Muitas vezes a deusa pode ser chamada de Devi e pode, também, ser considerada manifestações femininas de diversos deuses, como de Shiva, quando recebe o nome de Parvati; de Bhrama, sendo chamada de Sarasvati; e de Vishnu, sendo chamada de Lakshmi.
No Sanātana Dharma, o conceito de Deus pode variar de acordo com as muitas denominações existentes da religião. De forma predominante, há a crença em um único Deus (Brahman) que se manifesta em diversas formas e nomes, podendo ser uma fé considerada monista e henoteísta, e em certa medida, até mesmo monoteísta.
O Trimurti era composto por Brama, Shiva e Vishnu. Brama era conhecido também por Brihm ou Brahm, e desde o início foi considerado como o deus supremo do panteão hindu. Associados ao Trimurti surgem outros deuses, como Indra e Vayu (associados a Vishnu) e Varuna e Yama (a Shiva). Cada deus Trimurti era hermafrodita.
Jesus é Deus entrando na história humana para animá-la de dentro e conduzi-la à sua plenitude. Ao mesmo tempo, ele é também o mistério cósmico da Palavra, presente e ativo em toda parte e em todos os tempos. Nele, o mistério divino-cósmico e a história humana se harmonizam. Ele é nosso caminho para Deus.
Rama é considerado pelos hindus uma das encarnações de Vishnu, um avatara (encarnação divina) assim como Jesus para os cristãos e Buda para os budistas. Para os hindus, de tempos em tempos, nasce um ser iluminado na terra (um avatara), cada um com uma missão a cumprir como foi com Jesus, Buda, Krishna…
O Alcorão Sagrado assim descreve Jesus: ele foi entregue por Deus a Maria, filha de Imran, que o criou sem pai, assim como Adão foi criado sem um pai também. Sua mãe Maria deu à luz a Jesus sem ser tocada por homem.
Shangti. Shangti era o deus supremo da lei, ordem, justiça e Criação. É conhecido como o Imperador de Jade, Imperador Amarelo ou Yu Huang Shang-Ti, embora haja algumas distinções entre esses nomes, e o título de Imperador de Jade surge associado a uma outra divindade.
Ele é filho de Parvati e Shiva e tem atributos masculinos e femininos. Com essa dupla força, Ganesha tem o poder de vencer todos os obstáculos. Ele também é o escritor do Mahabharata, obra de sabedoria necessária para o progresso do ser humano.
A palavra hindu é um exônimo e embora o hinduísmo tenha sido considerado a religião mais antiga do mundo, também foi descrito como Sanātana Dharma ("darma eterno"), um uso moderno, baseado na crença religiosa de que suas origens estão além história humana, conforme textos sagrados hindus.
Brahma, Shiva, Vishnu, Ganesha, Lakshmi são alguns dos seus principais deuses. Existem atualmente cerca de 1 bilhão de praticantes do hinduísmo no mundo.
Iama (em védico: यम; romaniz.: Yama), no mitologia hindu, é o deus da morte, rei dos antepassados e juiz final sobre o destino das almas. É citado como Restritor, Pretaraja (lit. "rei dos fantasmas"), Darmaraja (Dharmaraja; (lit.
Sabe-se que os muçulmanos consideram Jesus como um profeta que foi morto, mas para eles é inadmissível que aquele profeta possa identificar-se com Deus. De outra parte, todas as religiões, exceto o cristianismo, também consideram escandalosa tal equiparação.
Os dois livros têm algumas diferenças entre si. Primeiramente, a Bíblia é um livro escrito por homens que foram inspirados por Deus na crença cristã. Isso se difere do Alcorão, que se estabeleceu pelas revelações de Allah a Muhammad, sendo, portanto, as próprias palavras de Allah.
O contato de Jesus com o budismo também está em A Vida de São Issa. Escrito no século 2, o texto fala de um profeta de Jerusalém que estudou num mosteiro do Nepal. Até hoje, budistas consideram Jesus um botisatva, “homem iluminado”, em sânscrito.
Um avatar é uma forma encarnada de um Ser Supremo, e tais incontáveis formas divinas residem em um plano espiritual. Quando essa forma despersonalizada de Deus transcende daquela dimensão elevada para o plano material do mundo, Ele - ou Ela - é conhecido então como a encarnação ou Avatara.
Os seguidores do hinduísmo acreditam em vários deuses e na reencarnação. Segundo o hinduísmo, os seres humanos morrem e renascem várias vezes. Ao longo de muitas vidas, eles têm a oportunidade de evoluir, até chegar a um estágio em que se unem a Brahman, a realidade suprema.
Embora a palavra kami possa ser usada para se referir a um único 'deus', ela também pode ser usada no coletivo para designar uma miríade de 'deuses' os quais têm sido o objeto central do culto no Japão desde o período Yayoi. Os kami são parte de todas as formas de vida e se manifesta em diversas formas.