O aterramento TT (Terra-Terra) é utilizado em sistemas onde o neutro não é conectado diretamente ao eletrodo de aterramento. Nesse tipo, o neutro é conectado a um ponto próprio, enquanto o condutor de proteção é conectado diretamente ao eletrodo de aterramento.
Bom, resumidamente, o aterramento TT (ou esquema TT se vc preferir) é aquele em que os equipamentos são aterrados com uma haste própria, diferente da haste usada para aterrar o neutro, ou seja, neste esquema os pontos não estão equipotencializados.
Os tipos de sistema de aterramento elétrico existentes são o TN-S, no qual é realizada a conexão do fio neutro à carga e o condutor é aterrado na saída do transformador; o TN-C, no qual o fio terra e o neutro são o mesmo conduto; e o TT, indicado como o mais eficiente dos três, no qual o fio neutro é aterrado na saída ...
Porém, o esquema TT também apresenta suas desvantagens, pois caso ocorra alguma falha, tipo um curto circuito entre fase e terra, se a resistência de aterramento não for muito baixa (abaixo de 5 OHM) o disjuntor e o IDR não vão desarmar e vai surgir uma tensão na malha de aterramento que pode dar choques nas pessoas.
Este esquema possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, estando as massas da instalação ligadas a um eletrodo de aterramento eletricamente distinto do eletrodo de aterramento da fonte, ou seja, os equipamentos são aterrados com uma haste própria, diferente da usada para o neutro.
QUADRO de distribuição BIFÁSICO - Aterramento TN-S.
Para que serve o aterramento TT?
O aterramento TT (Terra-Terra) é utilizado em sistemas onde o neutro não é conectado diretamente ao eletrodo de aterramento. Nesse tipo, o neutro é conectado a um ponto próprio, enquanto o condutor de proteção é conectado diretamente ao eletrodo de aterramento.
Ou seja, no aterramento TT, todos os circuitos precisam de proteção por IDR, enquanto no TNS, apenas circuitos com áreas molhadas exigem tal proteção. No TNS, a medição da resistência de aterramento não é necessária, diferente do TT. Ademais, no TNS, não se precisa instalar DPS para o neutro.
O esquema TT possui um ponto de alimentação diretamente aterrado, estando as massas da instalação ligadas a eletrodos de aterramento eletricamente distintos do eletrodo de aterramento da alimentação. Esse sistema é o mais eficiente de todos.
A primeira maneira de avaliar o aterramento é utilizando o alicate amperímetro ou mesmo um multímetro na escala de tensão alternada V~. Para isso, coloque um ponteiro na fase e outro no neutro e verifique o valor lido, depois coloque o ponteiro que estava no neutro no terra.
O perigo da falta do sistema de aterramento está nas grandes variações de tensão – ocorrências comuns na rede elétrica -, que podem provocar a queima de máquinas e equipamentos que dependam de uma fonte de energia conectada à tomada e nos acidentes com eletricidade, colocando em risco a vida do usuário.
Qual tipo de aterramento é recomendado para pessoas que moram em prédios e não querem gastar muito dinheiro ?
Aterramento Alternativo (Também não recomendado)
Este tipo de aterramento é recomendado para pessoas que moram em prédios e não querem gastar muito dinheiro com a quantidade enorme de fios que terão que levar do micro até o chão do prédio.
BEP é a abreviação de barramento de equipotencialização principal. Ele é a referência de terra de toda a instalação elétrica, hidráulica e de telecomunicações. É o primeiro barramento da edificação e fica normalmente próximo ao quadro geral de baixa tensão. Cada edificação deve possuir apenas um BEP.
Quando um equipamento não é corretamente aterrado, aumenta o risco de acidentes. Isso porque, no caso do elemento metálico estar energizado por alguma intercorrência, vai promover a passagem da corrente de descarga pelo corpo da pessoa que tocar a superfície, provocando choques elétricos que podem ser fatais.
Para o esquema TN-S, temos um ponto de alimentação diretamente aterrado e os condutores de neutro e proteção são distintos. Para o esquema TN-C, temos um ponto de alimentação diretamente aterrado e os condutores de neutro e proteção são combinados.
Qual a norma NBR que considera os aterramentos TN, TT e IT?
No Brasil, o aterramento de redes de baixa tensão, seja 127 V ou 220 V, é regido pela NBR 5410 da ABNT, que define três esquemas básicos de aterramento, chamados TT, TN e IT.
Idealmente, o aterramento deve apresentar zero ohm de resistência. Não há um padrão de limite de resistência de aterramento reconhecido por todos os órgãos. Contudo, a NFPA e a IEEE recomendam o valor máximo de resistência de aterramento de 5,0 ohms.
O fio terra é para segurança. Um interruptor de circuito de falha de terra (GFCI, às vezes chamado apenas de GFI) irá disparar o disjuntor se houver alguma corrente no fio terra devido a qualquer tipo de falha, sendo assim uma camada extra de proteção.
A tensão entre neutro e terra não pode ser maior que 5 V, o ideal é ficar na faixa de 1 V. Esta medição pode ser feita em qualquer tomada da instalação que tenha três pinos e os três cabos ligados, no caso, fase, neutro e terra.
O aterramento TT é mais seguro do que o TN, já que em caso de falha no sistema, não há risco de sobre tensões perigosas. Para falar diretamente com Prof Jadson Caetano, acesse este link: https://wa.me/5581981578070.
O item 6.4.3.1.5 da norma NBR5410 permite que um condutor de proteção possa ser comum a dois ou mais circuitos que compartilhem o mesmo conduto. Nesse caso, a seção do condutor será dimensionada de acordo com a situação mais crítica entre os circuitos utilizados.
Qual a distância máxima entre hastes de aterramento?
A distância entre as caixas de passagem e as hastes deve ter o mesmo comprimento da haste, ou seja, tem que deixar no mínimo 2,4 metros uma da outra, que é o comprimento dela.
O número de hastes necessário pode variar, mas geralmente é recomendável utilizar pelo menos duas hastes, espaçadas adequadamente, para garantir uma boa dissipação da corrente elétrica. Em solos de baixa resistividade, como argila úmida, pode ser suficiente um número menor de hastes.
Qual a diferença entre o esquema de aterramento TN-S e TN-C?
no TN-S, as massas são diretamente aterradas e independentes do aterramento da alimentação e, no TN-C, as massas são ligadas diretamente ao ponto de alimentação aterrado.