Durante a comemoração dos seus 70 anos no Brasil, a Volkswagen confirmou, enfim, o lançamento da minivan ID. Buzz e do SUV ID. 4 no Brasil. São os dois carros que marcarão a estreia da fabricante no mercado de carros elétricos nacional, ainda que sejam como carros de assinatura – conforme adiantamos.
Mundialmente, a nova Kombi é batizada como Volkswagen ID. Buzz, nome que deve ser mantido por aqui. Da antiga Kombi a única característica que a nova geração traz é a disposição de um único motor, elétrico, instalado no eixo traseiro.
Depois de 56 anos, no dia 18 de Dezembro de 2013, a Kombi deixa de ser produzida no Brasil. Com a obrigatoriedade da instalação de Freios ABS e Air Bag duplo, a Kombi por não conseguir abrigar o Air Bag de forma satisfatória, deixou a linha de produção.
As Kombi vendidas no Brasil representavam a primeira e a segunda geração do Volkswagen Transporter, que nunca deixou de evoluir e agora chega à sua sétima geração. Uma diferença importante: desta vez o Volkswagen Transporter tem plataforma Ford.
Por aqui a Kombi teve a vida mais longa do que na Europa. Muito mais. As primeiras unidades chegaram em 1950, foi nacionalizada em 1957 e só deixou de ser produzida em 2013.
O modelo, apelidado de Kombi elétrica, portanto, já está disponível por meio do VW Sing & Drive. O preço mensal parte de R$ 12.990. Entretanto, mesmo que de maneira extraoficial, a van com motorização elétrica já está disponível também para compra. No site WebMotors, sai por salgados R$ 799 mil.
De maneira que o motorista, que tenha em mãos a categoria B, pode dirigir Kombi, pois o peso do veículo não ultrapassa 3500 kg. Nessa categoria, o motorista ainda pode conduzir carros de passeio, como também caminhonetes até 3.500kg como a F100 e S10, por exemplo.
A VW Kombi foi o carro com maior tempo de produção no Brasil, com 56 anos (1957-2013). Ganhou vários apelidos, mas foi erroneamente chamada pelo mercado de perua, principalmente no transporte escolar. Na verdade não passava de uma van, além de ter feito uns bicos nas versões picape e furgão.
Sim, qualquer motorista com habilitação do tipo B pode dirigir veículos grandes que tenham peso bruto total igual ou menor que 3,5 toneladas, como minitrucks e furgões.
O conjunto: sistema de suspensão dianteira e caixa de direção resultam em desgaste excessivo de todo o sistema, constantes manutenções, dirigibilidade ruim [pesada], folga excessiva do volante, dificuldade extrema para manobrar o veículo [estacionamento].
Os preços variam entre R$ 12.900 e R$ 17.890. Apenas 70 unidades serão disponibilizadas em alusão aos 70 anos da Volkswagen do Brasil. O valor inclui os serviços de manutenção, seguro (com franquia de R4 20.000), documentação, logística de entrega, assistência 24 horas, gestão de multas e serviço de rastreador.
São cerca de 200 exemplares no Brasil que partem de R$ 150.000. Há muita gente disposta a viajar para bem longe do agito e das estâncias turísticas abarrotadas de turistas.
Localizamos duas unidades anunciadas na internet; uma verde por R$ 799 mil e uma laranja por R$ 840 mil, ambas em uma configuração bem semelhante ao que a VW aluga, como a bateria de 82 kWh (77 kWh úteis) e os 204 cv no motor instalado no eixo traseiro.
Quantos lugares a nova Kombi tem? Diferentemente da irmã mais velha, que chegava a ter 12 lugares, a Kombi elétrica é mais modesta nesse quesito. A versão Pro suporta 5 ocupantes.
Desempenho. Kombi Original: Equipada com motores básicos, a Kombi era conhecida por sua simplicidade mecânica, mas seu desempenho era limitado, especialmente em subidas ou quando carregada ao máximo. Substitutas Modernas: Modelos como o Kia Bongo e a VW Transporter oferecem motores mais potentes e eficientes.
A Kombi deixou de ser produzida no final de 2013 por não atender às legislações que entraram em vigor no ano seguinte. O projeto, criado nos anos 1940, não suportava a implementação de airbags frontais e freios ABS. Assim, em 2013 a marca anunciou uma edição de despedida, Last Edition.
O preço inicial será de US$ 59.995 (R$ 330.152,48 na cotação atual), contando com tração nas rodas traseiras, espaço para até sete passageiros, três opções de cores externas e duas de cores internas.
Buzz foi oficialmente revelada nesta sexta-feira (2). A van foi projetada para lembrar o Volkswagen T1, ou Transporter. Esse modelo icônico foi lançado em 1949 e é mais conhecido como Microbus, ou apenas VW Bus, batizado no Brasil de Kombi.
Em Kombis Standard, apenas as janelas centrais são corrediças. A Carat usa exatamente a mesma configuração de motores, caixa, suspensão, freios e direção de suas irmãs mais simples. A única mudança que o modelo sofreu era a mesma das irmãs: a linha 98 recebeu injeção eletrônica, enquanto a 97 ainda era carburada.