Sobrenome português com origem em um apelido de parentesco. A palavra colaço vem do latim collacteus e faz referência a um indivíduo que, não sendo irmão, foi criado e alimentado com outro pela mesma mulher. Também é conhecido como “irmão de leite”. Algumas formas antigas da palavra são “collaez” ou “collaço”.
Catarina de Médici, rainha da França, pode ser considerada quem inventou a calcinha. Isso porque, por volta de 1530, foi ela quem teve a primeira concepção de algo parecido com o que é calcinha atualmente. A ideia surgiu quando ela utilizou um pedaço de pano por baixo do vestido ao montar no cavalo.
O aumentativo de calça(s) é calçona(s), o diminutivo é calcinha(s) (palavra que acaba por ser pouco utilizada com esta acepção por significar também peça de vestuário interior feminino) ou calcita(s).
Flor de farinha é uma expressão que somente encontro em textos bíblicos do Pentateuco traduzidos para o português por católicos e protestantes. Aparece em contextos de sacrifícios e oferendas de bolos, pães ázimos etc. no Tabernáculo.
A palavra cálice (do latim calix ou kylix do grego) indica copo ou taça comum para se beber, mas para os primeiros cristãos possuía um significado mais profundo, pelo fato de seu uso estar ligado ao divino ”Sacrifício”, isto é, ao cálice da paixão de Jesus da qual faziam memória na Ceia ou 'fração do Pão'.
Os resultados, apontam os cientistas, indicaram que similaridades no comportamento entre pais e filhos são menos significativas do que se imaginava – é apenas ligeiramente mais provável que a criança compartilhe traços da personalidade com o pai ou com a mãe do que com um completo estranho, por exemplo.
Qual o nome que se dá a um filho fora do casamento?
Duas seriam as espécies de filhos espúrios: os adulterinos e os incestuosos. Os adulterinos seriam os nascidos de pessoas impedidas de casar em virtude de casamento com terceiros (art. 183, VI).
O número ideal é dois, de acordo com pesquisadores britânicos e noruegueses. O estudo contou com dados de mais de 1,5 milhão de homens e mulheres noruegueses, nascidos entre 1935 e 1968.
O nome “Sheila” tem origem irlandesa e é a forma anglicizada de “Síle”, que é a versão irlandesa do nome “Cecília”. O nome “Cecília”, por sua vez, tem raízes no latim “Caecilia”, relacionado à palavra “caecus”, que significa “cego”. Portanto, de forma indireta, Sheila pode ser interpretado como “cega”.