Sócrates inverte seus lugares: para um ser humano, não há pior posição que a postura de sábio e nada mais iniciador do que o gesto da ignorância. A ignorância sabe; a sabedoria ignora.
Ignorância, segundo o Dicionário Básico de Filosofia, “é a atitude daquele que, não sabendo utilizar as suas capacidades racionais, engana-se quanto à qualidade de seus conhecimentos, tomando por verdade o que não passa de uma opinião falsa ou incerta e expondo-se à ilusão e ao erro”.
Em outras palavras, o reconhecimento da própria ignorância é o primeiro passo para a busca da verdade. A verdade não é, entretanto, propriedade de nenhum homem, e ser filósofo é estar numa incessante busca por ela: “A vida não refletida não vale a pena ser vivida”.
"Só faz o mal quem é ignorante?", Pondé comenta tese de Sócrates
O que é ignorância para Aristóteles?
Segundo Aristóteles, no entanto, é a ignorância das circunstâncias particulares envolvidas na ação, e não a ignorância acerca do que é mais vantajoso, que é relevante para a determinação da voluntariedade de uma ação.
Platão defendia o Inatismo, nascemos como principios racionais e idèias inatas. A origem das idéias segundo Platão é dado por dois mundos que são o mundo inteligivel, que é o mundo que nós, antes de nascer, passamos para ter as idéias assimiladas em nossas mentes.
Segundo alguns autores, “Ignorante, é o indivíduo que não sabe”; “aquele que não tem conhecimento de algo”; é “quem desconhece”; etc. De acordo com outros pensadores, o ignorante estabelece critérios que desqualifica o conhecimento alheio em favor de sua falta de conhecimento.
O verdadeiro ignorante busca conhecimento e está aberto ao aprendizado. Por outro lado, o burro é aquele que não sabe e não tem interesse em aprender. Ele se contenta com sua falta de conhecimento e não faz esforços para mudar essa condição. O tolo vai além: ele sabe que não sabe, mas não busca conhecimento.
Qual a declaração de Sócrates sobre a pior ignorância?
Resposta: Sócrates quis dizer que a não consciência da ignorância humana é bastante perigosa para o homem, pois este pode deixar de adquirir conhecimentos importantes sobre a realidade e ser enganado por outras pessoas.
O mito faz uma analogia à vida humana e a aquisição do conhecimento. A caverna representa o mundo, todos os indivíduos encontram-se dentro da caverna e acreditam apenas nas imagens que são refletidas pela fogueira.
Como a moral tem a finalidade de cultivar o bem, e o que há de mais importante para o homem, segundo Aristóteles, é ser feliz, então quem faz o bem e age conforme a moral alcança a felicidade. Platão afirmava que o homem deve desejar o bem enquanto tal, o que é bom para si e para os outros.
A ignorância se refere à falta de conhecimento. A palavra ignorante é um adjetivo que descreve uma pessoa em estado de consciência e pode descrever indivíduos que deliberadamente ignoram ou desconsideram informações ou fatos importantes, ou indivíduos que desconhecem informações ou fatos importantes.
“Ignorância é uma dádiva, talvez seja mais saudável viver no mundo das ilusões e futilidades cotidianas, não tendo acesso a reflexões profundas, mas fazer o que, é inerente ao ser caminhar ao desejo, infelizmente eu gosto da realidade, triste, libertadora e odiável realidade pela qual me apaixonei.” Dante Belfort.
São pessoas que não tem conhecimento de algo, mas estão dispostas a tentar se informar sobre isso e aprender. . Mas existem pessoas emocionalmente ignorantes. .
13 O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. 14 O coração do que tem discernimento buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se apascentará de estultícia.
Sim, Sócrates defendia a busca pelo conhecimento através do método de questionamento e reflexão, conhecido como maiêutica. Ele acreditava que a verdade deveria ser descoberta por meio do diálogo e da investigação racional, em vez de simplesmente aceitar as crenças tradicionais ou populares.
Seu legado de conhecimento obtido pela observação, método e lógica seguem desde a antiga Grécia como fundamentos indispensáveis da boa ciência. Para pensar - Aristóteles acreditava que educar para a virtude era também um modo de educar para viver bem – e isso queria dizer, entre outras coisas, viver uma vida prazerosa.