Além disso, o jejum pode proteger as células normais da toxicidade dos agentes anticancerígenos, reduzindo os efeitos colaterais nos pacientes e aumentando os efeitos nocivos da quimioterapia, radioterapia e terapia direcionada em células tumorais", diz o estudo.
Quando uma célula se torna cancerosa, aparecem novos antígenos, desconhecidos para o sistema imunológico, na superfície na célula. O sistema imunológico pode considerar esses novos antígenos, designados antígenos tumorais, estranhos e pode ser capaz de bloquear ou destruir essas células cancerosas.
O que é bom para acabar com as células cancerígenas?
Anticorpos monoclonais, vacinas contra o câncer e as Car T- Cells – células produzidas em laboratório derivadas das mais importantes células de defesa do nosso organismo – são os principais tipos de imunoterapia usados hoje para o combate às células tumorais.
CÂNCER E JEJUM INTERMITENTE MATANDO CÉLULAS CANCERÍGENAS COM JEJUM
O jejum intermitente mata o câncer?
Então, o jejum intermitente causa câncer? Não exatamente. O experimento não demonstra que o jejum intermitente causa câncer. De acordo com o pesquisador, na verdade, o trabalho indica que a proliferação de células no intestino é maior ao fim do jejum.
É um momento em que o corpo “elimina os resíduos tóxicos acumulados”. “Quando uma pessoa jejua não gasta energia no processo de digestão e assimilação de nutrientes e essa energia é utilizada para os processos de eliminação e autocura”, aponta.
Pesquisadores do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, nos Estados Unidos, apontam que uma dieta restrita, com jejum, pode ajudar o sistema imunológico a combater o desenvolvimento de tumores. Os resultados foram publicados na última sexta-feira (14/6), na revista Immunity.
Como posso ajudar a regenerar as células do meu corpo?
Você sabia que é possível ajudar a renovar as células do nosso corpo? Para a renovação celular é preciso ingerir alimentos que possuem a chamada Coenzima q(10), um importante nutriente. produzido naturalmente pelo organismo, mas que também pode ser obtido por meio de uma alimentação específica.
Os achados do estudo se somam a outras evidências que sugerem que jejuar durante os ciclos de quimioterapia pode reduzir a toxicidade e os efeitos adversos associados ao tratamento.
Pratique atividades físicas todos os dias: A prática de atividades físicas promove um bem geral ao organismo e também protege contra o câncer. Isto se deve graças a capacidade, em especial de exercícios aeróbicos, de diminuir a circulação das citocinas pró-inflamatórias em nosso organismo.
Como toda doença, alguns tipos de câncer têm cura e outros não. Tudo depende essencialmente do tipo de tumor maligno e do estágio em que esse câncer se encontra no momento do diagnóstico. As possibilidades de cura estão diretamente relacionadas com tempo em que o tumor é detectado no paciente.
“Carboidratos (pão, farinha de trigo, açúcar, arroz etc) alimentam o tumor.” A principal função dos carboidratos é fornecer energia (glicose) para as células. Todas as células do nosso organismo precisam de glicose.
Pequenas partículas são utilizadas para agir sobre o tumor, sendo elas simples, aderidas a quimioterápicos (na quimioembolização) ou a substâncias radioativas (na radioembolização). Cada uma dessas técnicas tem indicação diferentes para diferentes tipos e de agressividade dos tumores.
A vitamina A possui importante papel no processo de renovação celular e inibição de quadros de infecção. Sua deficiência está relacionada à redução do funcionamento de células de defesa, como os linfócitos. Essa vitamina pode ser encontrada em óleos, vegetais, frutas e alimentos de origem animal.
Oppermann conta que a partir de 16 horas em jejum o corpo realiza a autofagia e os efeitos benéficos da prática, pensando do metabolismo a perda de peso, principalmente de gordura, continuam os mesmos. “Imagine que no nosso corpo todos os dias células se replicam, morrem, renascem.
O que acontece com as células no jejum intermitente?
De acordo com o estudo, foi identificado, no período pós-jejum, uma proliferação intensa de células-tronco intestinais. O fenômeno pode gerar benefícios, mas também riscos ao organismo, etre eles maior vulnerabilidade ao surgimento de tumores.
A integridade do sistema imunológico, a capacidade de reparo do DNA danificado por agentes cancerígenos e a ação de enzimas responsáveis pela transformação e eliminação de substâncias cancerígenas introduzidas no corpo são exemplos de mecanismos de defesa.
O jejum terapêutico pode ser usado para melhorar o metabolismo do organismo, diminuindo o estresse oxidativo e a inflamação, promovendo o emagrecimento e ajudando a prevenir algumas situações, como envelhecimento precoce, síndrome metabólica, pressão alta e diabetes.
O período de jejum pode variar de 10 a 24 horas, podendo ser feito diariamente ou somente em alguns dias da semana. A definição desses parâmetros depende da adaptação e do histórico de saúde de cada paciente.
Além disso, o coração fica mais resistente, a pressão arterial diminui, o controle dos níveis de glicose no sangue aumenta, a inflamação intestinal reduz e o estado da microbiota intestinal melhora. O jejum pode inclusive ajudar a melhorar a qualidade do envelhecimento, algo que ainda está sendo estudado.