As telangectasias, conhecidas como vasinhos, são muito comuns entre as mulheres. O seu surgimento está associado a problemas na circulação venosa, mas também podem ser desencadeados pelo sedentarismo, gravidez, predisposição genética e obesidade. A boa notícia é que os vasinhos podem ser tratados.
“As causas das telangiectasias são genéticas, hormonais – gestação, anticoncepcionais – ou por permanecer longos períodos em pé. Lesões em outros órgãos podem gerar vasinhos no tórax e abdômen, mas não nos membros inferiores”, afirma. Existem diversos tratamentos para vasinhos no mercado estético.
Podem surgir em qualquer idade e não têm significado clínico; ou seja, não são classificadas como patologias que requerem tratamento. Na maioria das vezes, as telangiectasias são assintomáticas, mas alguns pacientes podem sentir queimação ou um leve desconforto no local.
É normal ter veias saltadas?” Ter veias saltadas é normal, pois se trata de uma característica física, muitas vezes relacionada com a proximidade das veias com a pele. Em algumas pessoas, as veias são mais superficiais, e por isso acabam aparecendo mais.
Histórico Familiar: Considerado o principal fator causal. Se outros membros da família tiverem vasinhos, há uma chance considerável de você também ter.
A telangiectasia é causada por ferimentos na pele ou alterações hormonais devido à gravidez ou ao uso de anticoncepcional, mas também pode ser indicativa de problemas no fígado e doenças reumatológicas, como a dermatomiosite e a esclerodermia, por exemplo.
Para eliminar os vasinhos nas pernas pode ser indicado o tratamento com cremes ou remédios na forma de comprimidos, escleroterapia, terapia com laser, termocoagulação e a cirurgia para remover os vasinhos, conhecida como microflebectomia.
Estas varizes podem formar-se no estômago devido ao aumento da resistência do fluxo sanguíneo na veia porta, o que pode ser causado por hepatite crônica, cirrose do fígado, esquistossomose ou uma trombose na veia porta, por exemplo.
Eles geralmente têm menos de 1 milímetro de diâmetro e podem aparecer em qualquer parte do corpo, embora sejam mais comuns nos membros inferiores. Embora possam ser considerados antiestéticos, os vasinhos geralmente não são perigosos e não causam sintomas significativos.
Dois grandes e importantes vasos estão situados no retroperitônio: a artéria aorta abdominal e a veia cava inferior. A partir desses vasos, surgem diversos ramos e tributárias que irrigam e drenam a parede abdominal, o músculo diafragma e as vísceras abdominais.
A principal diferença é o tamanho. “Variz é a denominação das veias tortuosas e dilatadas. 'Vasinhos' são as varizes de pequeno calibre, sendo uma denominação popular das microvarizes”, explica o angiologista Ricardo Nobili. Além disso, os “vasinhos” são vistos em camadas mais superficiais da pele.
Varizes esofágicas são causadas por hipertensão arterial nos vasos sanguíneos no fígado e ao redor dele (hipertensão portal). Varizes esofágicas geralmente não causam sintomas, mas podem sangrar espontaneamente. A hemorragia pode ser muito grave e causar choque ou até mesmo morte.
As varizes pélvicas são veias dilatadas, tortuosas e com função comprometida dentro da cavidade abdominal, predominantemente ao redor do útero e dos ovários. Constituem uma das causas de dor na região inferior do abdome (pélve).
Telangiectasia hemorrágica hereditária (síndrome de Rendu-Osler-Weber) é uma doença autossômica dominante que causa múltiplas lesões vasculares em várias partes do organismo, incluindo todo o trato gastrointestinal. O sangramento gastrointestinal raramente ocorre antes dos 40 anos de idade.
Os medicamentos anti-inflamatórios costumam aliviar a dor. Existem também medicamentos flebotônicos que auxiliam na drenagem venosa. O Ginecologista pode também prescrever um tratamento hormonal para bloquear a ovulação na tentativa de diminuir a vascularização da região pélvica.
Por fim, também são muito perigosas e sujeitas a sangramentos fatais as artérias localizadas nas axilas e a braquial ou umeral, na parte superior dos braços, antes dos cotovelos. Veias que vemos nos braços também podem ser atingidas em acidentes domésticos e sangrarem bastante.
Você deve começar a se preocupar caso se, além de ter as veias saltadas, você sentir algum tipo de sintoma, como dores, por exemplo. "Toda veia saltada que venha acompanhada de algum sintoma deve ser investigada. Como por exemplo, se você sentir dor nas pernas depois de um dia de trabalho.
Portanto, as veias dilatadas não representam uma condição médica grave, mas podem ser desconfortáveis e, em alguns casos, indicar um problema de saúde subjacente. Bem como falamos, veias saltadas podem até ser normal e fisiológico do nosso corpo.
A protuberância pode ocorrer por conta de alguma fraqueza na parede da aorta em que ocorreu a inflamação. Alguns médicos acreditam que esta inflamação pode ocorrer por conta de artérias entupidas (aterosclerose), mas esta também pode estar ligada à hereditariedade, traumas ou outras doenças.
Aneurisma é uma dilatação de um vaso sanguíneo (artéria ou veia). O aneurisma da aorta abdominal é um aneurisma que ocorre na aorta em sua porção intra-abdominal (dentro do abdômen).
Os vasinhos na perna surgem por causa da pressão da própria circulação, que acaba provocando dilatação dos vasos devido à retenção sanguínea. O resultado disso são aquelas marcas, como se fossem linhas feitas por caneta, tanto em tom avermelhado, quanto azul e roxo.
Os vasinhos nas pernas são causados por diversos fatores. Eles podem ser indicação de uma doença venosa, mas isso é raro. Na maioria das vezes, é por questões estéticas que as pessoas procuram por tratamentos para vasinhos. Entretanto, um médico deve ser sempre consultado.
Atualmente, o melhor tratamento para os vasinhos nas pernas é a associação de escleroterapia (aplicação) com o Laser transdérmico no próprio consultório médico.
Os vasinhos nas pernas normalmente não provocam problemas graves de saúde ou sintomas, tratando-se assim apenas de um incomodo estético, porém em algumas mulheres eles podem causar dor ou queimação na região, especialmente durante o período menstrual, sendo importante consultar o angiologista para fazer uma avaliação.