os parênteses são utilizados para indicar que a ideia intercalada é acessória, ou seja, algo a mais para a construção do texto, sem o qual ainda se conseguiria atingir o objetivo comunicativo. O travessão, por sua vez, tem finalidade oposta: serve para dar ênfase, para destacar o elemento por ele intercalado.
1. Usa-se o hífen nas palavras compostas que não apresentam elementos de ligação. Exemplos: guarda-chuva, arco-íris, boa-fé, segunda-feira, mesa-redonda, vaga-lume, joão-ninguém, porta-malas, porta-bandeira, pão-duro, bate-boca.
Hífen e barra. O emprego do hífen na prefixação está resumido no verbete sobre hifenização do acordo ortográfico deste manual. Utiliza-se hífen para separar uma palavra composta sempre que a segunda for um substantivo e quando ambas formarem um único conceito ou significado.
O significado dessa expressão é bastante simples: indica que, se fosse um texto escrito, o termo estaria entre aspas. Quer dizer, é uma forma de dar destaque a alguma palavras no discurso oral. Além disso, em uma forma coloquial, também é uma forma de indicar ironia ou contradição de uma frase.
sinal de pontuação (, ) indicativo de pausa ligeira, usado com diversas finalidades: isolar o vocativo, intercalar orações subordinadas adverbiais numa frase, separar elementos repetidos, etc.