Assim que inalada, a fumaça passa pela boca e garganta, chegando aos pulmões. A nicotina é distribuída pelo sistema circulatório, atingindo o restante do corpo e chegando rapidamente ao cérebro, causando alteração no humor e relaxamento (é considerada um estimulante leve)3,4.
A sensação imediata de relaxamento após fumar é causada pela nicotina. Ela ativa a dopamina, que atua nos centros de prazer do cérebro. Em compensação, a nicotina também atrapalha a liberação da melatonina – hormônio fundamental para o sono – e favorece a adrenalina, que é estimulante.
Acontece que o hábito de fumar paralisa e eventualmente destrói parte da mucosa dos pulmões, enfraquecendo esse mecanismo de proteção natural – e aumentando a probabilidade de infecção. Os danos mais comuns são o desenvolvimento de bronquite, bronquiolite e enfisema – além do câncer.
Além do estímulo à produção de dopamina, a nicotina também provoca vasoconstrição (os vasos sanguíneos "apertam-se" diminuindo seu diâmetro) e aumento da pressão arterial. Ela faz mais ainda: causa mutações no DNA das células, que passam a se reproduzir de forma deficiente - isso constitui precisamente o câncer.
A nicotina aumenta discretamente a frequência cardíaca, a pressão arterial e a frequência respiratória. Pessoas que fumam podem sentir aumento de energia e excitação, aumento da capacidade de concentração, diminuição da tensão e ansiedade, e uma sensação de prazer e recompensa.
No início do consumo, ela pode mesmo causar tontura, formigamentos e pequenas alterações do humor. Em geral, essas sensações passam à medida que a pessoa começa a consumir cigarros com maior freqüência. Ficar meio zonzo e "chapado" são experiências que podem acontecer com algumas pessoas que estão começando a fumar.
Os múltiplos efeitos positivos reforçadores da nicotina como melhoria do estado de humor, diminuição da ansiedade; aumento de concentração, pensamento e aprendizagem (Lopes & cols., 2002) têm a capacidade de auxiliar, pelo menos momentaneamente, as pessoas com transtornos mentais.
O fumo causa no Sistema Nervoso Central, num primeiro momento, a elevação leve no humor e diminuição do apetite. O que parece ser prazeroso no começo, causa dependência e vício. O tabaco é prejudicial também para quem se encontra junto do fumante. Além do desconforto, o fumo causa doenças imediatas ou a longo prazo.
E a nicotina também tem seu papel nesse processo, por também causar uma diminuição dos níveis de oxigênio no sangue, ocasionando a piora dos sintomas de cansaço.
Para evitar brisa errada relacionada a crises de ansiedade, prefira ervas que tenham mais CBD, pois ele ajuda a equilibrar os efeitos do THC e a manter a onda numa boa.
O consumo excessivo de bebidas alcoólicas mata mais rápido do que o fumo. É o que sugerem investigadores da University Medicine Greifswald, na Alemanha. O estudo revela ainda que o álcool é especialmente perigoso para as mulheres e que os alcoólicos morrem cerca de 20 anos mais cedo, em média, do que a população geral.
A nicotina também ativa áreas do cérebro que são encarre- gadas da produção de sensações de prazer e recompensa. Recentemente, os cientistas descobriram que a nicotina faz elevar os níveis de um neurotransmissor chamado dopamina, nas partes do cérebro que produzem sensações de prazer e recompensa.
Dor de cabeça, irritabilidade, dificuldade de concentração, ansiedade e alteração do sono são alguns dos sintomas da abstinência do cigarro. Esse conjunto de reações desconfortáveis, que podem incluir o aumento do apetite, tristeza e até depressão, é chamado de síndrome de abstinência da nicotina.
Maconha é menos mortal que álcool e tabaco, afirma estudo. São Paulo - Um estudo científico comparou os efeitos de sete drogas recreativas nos seres humanos e concluiu que a maconha é a menos mortal delas.
Fumantes de cachimbo podem achar que correm menos riscos porque não estão tragando a fumaça, mas o pneumologista Elton afirma que "há evidências científicas de que, mesmo sem a pessoa tragar, tanto o charuto quanto cachimbo podem ser tão nocivos quanto o cigarro".
Os fumantes tendem a ser mais extrovertidos, tensos, impulsivos, depressivos, ansiosos e com mais traços de neuroticismo, psicoticismo, busca de sensações estimulantes/excitantes (busca de sensação), e tendências a comportamentos anti-sociais/não convencionais, em relação aos ex-fumantes e não-fumantes.
Mesmo quem fuma uma vez por dia ou fumou pela primeira vez já consegue sentir os efeitos malignos que o cigarro pode causar ao organismo; veja. Apenas um trago.
No prazo de 30 minutos desde o último cigarro, a pressão arterial e o pulso diminuem e voltam ao normal. No prazo de oito horas, os níveis de monóxido de carbono voltam ao normal.
A maioria dos fumantes acendem o primeiro cigarro por curiosidade e de forma recreativa. O cigarro está muito associado aos lugares e situações que as pessoas buscam para se divertir. Nesse aspecto, a influência dos amigos, ídolos e pessoas próximas exercem um grande poder.
Na sequência, a nicotina produz aumento no batimento cardíaco, na pressão arterial, na frequência respiratória e na atividade motora. Algumas pessoas podem sentir também efeitos colaterais, como náuseas, tontura e cefaleia.
Estudos indicam que o tabagismo diminui a expectativa de vida dos homens em aproximadamente 12 anos e das mulheres em 11 anos. Não existe nenhuma outra atitude que traga tanto impacto positivo para a nossa saúde quanto a de não fumar ou, para aqueles que fumam, parar de fumar", avalia o dr.
A sensação de tremor no corpo é ocasionada porque a maconha afeta nosso equilíbrio, já que ela afeta regiões cerebrais que coordenam questões de equilíbrio, coordenação motora, postura e noção de tempo.
Para se ter uma ideia, a fumaça do cigarro tem mais de 4.700 substâncias tóxicas, inclusive 70 cancerígenas, sendo as principais a própria nicotina, o monóxido de carbono e o alcatrão². A nicotina eleva a pressão arterial e aumenta o ritmo dos batimentos cardíacos. Ela também pode provocar náuseas e vômito.