Acredita-se que seja dado por Olodumarê a tudo - deuses, ancestrais, espíritos, humanos, animais, plantas, rochas, rios e palavras expressas como canções, orações, louvores, maldições ou até conversas cotidianas. A existência, de acordo com o pensamento iorubá, depende disso.
Axé significa "força, poder" mas também é empregada para sacramentar certas frases ditas entre o povo de santo, como por exemplo: Eu digo: - "Eu estou muito bem." Outro responde: -"Axé!" Esse "axé" aí dito equivaleria ao "Amém" do Catolicismo ("que Deus permita").
Os umbandistas acreditam na existência de um deus soberano chamado Olorum (equivalente a Olódùmarè). Eles também creem na imortalidade da alma, na reencarnação e no carma, além de reverenciar entidades, que seriam espíritos mais experientes que guiam as pessoas.
Acredita-se que seja dado por Olodumarê a tudo - deuses, ancestrais, espíritos, humanos, animais, plantas, rochas, rios e palavras expressas como canções, orações, louvores, maldições ou até conversas cotidianas. A existência, de acordo com o pensamento iorubá, depende disso.
REVELADO!!! O Candomblé acredita em DEUS? - EP #47
Tem a palavra Oxalá na Bíblia?
Jeremias 9. 1 Oxalá a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos numa fonte de lágrimas, para que eu chorasse de dia e de noite os mortos da filha do meu povo! 2 Oxalá que eu tivesse no deserto uma estalagem de viandantes, para poder deixar o meu povo, e me apartar dele!
A palavra axé é utilizada no contexto das religiões afro-brasileiras, principalmente em cumprimentos. Ela tem sua origem na língua iorubá e significa força de realização, poder e desejo felicidade.
As expressões “Axé” e “Amém” representam tradições religiosas distintas, mas igualmente válidas. Enquanto “Axé” é uma saudação nas religiões de matriz africana, “Amém” é comumente associado ao cristianismo. Ambas refletem valores essenciais para aqueles que as utilizam, como positividade, fé e conexão espiritual.
"Laroyê, Exu", que também pode ser escrito como "Laroiê, Exu", é uma expressão usada como saudação à entidade Exu. Ela pode ser traduzida como "Salve, mensageiro", com uso sendo comum em rituais do Candomblé e da Umbanda.
O evangelho de Jesus Cristo é uma das suas referências morais por meio de valores como caridade e fraternidade – o próprio Cristo é uma figura de destaque na figura do orixá Oxalá. A religião prega também a imortalidade da alma, a reencarnação, e a existência e a interação com entidades espirituais.
Quando se veem as primeiras Bíblias traduzidas para o iorubá ou fon-ewe, Exu ou Legba é traduzido como “evil”, o mal (em inglês), o diabo. Mesmo o Alcorão traduzido para o iorubá o coloca como ash-Shaitan, o demônio.
Formalmente a religião umbanda foi organizada por Zélio Fernandino de Morais, quando ele reuniu rituais africanos e católicos ao espiritismo kardecista. A umbanda tem como princípios a crença em um deus único, nos orixás e em entidades espirituais, bem como a prática da caridade, fraternidade e não discriminação.
Axé na linguagem iorubá significa poder, energia e força presente em cada ser e coisa. Nas religiões afro-brasileira significa energia sagrada nos orixás. Dentro e fora do contexto religioso axé é uma saudação utilizada pra desejar felicidade e boa sorte.
Nesse sentido, passam a conviver, no âmbito dos credos afro-brasileiros, o Exu-Orixá (cultuado pelo candomblé) e o Exu-Egum (reverenciado pela umbanda).
De acordo com o secretário de Diversidades e Comunidades Tradicionais, Pai Santiago Buavas, pode-se celebrar Oxalá no Natal, pois é o Orixá que proporciona vida e harmonia. Segundo ele, sabe-se que Oxalá não é Jesus Cristo, porém o sincretismo foi necessário em uma época de repressão, ódio e intolerância ao batuque.
Exu é um orixá do panteão africano conhecido como mensageiro, e nada tem a ver com o diabo, que é uma criação judaico-cristã, a qual é atribuída a missão de roubar, matar e destruir. Curiosamente, algo que o deus bíblico também faz. Pelo menos, segundo as ações e comportamentos de profetas inspirados por ele.
O termo Zambi foi escolhido para designar a Divindade Suprema na Umbanda por ser citado por Matta e Silva em suas obras e por ser bastante conhecido no meio umbandista como o deus criador ou Deus-Pai.