As pessoas com a doença de Alzheimer têm dificuldade de interpretar sinais visuais e de áudio. Assim, podem ficar desorientadas e confusas. Essa desorientação pode fazer com que seja difícil a condução de um carro.
Os idosos frágeis com problemas de mobilidade alcançam melhoras modestas com programas de exercícios. Em idosos com artrite, caminhar ou fazer treino de resistência reduzem a dor nos joelhos e a marcha pode melhorar.
Quais são os sinais de que um idoso com Alzheimer está morrendo?
Podemos destacar uma gama de sinais/sintomas que enfrentaremos nesta ocasião, a depender de maneira individual da doença de base e das comorbidades do paciente: fraqueza e fadiga com diminuição das atividades sociais; diminuição da alimentação por via oral; imobilidade e maior dependência para atividades básicas; ...
Importante: Nos casos mais graves do Alzheimer, a perda da capacidade das tarefas cotidianas também aparece, resultando em completa dependência da pessoa. A doença pode vir ainda acompanhada de depressão, ansiedade e apatia.
Resultados Foram selecionados sete artigos, os quais encontraram prevalência de síndrome das pernas inquietas, que variou de 4% a 24% em idosos com demência. Houve diferenças importantes entre os métodos utilizados para o diagnóstico, tamanho das amostras e causas de demência estudadas.
A maioria das pessoas com a doença de Alzheimer que já não podem andar, não vivem mais que 6 meses. No entanto é muito variável o quanto as pessoas vivem.
Dificuldades para a resolução de problemas. Mudanças no humor ou personalidade; afastamento de amigos e familiares. Problemas com a comunicação, tanto escrita como falada. Confusão sobre locais, pessoas e eventos.
No estágio final da doença, os sintomas demenciais são severos. Os indivíduos perdem a capacidade de responder ao seu ambiente, de manter uma conversa e, eventualmente, de controlar os movimentos. Podem falar palavras ou frases soltas, mas a comunicação é extremamente difícil ou impossível.
Quando há outros casos na família, de parentes de primeiro grau, a doença pode se manifestar antes mesmo dos 60 anos, quando o mais comum é depois dos 65. Não é uma regra, mas o fator hereditário também que leva a uma progressão mais rápida. Outro fator de agravamento do Alzheimer são as doenças cardiovasculares.
Como sabemos que o paciente está se aproximando da morte?
Os membros começam a esfriar e ganham uma coloração azulada ou com manchas. A respiração pode ficar irregular. Confusão e sonolência podem ocorrer nas últimas horas. As secreções na garganta ou o relaxamento dos músculos da garganta provocam, por vezes, uma respiração ruidosa, denominada o estertor da morte.
A falta de flexibilidade e baixo condicionamento físico também levam a problemas de mobilidade. Isso porque, o idoso deixa de se movimentar adequadamente ou diminui a amplitude da passada ao caminhar, isso gera um baixo condicionamento para a pessoa que se deve ao sedentarismo e poucos exercícios de alongamento.
As doenças e condições que mais frequentemente causam distúrbios da marcha são: artrite; defeitos congênitos do aparelho de locomoção, como pé torto, por exemplo; lesões nas pernas; fraturas ósseas; infecções que danificam os tecidos nas pernas; tendinites (inflamações dos tendões); distúrbios psicológicos, incluindo a ...
Dificuldade para caminhar pode ser sinal de algum distúrbio do sistema nervoso. Os sinais que podem se associar ao quadro de dificuldade de marcha como, por exemplo, movimentos involuntários, lentificação dos movimentos, rigidez, são fundamentais para definir o diagnóstico.
O envelhecimento e um nível físico reduzido são os principais responsáveis pelo declínio progressivo de várias capacidades fisiológicas nos idosos. A diminuição da taxa de síntese das proteínas é afetada pelo processo que ocorre no músculo esquelético humano mais envelhecido.
A velocidade de progressão varia muito. As pessoas com Alzheimer vivem, em média, oito anos, mas algumas pessoas podem sobreviver por até 20 anos. O curso da doença depende, em parte, da idade da pessoa quando a doença foi diagnosticada e se a pessoa possui outros problemas de saúde.
A baixa escolaridade é considerada um dos principais fatores de risco do Alzheimer. Segundo pesquisas, essa relação ocorre porque os desafios da aprendizagem (que requerem habilidades cognitivas como memória, atenção, raciocínio e capacidade de solucionar problemas) “exercitam” nosso cérebro.
O estágio terminal se caracteriza pelo prejuízo gravíssimo de memória, incapacidade de registrar dados e muita dificuldade em recuperar informações antigas. Outros sintomas são a dificuldade em deglutir, incontinência urinária e fecal, comportamento inadequado intensificado, dificuldades motoras.
A pior fase do Alzheimer é o estágio final, caracterizado por sintomas demenciais profundos. Nessa fase, os pacientes perdem a habilidade de interagir com o ambiente, comunicar-se verbalmente e, com o tempo, controlar seus movimentos, tornando-se completamente dependentes de cuidados intensivos e contínuos.
Nenhum caso de Alzheimer é igual ao outro, pois pessoas diferentes reagem de maneiras diferentes à doença. Contudo, geralmente existem três estágios da doença: leve, moderado e severo. No estágio leve, alguns sintomas são: confusão, dificuldade de memória e esquecimento, mudanças de humor e problemas na fala.
A evolução, no entanto, não segue uma regra, como explica o médico: “Existem pessoas que evoluem da fase leve para a grave de 2 a 5 anos e outras vão evoluindo de 10 a 16 anos até a fase terminal, que pode durar de 2 a 4 anos.
Quais os sinais de que um idoso está próximo da morte?
Também podem surgir dores no corpo, mudanças na pressão arterial, na respiração e no ritmo cardíaco. Mentalmente, o indivíduo pode experimentar confusão, desorientação ou até alucinações. Enquanto idosos tendem a falar menos durante essa fase, crianças podem se tornar mais comunicativas.
Cientistas do Reino Unido e Bélgica descobriram possível mecanismo de morte celular da doença. Proteínas anormais no cérebro estão relacionadas à "necroptose", um tipo de suicídio celular. O acúmulo de proteínas anormais, como amilóide e TAU, leva à inflamação cerebral e à produção da molécula MEG3.
Agitação e Inquietação: Movimentos repetitivos, como andar de um lado para o outro ou incapacidade de ficar quieto, são indicativos claros de desconforto e podem preceder um surto. Agressividade: Mudanças repentinas no comportamento, incluindo explosões de agressão verbal ou física, são sinais preocupantes.