Quando a quantidade dessas partículas atinge seu valor máximo, ou seja, uma umidade relativa de 100%, ocorre a saturação do ar e a partir deste ponto, chamado de ponto de orvalho, a água condensa. É nesse momento em que pode acontecer a neblina.
Se a umidade relativa for de 100%, na mesma temperatura, ela parece ser de 27 °C. Em outras palavras, se o ar estiver em 24 °C, e contiver vapor saturado de água, então o corpo humano se resfria à mesma taxa que teria se estivesse em 27 °C, com o ar seco.
Além disso, a alta umidade do ar pode aumentar em até 40% a proliferação de fungos, ácaros e bactérias. Esses microrganismos são nocivos para a saúde e desencadeiam crises de doenças respiratórias como asma, rinite, bronquite e sinusite.
Para facilitar a explicação, quando o nível de umidade relativa do ar está 0% significa a ausência de vapor d'água. Quando está 100%, é sinal que atingiu o limite e passa a ocorrer a precipitação d'água em estado líquido.
A baixa umidade do ar afeta de forma significativa o organismo humano. Garganta irritada, sangramento nasal, doenças respiratórias (como rinite e asma), dor de cabeça, sensação de areia nos olhos e pele ressecada são alguns dos sintomas que podem surgir.
A alta umidade pode causar constrição brônquica, o que significa que suas vias respiratórias se estreitam, acrescentou Sharma. Isso é mais arriscado para pessoas com asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).
A baixa umidade do ar pode acarretar problemas mais sérios, como: Aumento de alergias, devido ao ressecamento de mucosas. Ressecamento da pele. Irritabilidade dos olhos.
Os microrganismos são responsáveis por desencadear não apenas crises alérgicas intensas e graves problemas respiratórios, ao liberarem toxinas nocivas ao ser humano, como também podem causar danos materiais com a perda de móveis e aparelhos eletrônicos.
Agravamento de Doenças Respiratórias Crônicas: Condições como asma, bronquite crônica e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) tendem a piorar em clima seco. O ressecamento das vias aéreas pode desencadear crises de asma e exacerbações da bronquite, causando tosse, falta de ar e desconforto geral.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a taxa ideal de umidade relativa do ar para o organismo humano está entre 40% e 70%. Abaixo de 30%, a situação é de alerta, podendo causar problemas como cansaço, dor de cabeça e ressecamento das narinas e olhos.
Algo preocupante, quando se sabe que o ideal, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é que ela varie entre 50% e 80%. É por isso que, quando os níveis estão entre 20% e 30%, as regiões entram em estado de atenção.
Já em relação aos aspectos humanos, a umidade do ar contribui para o aumento de problemas de saúde, como ressecamento e sangramento das mucosas, como nariz e boca; casos de síndromes respiratórias e alérgicas; e irritação dos olhos.
O que acontece quando a umidade está alta? A umidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde é entre 50% e 60%. Quando o índice está acima, há proliferação de fungos e bactérias. Estes, por sua vez, são os agentes causadores de mofo e bolor, o terror das paredes.
- Adquira um desumidificador ou um ar-condicionado com função de desumidificar (“dry” em alguns modelos). “Ele atua como uma estufa, retirando umidade do ar”, explica o professor. - Pinte a parede em questão com tinta antimofo, disponível no mercado em diversas marcas.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade ideal para a saúde dos seres humanos deve estar entre 50 e 60%. Por isso, quando o índice fica entre 21% e 30%, é decretado o estado de atenção, como ocorreu nesta segunda-feira em São Paulo.
O que acontece quando a umidade do ar atinge 100%?
Quando a quantidade dessas partículas atinge seu valor máximo, ou seja, uma umidade relativa de 100%, ocorre a saturação do ar e a partir deste ponto, chamado de ponto de orvalho, a água condensa. É nesse momento em que pode acontecer a neblina.
A menor umidade relativa já registrada foi de 0,3% em 2017, no Irã. 0%, em condições naturais, é essencialmente impossível, já que não poderia haver uma mísera molécula de H2O no ar. Já o 100%, que acontece na natureza às vezes, indica que o ar está saturado e não pode absorver mais água.
Outro aspecto das áreas de umidade do ar alta é a maior ocorrência de chuvas devido à saturação do ar. O contrário acontece em áreas de clima seco, em que a umidade do ar é baixa. Pela presença menor de vapor na atmosfera, a perda de calor nessas regiões é maior.
Quando a umidade do ar está muito baixa, ou mesmo, muito alta pode haver problemas, principalmente respiratórios. Com a umidade muito baixa (menos que 30%), as alergias, sinusites, asmas e outras doenças tendem a se agravar. Já, quando a umidade do ar é muito alta, podem surgir fungos, mofos, bolores e ácaros.
Se a alta umidade do ambiente está causando transtornos, algumas medidas podem ser tomadas. Tomar banhos menos quentes e abrir as janelas para aumentar a ventilação natural pode ajudar, mas não são atitudes tão efetivas.
Quando o calor está associado ao tempo seco, há baixa umidade do ar. A umidade ideal para dormir fica entre 30 e 50%. Qualquer porcentagem menor, algo comum durante o verão em muitas partes do país, pode dificultar o sono por dois motivos: falta de conforto e congestionamento das vias aéreas.
A umidade fica mais alta: Sempre que chove devido à evaporação que ocorre posteriormente, Em áreas florestadas ou próximas aos rios ou represa, Quando a temperatura diminui (orvalho).
Além disso, tem que ficar de olho no tempo que o umidificador pode ficar ligado tratando o ar, viu? Dá pra ativar o equipamento uns minutos antes de pôr a criança pra dormir e desligar depois de 3 ou 4 horas. Assim, fica mais fácil evitar o excesso de água no cômodo e manter o ambiente bem gostoso!