Acredita-se que o uso de acessórios de miçangas tendência teve origem na África do Sul e países próximos, em que tinham um grande valor espiritual, já que os colares de miçangas eram normalmente usados em seus primórdios para devoção, adoração e até mesmo para espantar os maus espíritos.
Daí surgiu à expressão usada no Candomblé: "fio de contas". Confeccionado de miçangas sintéticas nas cores de cada Divindade, o fio de contas faz parte indumentária ritualística do Candomblé e simboliza cargos ou Nações (etnias) de Candomblé.
O uso de miçangas se originou na África do Sul e países adjacentes, onde possuem um valor espiritual, já que esses colares eram usados em seus primórdios para a oração ou devoção, ou talvez, para afugentar maus espíritos.
Produzidos em diversos materiais e cores, cujos sentidos variam entre nações, os colares significam a ligação sagrada entre os praticantes e os orixás do candomblé A riqueza de materiais, cores e adornos é evidente nas práticas e rituais das religiões afro-brasileiras.
Um fio de contas, brajá, guia, colar de santo ou cordão de santo é um colar usado pelos adeptos das religiões de matriz africana. Geralmente, é feito de miçangas coloridas, sendo que a cor do colar indica o orixá, inquice ou vodum do seu usuário.
Na mitologia sobre a invenção do candomblé, os colares de contas aparecem como objetos de identificação dos fiéis aos deuses e o seu recebimento, como momento importante nessa vinculação.
Brajá é o fio-de-contas usado por babalaôs, Bokonon e outros sacerdotes africanos, no Brasil é usado por Babalorixás, Ialorixás, ogãs, Equedes, e pessoas de outros posto de graduação do Candomblé de todas as nações, é um símbolo de nobreza, estatuto, senioridade, sapiência, jamais poderá ser usado por pessoas que não ...
Na mitologia sobre a invenção do candomblé, os colares de contas surgem como símbolos de identificação dos fiéis com os deuses. O recebimento desses colares é um momento crucial na vinculação do iniciado com os orixás.
Atualmente, a miçanga é amplamente utilizada em diversas formas de artesanato e joalheria. Elas são essenciais para a criação de pulseiras, colares, brincos, chaveiros e até mesmo bordados.
O ato de “cruzar” ou “imantar” objetos antes profanos, conferem a ele um redimensionamento, transformando-os em algo sagrado. Um colar de contas, antes um simples adereço, ao ser imantado e cruzado ritualisticamente, se transforma em uma guia, um círculo de poder sagrado (ver post sobre guias).
Guia é o nome usado nas religiões afro-brasileiras para os colares usados pelos médiuns durante as sessões e giras e também utilizadas pelos filhos da casa representando os seus guias (Orixás), variando a cor conforme a Linha na qual o espírito atua, a considerar: Linha de Oxalá = Contas Brancas (Candomblé e Umbanda)
Quando uma guia ou fio de contas estoura, pode ser um sinal de proteção, um alerta ou até um chamado para refletirmos sobre nossa caminhada espiritual.
Guia para MARIA MULAMBO EXU, POMBOGIRA Cores da Guia Colar de Miçangas: Roxo /UVA + Preto (intercaladas de 7 em 7 cores) com firma preta e detalhe em vermelho Temos Guias para todos os Orixás e Iabás - dentre eles: Oxalá Ogum 7 Linhas Linha Cigana Oxôce Caboclos Pretos Velhos Malandros Obaluaiê Xangô ERÊS Pombagiras ...
Sequência de 7 miçangas de cada cor. Sempre use o mesmo tamanho da miçanga das 3 cores para confeccionar a guia. Intercala-se 3 brancas e 3 pretas sucessivamente.
Umbigo é o grande centro energético de comunicação. com o nosso exterior, então dependendo do lugar que a gente vai, é bom a gente colocar uma proteção nele. pra que a gente também se proteja.
O que significa uma corda amarrada no braço na Umbanda?
Geralmente, é amarrado nos braços e cintura dos iniciados, com a finalidade de afastar as energias negativas e espíritos malévolos, impedindo a incorporação de eguns (espíritos de mortos).
Para saber mais sobre a entendida que te protege, é necessário buscar um Pai de Santo e obter a resposta através dos búzios. Contudo, no Brasil, a Astrologia e a religiosidade caminham juntas no processo de autoconhecimento.
- Ao molhar suas guias e brajás deixá-las abertas em locais arejados para que o cordonê (fio) seque totalmente. - Cuidado ao colocá-las próximas as velas, a chama poderá arrebentar o fio. - Guarde sempre em locais próprios e com cuidado.
em cada pacote, com as sete cores sagradas dos Orixás, representando as linhas da Umbanda. (Oxalá - branco; Iemanjá - azul claro; Ogum - vermelho; Oxóssi - verde; Xangô - Marrom; Yorimá - Rosa; Yori - amarelo) De onde vem? China Embalagem?