REAÇÕES ADVERSAS A boa tolerância permite o uso prolongado de betaistina. Entretanto, foram reportadas reações adversas, sendo as mais freqüentes epigastralgia, exacerbação das úlceras pépticas, náusea, e vômito. Raramente, podem ocorrer ainda diarréia, cefaléia e sonolência.
Assim como o Dramin e o Meclin, também sedam o labirinto, gerando redução da tontura. Não atuam no enjoo. São muito bem utilizados nas crises de tontura; no entanto, deve-se tomar cuidado com o uso contínuo pelo risco de ganho de peso, depressão, tremores (semelhantes aos do Parkinson), rigidez e lentidão.
Outras reações adversas que têm sido relatadas com o uso de LABIRIN®: leves problemas de estômago como vômito, dor no estômago e inchaço do estômago (distensão abdominal). Tomar LABIRIN® com alimento ajuda a reduzir esses problemas de estômago.
Esses remédios devem ser usados apenas por um curto período de tempo, não mais do que 72 horas, pois podem interferir no reparo do sistema vestibular, que é responsável pelo equilíbrio e o movimento.
Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. O tratamento com LABIRIN® pode durar meses, de forma contínua ou descontínua. Reações Adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
Quem tem labirintite tem que tomar remédio a vida toda?
Sim, a Labirintite tem cura. A maioria dos pacientes apresenta sintomas leves e melhoram totalmente após alguns dias ou semanas. Uma vez diagnosticada a doença pelo médico, é necessário fazer repouso, tratar os sintomas e seguir a posologia correta dos antibióticos, caso sejam prescritos.
Não há relação entre o uso do medicamento Labirin e ganho de peso. Como dito, os efeitos colaterais observados são geralmente gastrointestinais. O paciente pode apresentar sintomas como dor no estômago, enjoo, mal estar e também dor de cabeça, em alguns casos.
O LABIRIN XR 48MG COM 30 COMPRIMIDOS é indicado para o tratamento de vertigens, tonturas e distúrbios do equilíbrio, incluindo casos de labirintite e vertigem posicional paroxística benigna (VPPB).
A retirada de um benzodiazepínico deve ser feita de forma gradual, ao longo de algumas semanas, para minimizar a emergência de sintomas de abstinência.
O tratamento para Labirintite, que é um quadro viral na maioria dos casos, consiste em repouso, hidratação, alimentação saudável, sono de qualidade e medicamentos para aliviar os sintomas, quando muito intensos.
Qual o melhor remédio para labirintite que não engorda?
Labirin (dicloridrato de betaistina) não engorda. Os principais efeitos colaterais dessa medicação são alterações gastrointestinais, como dor abdominal e enjoo, e dor de cabeça, em alguns pacientes, mas essas reações não são muito comuns.
LABIRIN® contém betaistina, um tipo de medicamento chamado “análogo-histamínico” que age melhorando o fluxo sanguíneo no seu ouvido interno. Diminuindo o acúmulo da pressão. LABIRIN® melhora os sintomas de vertigem (acompanhada de náuseas e vômitos) e zumbido no ouvido.
Geralmente, de acordo com indicação médica, a duração do tratamento com Labirin varia de 2 a 3 meses, podendo o tratamento ser repetido sempre que necessário.
· Dor de cabeça e · Sensação de mal-estar (náusea). Outras reações adversas que têm sido relatadas com o uso de dicloridrato de betaistina: leves problemas de estômago como vômito, dor no estômago e inchaço do estômago (distensão abdominal).
A doença de Ménière é um distúrbio caracterizado por crises recorrentes de vertigem incapacitante (uma sensação falsa de movimento ou giro), náuseas, perda de audição flutuante (nas baixas frequências) e barulho no ouvido (acufeno).
Vitamina C e Potássio: ajudam a reduzir inflamações e regular os fluídos no ouvido interno. Frutas como laranja, banana e kiwi são boas fontes desses nutrientes. Além da dieta, os hábitos diários influenciam diretamente na saúde do sistema vestibular. Alimentar-se a cada 3 horas é fundamental.
Pode ser descrita como uma sensação de oscilação, inclinação, giro ou perda de equilíbrio. Devido à variação de descrições, é comum que a vertigem seja agrupada no termo “tontura”, uma queixa frequente, porém imprecisa, que leva milhões de pessoas anualmente aos serviços de emergência.
Cinetose – Muito comum ser confundido com a labirintite, causa tontura, acompanhada de náusea, palidez e sudorese. A cinetose, chamada também de “doença do movimento” ou do “mal movimento”, ocorre durante passeios de barco, carro, avião, roda gigante, entre outras situações de locomoção sequencial.
O procedimento mais importante para o diagnóstico de labirintite é o exame otoneurológico, um tipo de exame que testa a função do labirinto, responsável pelo equilíbrio e os sistemas envolvidos para o seu bom funcionamento.
A doença costuma aparecer depois dos 40 anos e alguns fatores podem desencadeá-la, como, idade, diminuição ou excesso de açúcar no sangue (hipoglicemia ou diabetes), pressão alta (hipertensão), infecções do ouvido, uso de álcool, fumo, café, certos medicamentos, estresse e ansiedade.
Qual é o antiinflamatório indicado para labirintite?
O tratamento da labirintite também envolve o uso de anti-inflamatórios potentes, no caso, os corticoides, que são administrados por via oral ou venosa, para reduzir as chances de que a inflamação cause danos maiores nas estruturas do ouvido.