Tarsila casou quatro vezes e em 1970, já separada do seu último marido, ficou paralítica devido a uma cirurgia na coluna. Porém, por conta de diabete, perdeu sua única filha. A artista faleceu em janeiro de 1973.
Ao longo da vida, Tarsila, que atraiu olhares por sua beleza e vestuário ousado, teve quatro grandes grandes relacionamentos – reprovados por seus irmãos. Seus pais, no entanto, ficaram do seu lado.
O marido incomodava-se com seu ofício artístico, impunha a Tarsila um comportamento recatado e doméstico. Depois do nascimento da única filha do casal, Dulce, Tarsila decidiu, então, pela separação.
1906: Casou-se com seu primo materno, o médico André Teixeira Pinto; mas André e o conservadorismo da época a impediam de qualquer desenvolvimento artístico, fazendo com que esse primeiro casamento fracassasse rapidamente. Com ele teve sua única filha, a menina Dulce, nascida no mesmo ano do casamento.
Tarsila casou quatro vezes e em 1970, já separada do seu último marido, ficou paralítica devido a uma cirurgia na coluna. Porém, por conta de diabete, perdeu sua única filha. A artista faleceu em janeiro de 1973.
Embora parecessem um casal feliz e apaixonado, Tarsila ficou devastada quando descobriu que Oswald de Andrade a traiu com a poeta e jornalista Patrícia Rehder Galvão, conhecida pelo pseudônimo Pagu.
Em seus últimos anos de vida, Tarsila do Amaral (1886-1973) passou por situações difíceis. Após uma cirurgia malsucedida na coluna, a pintora que sintetizou o modernismo nacional viu-se presa a uma cadeira de rodas. Em seguida, sua única filha, Ana Dulce, morreu em função de uma diabetes severa.
E o perfeito casal do modernismo, Oswald e Tarsila do Amaral, conhecidos como Tarsiwald, deixou de existir quando ele se encantou por outra escritora. O caso que mais surpreendeu Oliveira foi o do homem retratado como um senhor sério, defensor da abolição da escravidão no Brasil, e que também era um jovem galanteador.
Ela perdeu também a neta de uma maneira trágica — a menina era campeã de natação e morreu tentando salvar uma amiga que estava se afogando e acabou afogada também. A filha [Dulce], poucos anos depois, morreu em consequência de diabete, que na época não tinha tratamento como há hoje.
Empolgada com a avaliação, buscou seu dicionário tupi-guarani e traduziu as falas como “aba” e “poru”, ou seja, “homem que come”, formando, assim, o nome Abaporu.
1973: Ícone da arte moderna brasileira, Tarsila do Amaral morre aos 86 anos. A pintora Tarsila do Amaral morreu aos 83 anos na madrugada de quarta-feira (17) no hospital Beneficência Portuguesa, e o sepultamento foi feito à tarde no cemitério da Consolação, em São Paulo.
Em 2005, seu espólio passou a ser administrado pelos sobrinhos-netos Tarsila do Amaral, conhecida como Tarsilinha, de 59 anos, Paulo do Amaral Montenegro, de 66 anos, Luís Paulo do Amaral, de 57 anos, e Heitor do Amaral, de 65 anos.
Parte de uma família rica, dona da Fazenda São Bernardo, Tarsila teve acesso a uma excelente educação – aprendeu francês desde a infância, por exemplo, o que lhe foi útil durante sua estadia na Europa. Em 1901, aos 16 anos, Tarsila pinta seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”.
A herdeira e sobrinha-neta de Tarsila do Amaral, que possui o mesmo nome que a pintora, mas é conhecida mundialmente como Tarsilinha, deve R$ 200 mil para a Prefeitura de São Paulo, segundo o site dos devedores do município. A dívida é resultado de uma multa decorrente de uma condenação por corrupção em 2019.
Ao voltar para o Brasil, aos 20 anos, Tarsila casou-se com o médico André Teixeira Pinto, seu primeiro marido, com quem teve sua única filha Dulce Pinto. Foi nessa época que sua vida artística começou a se desenvolver, e esta foi uma das causas da separação do casal, logo depois o nascimento de Dulce.
Porém, se não houver herdeiro necessário, então a herança passa aos herdeiros facultativos: irmãos, sobrinhos e primos. Foi o que aconteceu com os bens deixados pela pintora Tarsila do Amaral. Na ausência de herdeiros necessários, seus bens passaram aos seus irmãos, e depois, aos filhos destes, sucessivamente.
Além disso, Tarsila sofreu com a dificuldade em se inserir no ambiente artístico predominantemente masculino e dificuldades em seu casamento com Oswald de Andrade que a traiu.
O conjunto foi passado para a Fazenda do Estado de São Paulo por conta das dívidas do poeta. Oswald se apaixonou pela estudante Patrícia Galvão, a Pagu, e Tarsila pediu a separação. No ano seguinte, a pintora passou a trabalhar na Pinacoteca do Estado, mas foi demitida após o golpe de Getúlio Vargas em Júlio Prestes.
Hoje 56 pessoas têm direito à herança de Tarsila, todos descendentes de seus irmãos, já que a única filha que a pintora teve morreu antes dela. A receita gerada pelas obras que Tarsila deixou era gerenciada por uma empresa criada no fim dos anos 2000.
O relacionamento de Tarsila do Amaral com o poeta e polemista Oswald de Andrade é talvez o mais célebre e influente em sua vida. Ambos se encontraram no coração do movimento modernista brasileiro e casaram-se em 1926, após colaborarem na Semana de Arte Moderna de 1922.