Quando vista do polo norte celeste (ou seja, da direção aproximada da estrela Polaris), a Lua orbita a Terra no sentido anti-horário e a Terra orbita o Sol no sentido anti-horário, e a Lua e a Terra giram em seus próprios eixos no sentido anti-horário.
Na prática, o satélite natural vai alcançar os pontos mais extremos em relação à Terra, o que o leva a fazer uma trajetória maior no deslocamento ao redor do nosso planeta. Por esse motivo, ela fica mais visível aos olhos das pessoas e provoca a sensação de que ficou "congelada" no horizonte.
Com o passar dos anos, a Lua sincronizou o seu movimento de rotação e de translação com a Terra, ou seja: enquanto completa uma volta em torno da Terra (translação), a Lua também completa uma volta em torno de si mesma (rotação). Isso faz com que ela tenha sempre a mesma face voltada para o nosso belo planeta azul.
O movimento de rotação é o que ela faz em torno do seu próprio eixo. O movimento em que a Lua gira em torno da Terra é chamado de revolução. Dura aproximadamente 28 dias, assim como a rotação, e é ele que permite a existência das quarto fases, de 7 em 7 dias.
Costa explica que, a cada dia, a Lua nasce aproximadamente 55 minutos mais tarde em relação ao dia anterior, isso porque está girando em torno da Terra. Na fase Minguante, cerca de sete dias depois da Cheia, ela nasce ao redor da meia-noite no leste e se põe em torno do meio-dia no oeste, sendo visível pela manhã.
Não é que a Lua não gire, ela gira, apenas gira na mesma velocidade de seu giro orbital. Como resultado dessa rotação síncrona, da Terra vemos apenas um lado da Lua, congelado, sem rotação aparente. Da mesma forma, do outro lado há um hemisfério inteiro invisível, o lado oculto da Lua.
A velocidade de giro da Lua ao redor da Terra mantém-na em um movimento de queda infinito ao redor do planeta, por isso, o astro nunca atinge o solo terrestre. O movimento da Lua não encontra resistência no espaço, pois ocorre no vácuo, a velocidade é mantida e nosso satélite sempre se manterá em órbita.
Na escola, aprendemos que a Terra gira ao redor do Sol e em seu próprio eixo - os movimentos responsáveis pela existência do dia e da noite, além das estações; mas há outros movimentos realizados pelo planeta. Para girar sobre seu próprio eixo, a Terra leva exatamente 23 horas, 56 minutos e 4,1 segundos.
É tudo por causa da gravidade, uma força que atrai todos os objetos para o centro do planeta. A gravidade é uma espécie de cola invisível que nos mantém grudados à Terra.
Isso quer dizer que, já que a Lua está a, mais ou menos, 384 405 quilômetros da Terra, você vai andar, andar, andar e a diferença angular da sua posição em relação à dela, que determina a chamada velocidade angular, não vai variar quase nada. E aí surge a sensação de que ela não se move. Ou de que está seguindo você.
A velocidade de rotação do satélite é muito lenta: demora 27,3 dias terrestres para dar uma volta em torno de si — e esse é o mesmo tempo que o astro leva para completar uma única órbita ao redor da Terra. É justamente por isso sempre a mesma face da Lua está voltada para nós.
Porque a lua está girando em torno da terra e de si mesma. Esses dois movimentos têm a mesma duração, a lua demora quase um mês para girar em torno de si mesma e em torno da terra. É por isso que só vemos uma face da lua, ela gira e está sempre olhando para a terra.
A Terra gira por volta de 28 vezes mais rápido sobre seu eixo do que a Lua em torno da Terra. Contudo, a sincronia está gradualmente sendo buscada pelo sistema. A Lua, em virtude das marés por ela provocadas na Terra, está literalmente freando a rotação da Terra, e os dias siderais vêm a cada dia ficando maiores.
A sonda LCROSS detectou uma quantidade significativa de íon de hidroxilo (OH), algo que poderia ser atribuído à presença de gelo na cratera, mas também aos hidratos, que são sais inorgânicas que contêm moléculas de água unidas quimicamente. Uma análise posterior anunciou que a concentração de água era de cerca de 6 %.
A partir desta sexta-feira (21), a Lua deve passar mais tempo brilhando no céu graças ao lunistício, fenômeno que ocorre aproximadamente a cada 18 anos. O período de “paralisação lunar” pode ser observado até meados de 2025, com pico em janeiro do próximo ano.
Apesar de verem a mesma fase independente da longitude, observadores ao redor do globo terrestre em diferentes latitudes percebem uma ligeira diferença na forma com a qual a Lua se apresenta no céu.
O nome dela é Lua! A palavra vem do latim Luna, que na mitologia romana era o nome da deusa relacionada ao satélite que orbita o planeta Terra. A deusa ligada ao astro também existia na mitologia grega. Por lá se chamava Selene, mas esse nome não pegou.
A velocidade da Lua é tangencial à sua trajetória ao redor da Terra e, sendo assim, ela está em uma espécie de movimento de queda perpétuo e nunca atingirá a superfície terrestre. O valor de sua velocidade é suficientemente grande para que ela permaneça em órbita acompanhando a curvatura da Terra.
A Terra gira muito devagar para que sua rotação seja visível, mas com capturas de vídeo de agências espaciais, ou mesmo técnicas de fotografia, podemos ver isso.