Ouro. Por incrível que pareça, o ouro ocupa o terceiro lugar no ranking dos melhores condutores elétricos naturais, apresentando uma condutibilidade de 43,5 S* m/mm². Por ser uma alternativa com um custo ainda mais alto que a prata, torna-se inviável o uso do ouro em larga escala.
Entretanto, para conexões elétricas, em que a corrente elétrica deve passar de uma superfície para outra, o ouro leva muita vantagem sobre os demais materiais, pois sua oxidação ao ar livre é extremamente baixa, resultando numa elevada durabilidade na manutenção do bom contato elétrico.
Existem diferentes tipos de condutividade, incluindo condutividade elétrica, térmica e acústica. O elemento mais eletricamente condutor é a prata , seguido pelo cobre e ouro. A prata também tem a maior condutividade térmica de qualquer elemento e a maior refletância de luz.
Outro destaque é sua alta condutividade elétrica, sendo o terceiro metal com maior condutividade da Tabela Periódica, ficando atrás apenas de outros dois metais de seu grupo: a prata, a maior condutora de todos eles, e o cobre, o segundo maior condutor de eletricidade.
A excelente condutividade elétrica é principal razão para utilizar o cobre em sistemas elétricos. Isso porque o cobre apresenta a resistência elétrica mais baixa entre todos os metais não-preciosos.
Por isso, dizemos que é normal e quase inevitável que peças de ouro escureçam. O suor humano contém ácido úrico, que é considerado um agente químico. E, quando as moléculas do metal entram em contato com a luz ou com agentes químicos, junto ao oxigênio, se dá a oxidação (ou escurecimento) da peça!
A principal vantagem do alumínio é a relação de condutividade elétrica por conta de seu peso leve, o que o torna particularmente interessante para tais aplicações. O alumínio é aproximadamente 66% mais leve e conduz 61% da energia elétrica quando comparado ao cobre, por exemplo.
Observe que o diamante não possui ligações duplas, mas os seus carbonos possuem hibridização sp3 (tetraédrica), portanto seus cristais são arranjos desses tetraedros, cuja conformação atômica dificulta o trânsito dos elétrons de modo linear e, portanto, torna o diamante um mau condutor de eletricidade.
Quimicamente, o ouro é um metal de transição e um elemento do grupo 11 (anteriormente chamado IB) da tabela periódica, e de massa atómica 197 u. É um dos elementos químicos menos reativos e é sólido em condições padrão. Na natureza, o ouro é produzido a partir da colisão de duas estrelas de nêutrons.
A prata é de longe o metal mais condutor da Terra. Isso ocorre porque esse metal possui apenas um elétron de valência. Além disso, esse único elétron é livre para se movimentar com pouca resistência. Como resultado, metais como prata e cobre são alguns com essa característica particular.
Em suma, a melhor condutividade elétrica e consequente capacidade de corrente, e a maior condutividade térmica fazem do cobre a melhor escolha. comum, sendo universal para as aplicações elétricas) e alumínio das séries 1xxx (séries denominadas de alumínio puro).
Sua validade é indeterminada. Isso porque o ouro é um metal considerado nobre. Esses metais têm a capacidade de resistir à corrosão, que é a deterioração causada pela oxidação. Eles não podem ser danificados por quase nenhum produto químico.
Um exemplo claro de oxidação em metais nobres como o ouro abaixo de 9k é o escurecimento que apresentam quando estão expostos a água ou ar por um longo período de tempo, que faz com que as Jóias absorvam a umidade corroendo a superfície causando o escurecimento.
Já o ouro 18k pode sofrer uma oxidação superficial, porém um simples polimento traz de volta todo o brilho e encanto da joia. O 75% de ouro puro não oxida, mas os 25% de liga podem oxidar.
Males condutores são aqueles que conduzem pior a eletricidade, já que possuem valores menores de condutividade elétrica do que outros materiais. Por exemplo, a borracha é considerada um dos piores condutores, já que apresenta uma condutividade elétrica de 1,1⋅10−15(Ω⋅m)−1.
No caso do vinagre, dentre esses íons há uma grande concentração de íons H+. Os eletrodos são dois pedaços de metais, que reagem quimicamente com a solução. Quando mergulha-se o eletrodo de cobre na solução condutora, não há condições para uma reação química entre a placa de cobre e a solução.
Como dito acima, o silicone é um isolante elétrico muito mais eficiente do que o plástico convencional; esse já é um fator que demonstra a confiabilidade de uma resistência dessa matéria-prima.
O cobre e o alumínio são os metais que apresentam maior potencial de condutividade térmica. Na contrapartida, o aço e o bronze possuem as mais baixas. Essa característica acaba sendo decisiva na hora de escolher o metal para uma determinada solução.