Os óleos vegetais. Pode ser óleo de girassol ou o óleo de coco, que além de ser um ótimo lubrificante íntimo é também um antifúngico, ou seja, evita candidíase. Aquele mesmo óleo de coco que a gente cozinha.
A secura vaginal causada por baixos níveis de estrogênio pode ser tratada com vários métodos diferentes: hidratantes ou lubrificantes vaginais, creme ou comprimidos de estrogênio vaginal local, terapia sistêmica com estrogênio (e progesterona, se necessário) ou moduladores seletivos do receptor de estrogênio (6).
O que pode ser usado para substituir o lubrificante?
Aloe vera. Muitos lubrificantes vendidos comercialmente contêm aloe vera, especialmente por conta de seu efeito calmante — o que pode ser muito útil para evitar qualquer irritação cutânea durante o sexo. Por não conter óleo, o aloe vera é uma opção de lubrificante natural segura para usar com preservativos.
Exercícios: alguns exercícios como, por exemplo, o pompoarismo estimulam a contração e relaxamento do períneo e da vagina, aumentando a circulação e a lubrificação.
Os cremes lubrificantes normais para o contato íntimo, como KY, Jontex ou Prudence, também podem ser usados, mas apenas no momento da relação sexual, para aumentar a lubrificação. Já a vaselina, deve, sempre que possível, ser evitada, porque é um produto à base de petróleo que facilita o surgimento de infecções.
O contato íntimo durante a relação sexual contribui para a lubrificação vaginal. Sem a estimulação certa, o resultado é uma vagina ressecada, dificuldade e dor na penetração. Quanto maior é a estimulação sexual, maior vai ser a libido feminina e, consequentemente, mais lubrificada ficará a área íntima.
Entre as opções caseiras, segundo a médica, o óleo de coco é o campeão, pois possui pH próximo ao da vagina, promove hidratação da mucosa vaginal e ainda tem ação antibacteriana e antifúngica.
5 substitutos de lubrificante íntimo que você nunca deveria usar
Óleo de bebê “Não só pode anular a eficácia de um preservativo, mas usar óleo de bebê em sua vagina pode aumentar o risco de desenvolver uma infecção por fungos”, aponta Streicher. ...
Os corpos masculinos e femininos necessitam de algum tempo de preparo para a penetração. Mas a saliva não é um bom lubrificante. Algo como 99% da saliva é apenas água e ela se seca com muita facilidade. Se aplicada à zona vaginal, o efeito lubrificante durará por pouco tempo.
Produtos como vaselina ou óleo de bebê podem romper o látex da camisinha e gerar infecções e machucados. De acordo com especialistas, a melhor opção são os lubrificantes à base de água, de preferência testados ginecologiamente, hipoalergênicos, sem álcool e sem bactericidas.
Clara de ovo: algumas mulheres colocam ovo cru no órgão sexual durante o sexo. A ideia é que a clara pode atuar como lubrificante natural e ajudar o espermatozóide a encontrar o caminho. Sem dúvida, a medida é meio anti-higiênica e, claro, não é recomendada por especialistas no assunto.
A falta de uma lubrificação adequada pode gerar coceira, sangramentos, ardência e infecções de urina, por exemplo. Se você sente esse desconforto ou algum dos sintomas, não deixe de procurar um ginecologista, pois existem opções de tratamento.
Após a primeira relação sexual com penetração vaginal costuma ocorrer sangramento devido ao rompimento do hímen, a pequena pele localizada na entrada da vagina das mulheres que nunca tiveram penetração vaginal. Esse sangramento pode ser vermelho vivo ou amarronzado e durar até quatro ou cinco dias.
Rico em ácido láurico, o óleo de coco é um produto que sempre deveríamos ter em casa. Com ele você cozinha, cuida da pele, dos cabelos, é um ótimo hidratante, regenera a pele e também é um ótimo lubrificante íntimo.
Ressaltando que o lubrificante não dispensa o uso de preservativo. Nesse contexto, é natural que os casais busquem substitutos do lubrificante quando o produto não está em mãos — como a vaselina, por exemplo. Todavia, a prática não é segura e pode desencadear problemas à região íntima.
Se você possui a vagina larga e está incomodada com os desconfortos que ela provoca, inclusive nas suas relações sexuais, procure um médico e relate a situação para ele. É possível que ele indique o tratamento com laser íntimo, já que ele é muito eficiente para esses casos.
Pode ser óleo de girassol ou o óleo de coco, que além de ser um ótimo lubrificante íntimo é também um antifúngico, ou seja, evita candidíase. Aquele mesmo óleo de coco que a gente cozinha.
A aplicação de hidratantes vaginais específicos, com ácido hialurônico na composição, também pode trazer bons resultados. Assim como o uso de óleo de coco e fitoterápicos de uso vaginal. Mas é importante ressaltar que esses métodos melhoram a lubrificação apenas momentaneamente, e não a longo prazo.
Nada de usar lubrificantes caseiros, como óleo de coco, óleo de amêndoas e azeite. “O óleo de bebê, assim como os outros óleos, pode interferir na integridade dos preservativos, além de aumentar o risco de alergias”, afirma o ginecologista Vamberto Maia, especialista em reprodução humana assistida.
Um lubrificante à base de água é composto maioritariamente por água e imita a lubrificação natural feminina, sendo o de utilização mais segura. Desta forma, pode ser usado tanto na penetração vaginal como anal, sendo compatível com os brinquedos sexuais.