Existe atualmente uma explicação científica que mostra que a inteligência é herdada pelas crianças através dos genes das mães. De acordo com o jornal The Mirror, vários estudos indicam que o cromossoma X é responsável pelo gene da inteligência.
Os genes responsáveis pela inteligência estão contidos no cromossomo X. É por isso que os filhos herdam a inteligência das mães. As filhas recebem a inteligência de ambos. No entanto, no caso das meninas, apenas 40% da inteligência da genitora é herdada.
Assim, a inteligência é vista por Piaget como sendo, fundamentalmente, uma característica do indivíduo. Em se encontrando diferenças entre indivíduos, elas são consideradas principalmente como sendo devido a fatores hereditários, pois, a inteligência seria determinada principalmente por fatores genéticos.
Um estudo feito em 2012 pela Universidade de Ulm, na Alemanha, mostrou que a inteligência dos filhos é herdada da mãe. De acordo com os pesquisadores Horst Hameister e Ulrich Zechner, o cromossomo X seria o responsável por carregar os genes que determinam a capacidade intelectual das crianças.
Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (UNC), afirmam que, apesar do feto receber a mesma quantidade de material genético dos pais, ele sofre maiores influências dos genes paternos.
“Todo ser humano herda a mesma quantidade de cromossomos de pai e mãe, um total de 23 pares. E cada cromossomo carrega um número muito grande de genes. O pai contribui com 20 a 25 mil genes”.
Características e predisposições em comum. Além de algumas semelhanças físicas, herdamos muitas informações genéticas de nossos avós, incluindo algumas predisposições e características de nosso organismo que podem influenciar, inclusive, nossa saúde e bem-estar, rotina e comportamentos.
Na realidade, existem estudos que revelam que a inteligência das crianças é herdada da mãe e não do pai, avança o The Mirror. Pais, antes que contestem, existe uma explicação científica! Vários estudos mostraram que o cromossoma X é responsável por "transportar" a inteligência.
Basicamente, metade do material genético vem da mãe e outra metade do pai. Entendendo este conceito simples de genética, é possível fazer algumas previsões sobre o tipo sanguíneo de um bebê, apesar da variabilidade genética.
A habilidade é resultado de uma combinação de fatores genéticos e ambientais, mas estima-se que de 50% a 80% da capacidade intelectual é influenciada diretamente pelos nossos genes.
Somente as mães transmitem as mitocôndrias e, consequentemente, o DNA mitocondrial para os descendentes. Parte da explicação de como ocorre a herança materna das mitocôndrias se origina no próprio processo de fertilização. As mitocôndrias estão localizadas nas caudas dos espermatozoides.
Concluiu que o componente genético na variação da inteligência é de 54%. E mais, que o componente genético desta variabilidade aumenta quanto mais velhos ficamos; 20% na infância, 40% na adolescência, chegando a 60% nos adultos.
Os resultados, apontam os cientistas, indicaram que similaridades no comportamento entre pais e filhos são menos significativas do que se imaginava – é apenas ligeiramente mais provável que a criança compartilhe traços da personalidade com o pai ou com a mãe do que com um completo estranho, por exemplo.
Para Da Silva, a influência genética na inteligência aumenta com a idade. Uma criança destina 40% de sua herança genética para a inteligência. Na adolescência, esse número aumenta para 60% e, na fase adulta, chega a sofrer uma influência genética de 80%.
O que você vê fisicamente é a mistura dos genes (pequenas partes do DNA, ou seja, moléculas que coordenam o nosso desenvolvimento) do seu pai e da sua mãe. Mas, ainda que você seja a mistura dos dois, o DNA de ninguém é igual – é o que causa as diferenças e semelhanças com nossos parentes.
Segundo o especialista, o pai, ou representante masculino, passa para o filho apenas uma das cópias dos seus genes, assim como a mãe. Então, se os genes herdados tenderem a compor a "paleta de cores" mais claras, o filho terá uma cor de pele mais clara que a dos pais.
Como falamos acima, a inteligência pode ser estimulada e desenvolvida a partir de diferentes hábitos e comportamentos, mas também por fatores genéticos, que são herdados dos pais biológicos.
Resumindo: Pai e/ou mãe - AA , todas as combinações terão ao menos um A no material genético, por isso 100% de chance do(s) filho (s) nasceram com olhos escuros.
As avós maternas passam 25% desse cromossomo a todos os seus netos, isso permite ao público herdar os seus genes. Já, as avós paternas só transmitem seus cromossomos X para as netas e não aos netos.
Fatores genéticos, a saúde, a estimulação, os cuidados que recebe, o estilo de vida, as experiências a que é exposta e, sobretudo, o ambiente são todos, junto com a amamentação, é muito importante para o pleno desenvolvimento da inteligência da criança.
Os resultados mostram que meninos e meninas se parecem mais com sua mãe no primeiro ano de vida, mas que os meninos começam a se assemelhar mais com seu pai a partir dessa idade. Pelo contrário, as meninas continuam parecendo-se mais com sua mãe até completar seis anos, idade máxima das crianças analisadas no estudo.
Os avós desempenham um papel fundamental quando atuam como companheiros dos pais na missão de cuidar dos netos (Oliveira, 2007). Eles orientam os filhos, transmitindo o conhecimento adquirido em sua própria experiência enquanto pais.
Avós são os pais de nossos pais, a mãe e o pai de cada um deles. Assim, os pais da mãe são os avós maternos e os pais do pai são os avós paternos. Muito bem. O filho de Eliza Samudio tem como avós maternos Sônia Fátima Silva de Moura e Luiz Carlos Samudio, ou seja, os pais dela.
Qual é a explicação genética? Raskin afirma que primos de primeiro grau compartilham, em geral, 12,5% de seu DNA. Caso apenas as mães - ou os pais - sejam gêmeos, esse percentual sobe para 25%. Sendo pais gêmeos e mães gêmeas, eles compartilham 50% do DNA - bem acima do que os primos comuns, de casais não gêmeos.