Níveis elevados de lipase no sangue podem ser indicativos de várias condições médicas, sendo a pancreatite aguda uma das mais comuns. A doença é caracterizada por uma inflamação do pâncreas que causa um aumento significativo na produção de lipase – que, por sua vez, é liberada na corrente sanguínea.
– A taxa elevada de lipase no sangue normalmente é tratada de acordo com a causa do problema, pois seus níveis aumentados indicam a existência de alguma doença no sistema digestivo, especialmente a pancreatite aguda.
O valor de referência da lipase é até 60U/L, sendo o exame considerado normal quando o resultado é inferior a esse valor de referência. No entanto, os valores podem variar de acordo com o laboratório em que o exame é realizado e a técnica que é utilizada para fazer a dosagem.
A Lipase é uma enzima que faz parte do processo digestivo. Ela ajuda o organismo a quebrar as moléculas de gordura para serem absorvidas com mais facilidade pelo intestino. O exame Lipase é uma análise clínica que ajuda a identificar alterações nos níveis dessa enzima no corpo do indivíduo.
Se você estiver sentindo dores fortes no abdômen que podem se espalhar pelas costas, erupções e inflamações na pele, pele amarelada, náuseas e vômitos, isso é um sinal de que você pode estar com amilase alta. Esses sintomas indicam uma possível inflamação ou doença no pâncreas ou nas glândulas salivares.
Os glicocorticoides, como a prednisona e a prednisolona, aumentam a síntese de ácidos graxos e estimulam a lipase hepática, resultando em aumento dos níveis séricos de triglicérides, colesterol total e c-LDL.
Quais são os sintomas de enzimas do pâncreas alteradas?
Quando o pâncreas está doente e não consegue produzir essas enzimas adequadamente, como na pancreatite crônica ou na insuficiência pancreática, pode resultar em má digestão. Isso pode levar a sintomas como dor abdominal, inchaço, diarreia e perda de peso devido à má absorção de nutrientes.
Lipase. É o principal exame específico para o órgão. Ele detecta a pancreatite, perigosa inflamação do pâncreas. Feita através de coleta de sangue, a lipase consiste em verificar a concentração das enzimas produzidas pelo órgão.
O diagnóstico e feito pela apresentação clínica, dosagem da amilase e lipase séricas e exames de imagem. O tratamento é de suporte, com líquidos IV analgésicos e suporte nutricional.
O Orlistate atua inibindo as lipases digestivas na região do lúmen intestinal, sendo efetivo em 30% na hidrólise dos triglicerídeos da dieta e assim reduz a subsequente absorção intestinal dos produtos da lipólise: monoglicerídeos e ácidos graxos livres (SHARMA, SHARMA & SEO, 2005; MAYER et al., 2009).
Ou seja, a falta ou deficiência da enzima lipase ácida lisossômica (necessária para degradar as gorduras dentro das células) faz com que as gorduras se acumulem em células e tecidos de todo o corpo, como intestinos e outros órgãos importantes, gerando sintomas como deficiência no crescimento e danos ao fígado.
Pancreatite aguda: é uma inflamação súbita do pâncreas. Neste caso, o paciente apresenta um aumento do tamanho do órgão, causado pela inflamação e pode sentir uma dor repentina e intensa. Se não for tratada, pode prejudicar o pâncreas e outros órgãos vitais, correndo risco de levar a óbito.
Os valores de referência da amilase considerados normais são: Entre 30 a 118 U/L, em pessoas com menos de 60 anos; Até 151 U/L, para pessoas com mais de 60 anos.
Quais são os medicamentos que podem causar pancreatite aguda?
A pancreatite induzida por fármacos é uma entidade que tem sido alvo de uma crescente atenção por parte da comunidade médica, permanecendo uma área de conhecimento limitado. A lista de fármacos potencialmente implicados como causa de pancreatite aguda tem aumentado à medida que novos casos são publicados na literatura.
Níveis alterados de lipase podem indicar problemas no pâncreas, como pancreatite aguda ou crônica. Além disso, o exame também pode ajudar a diagnosticar outras condições médicas, como obstruções intestinais, doença celíaca e algumas doenças hepáticas.
Limão. O limão, por se tratar de uma fruta ácida, auxilia na produção de enzimas digestivas, garantindo um bom funcionamento tanto do sistema digestivo, quanto do pâncreas. Por se tratar de uma fruta versátil, pode ser preparada de várias formas, sendo geralmente consumida em forma de sucos e sobremesas.
Podem estar elevadas em algumas situações que mimetizam a pancreatite aguda (Quadro 1), nomeadamente outras doenças intra-abdomiais como doenças do trato biliar, processos de oclusão ou isquemia intestinal, apendicite aguda, entre outros.
O valor de referência da lipase é até 60U/L, sendo o exame considerado normal quando o resultado é inferior a essa quantidade. No entanto, os números podem variar de acordo com o laboratório em que o exame é realizado e a técnica que é utilizada para fazer a dosagem.
Alimentos fermentados, como queijos, iogurtes e kefir, são ricos em lipase devido à ação de bactérias probióticas durante o processo de fermentação. Outras fontes de lipase incluem abacates, azeite de oliva, nozes e sementes, que são naturalmente ricos em gorduras saudáveis e enzimas digestivas.
Carnes magras, como ovos, peru, peixe e frango sem pele; Legumes cozidos, como abóbora, chuchu, cenoura, beterraba e abobrinha; Frutas cozidas, sem casca e sem bagaço.
Lipases são enzimas pertencentes à família das hidrolases (glicerol éster hidrolases E. C. 3.1.1.3) que tem como função biológica primordial catalisar a hidrólise de óleos e gorduras liberando ácidos graxos, diacilgliceróis, monoacilgliceróis e glicerol (JAEGER, 1998).
A lipase é uma enzima produzida majoritariamente no pâncreas e é um marcador primordial de doença pancreática. Os níveis de lipase ficam elevados, principalmente, na pancreatite aguda e, frequentemente, na pancreatite crônica.