“A hipervitaminose de vitamina B12 pode prejudicar a saúde, provocando alterações, erupções cutâneas, reações alérgicas e até exacerbação ou piora de função renal”. Por outro lado, avisa o especialista, seu déficit também faz mal para o organismo.
O que acontece quando a vitamina B12 está muito alta?
O excesso de vitamina B12 pode causar o surgimento de sintomas como erupções cutâneas, fraqueza, dor de cabeça, fadiga, dor de estômago ou diarreia. O excesso de vitamina B12 não é comum, pois o corpo absorve apenas a quantidade necessária dessa vitamina, eliminando o excesso pela urina.
Níveis de vitamina B12 abaixo de 200 pg/mL são geralmente considerados deficientes e podem exigir intervenção, como suplementação oral ou injetável de vitamina B12.
O que fazer quando a vitamina B12 está em excesso no corpo?
O excesso de vitamina B12 pode, eventualmente, aumentar a presença de espinhas. Vale lembrar que pacientes que apresentem altos níveis de vitamina B12 e que não estejam realizando reposição, devem conversar com seu medico de confiança a fim de realizar uma avaliação mais abrangente.
Como posso baixar os níveis de vitamina B12 no meu corpo?
Além disso, o uso de medicamentos que bloqueiam ou neutralizam a produção de ácidos no estômago, ou que diminuem a produção de bactérias benéficas no estômago e intestino, como omeprazol e antibióticos, também pode diminuir os níveis de vitamina B12, podendo causar sintomas como dormência nas mãos e pés e dor de cabeça ...
Valores de referência vitamina B12 no exame laboratorial
O Fleury usa os seguintes valores de referência para os níveis de vitamina B12 no sangue: Normal: maior que 300 ng/L; Limítrofe: de 190 até 300 ng/L; Deficiente: menor que 190 ng/L.
Podem ocorrer fogachos, edema periférico, trombose vascular periférica; no tratamento por infusão com Hidroxocobalamina (Vitamina B12), pode ocorrer muito frequentemente um aumento da pressão arterial; com frequência desconhecida, hipervolemia.
“Os sinais e sintomas dependem do abuso de suplemento vitamínico em questão. No caso da riboflavina, também chamada de vitamina B2, quando em excesso pode ocasionar alteração da coloração da urina, passando a apresentar um tom alaranjado. Já o excesso da vitamina B5 (ácido pantotênico) pode resultar em diarreia.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma quantidade de consumo diário médio de 2,4 microgramas (mcg) de vitamina B12 para adultos. Por exemplo, 1 ovo cozido contém, em media, 1 mcg de vitamina B12.
A exclusão da carne e de outros derivados dos animais, como queijos, leites e ovos (dieta conhecida como vegana) pode ser uma das causas de falta de vitamina B12 no organismo.
Tomar doses muito elevadas de vitamina B6 pode danificar os nervos (um quadro clínico denominado neuropatia), causando dor e dormência nos pés e nas pernas. As pessoas podem não conseguir dizer onde estão seus braços e pernas (senso de posição) e de sentir vibrações.
Os sintomas de excesso de vitamina B surgem quando a concentração dessa vitamina no sangue é superior a 3000 mg por mais de 2 meses, já que nessa concentração é possível que exista lesão em nervos e uma resposta inflamatória do corpo.
A elevação dos níveis séricos de vitamina B12 pode ocorrer secundária a diversas condições como reposição de vitamina B12, uso de álcool, hepatopatias, nefropatias, doenças pulmonares, doenças mieloproliferativas, neoplasias sólidas e hematológicas, e doenças autoimunes [1,2,6,7,10,11,12].
“A hipervitaminose de vitamina B12 pode prejudicar a saúde, provocando alterações, erupções cutâneas, reações alérgicas e até exacerbação ou piora de função renal”. Por outro lado, avisa o especialista, seu déficit também faz mal para o organismo.
O que acontece com o excesso de vitaminas no organismo?
Cada excesso de nutriente acarreta repercussões específicas; por exemplo, doses elevadas de vitamina E podem propiciar hemorragias, enquanto a vitamina K está associada à coagulação do sangue (3). Em relação à vitamina C, o excesso pode provocar diarreia e a formação de cálculos urinários.
A B12 elevada tem sido associada a várias doenças: doenças hepáticas, neoplasias do sangue mieloide, insuficiência renal crônica, doenças autoimunes ou inflamatórias, doença de Gaucher.
A elevação da vitamina B12 pode ser definida por níveis maiores que 950 pg/ml, apesar de ainda não totalmente validada. A incidência da hipervitaminose ainda é incerta, justamente por falta de padrões prévios e de automatização nos testes em estudos precendendo 1990.
Toxicidade. Algumas vitaminas, entre elas A, D, E e K podem se acumular no organismo em níveis tóxicos quando consumidas em excesso. Isso pode levar a sintomas como náuseas, vômitos, diarreia, dores de cabeça e fraqueza.
Quais são os efeitos colaterais do excesso de vitamina B12?
Em um estudo, pacientes com quadro de hipervitaminose pela vitamina B12 apresentaram quadros de doenças hepáticas, insuficiência renal e doenças autoimunes/inflamatórias. Foi visto também que a elevação da concentração de vitamina B12 tem como consequência muitas vezes, manifestações dermatológicas como a acne.
Pesquisas muito recentes relatam que a combinação de baixo nível de vitamina D e vitamina K também foi associada ao aumento da pressão arterial e a um maior risco de hipertensão, e pode desempenhar um papel na promoção da saúde cardiovascular.
Pacientes com níveis entre 200 e 300 pg/mL são considerados limítrofes e testes enzimáticos adicionais podem ser úteis no diagnóstico, como nível de MMA e homocisteína, que se estiverem aumentados ajudam no diagnóstico. Pacientes com níveis de B12 abaixo de 200 pg/mL são considerados deficientes.
A causa mais comum da deficiência de vitamina B12 é a absorção inadequada. Os seguintes fatores podem causar uma absorção inadequada: Crescimento excessivo de bactérias em uma parte do intestino delgado. Comprometimento da absorção (síndromes de má absorção, como doença celíaca ou determinadas doenças pancreáticas)