Quando associado a outros, em frases neutras, o pronome “eu” deverá ser o primeiro, pois ele vai condicionar a pessoa do verbo. A primeira pessoa (eu), associada a outras pessoas (tu, ele, etc.) vai exigir que o verbo vá para a primeira pessoa do plural (nós).
Ambas as possibilidades estão corretas. A escolha de uma ou outra posição está dependente de regras de cortesia ou de outra natureza. A colocação do pronome eu em último lugar pode ficar a dever-se a uma regra de cortesia, que procura evitar uma atitude de imodéstia: (1) «A Maria, a Rita e eu fizemos este trabalho.»
Como dissemos, também é interessante que você confira algumas regras de uso do “eu” antes para tornar a diferença mais clara. De maneira simples, podemos dizer que o “eu” só poderia ser usado na frase que estamos analisando se ele fosse o sujeito da ação.
Quando associado a outros, em frases neutras, o pronome “eu” deverá ser o primeiro, pois ele vai condicionar a pessoa do verbo. A primeira pessoa (eu), associada a outras pessoas (tu, ele, etc.)
Agora por uma questão de delicadeza: quem pronunciar em primeiro lugar o pronome eu, põe mais em evidência a sua própria pessoa; quem proferir em primeiro lugar ela, põe mais em evidência a outra pessoa. Pode surgir determinada situação em que, por cavalheirismo, seja conveniente falar deste modo: «Ela e eu…».
“Para eu“ deve ser usado quando se assume a função de sujeito e sempre antes de verbos. Já “para mim”, deve ser utilizado quando se assume função de objeto indireto, geralmente no final da frase.
Qual a diferença? Na primeira, o verbo ir está conjugado no presente (algo que está acontecendo); na segunda, no futuro do presente (algo que acontecerá). Porém, ambas as frases dizem a mesma coisa: "vamos encaminhar" ou "iremos encaminhar" indica algo que será executado.
Segundo o padrão de nossa língua escrita, nunca se inicia frase com os pronomes pessoais: me, te, se, lhe(s), o(s), a(s), nos e vos. A frase deve ser começada pelo verbo, com o pronome em ênclise (depois do verbo): Enviei-lhe um recado por e-mail. Diga-me sempre a verdade.
Antes de respondermos a essa questão, lembre-se de que a conjugação do primeiro verbo é “fui eu”. Não existe a forma “foi eu”, pois o verbo tem que necessariamente concordar com o sujeito (no caso, “eu”).
Regra: Use "eu" quando o pronome é o sujeito da oração, ou quando realiza a ação do verbo. Mim é um pronome pessoal do caso oblíquo, usado como complemento da oração, ou seja, quando recebe a ação do verbo. Função: Objeto. Regra: Use "mim" quando o pronome é o complemento do verbo, nunca como sujeito.
O “tu” deve ser usado sempre que o locutor tiver intenção de tornar o texto ou diálogo dotado de maior formalidade. Enfim, sempre que a situação exigir um tratamento mais respeitoso ou sem intimidade, deve ser usado o “tu”.
Qual é o certo: ir para algum lugar ou ir a algum lugar? O brasileiro estudioso do português dirá: “ambas as formas estão corretas, porém com sentidos levemente distintos”. “Ir para algum lugar” dá ideia de permanência longa ou definitiva; “Ir a algum lugar” dá ideia de permanência curta.
A construção correta é a gente vai. A palavra gente designa «um conjunto de pessoas», mas é um nome singular. Por isso, o verbo deve estar na terceira pessoa do singular: – A gente vai sair logo à noite?
No entanto, existe a expressão «por mim», que conjuga «no meu caso» com «quanto a mim» no contexto de uma tomada de decisão: «Vai então ao cinema, que eu, por mim, fico em casa»; «por mim, não me importo».
Fazer, quando exprime tempo, é impessoal, ou seja, não tem sujeito. Portanto, deve-se manter na terceira pessoa do singular: Faz dois anos que nos conhecemos; Ontem fez quinze dias que aconteceu o acidente.
Se é a representação numérica de soma ou “dias”, então é plural. Assim também ocorre com as horas: São cinco horas da tarde. O verbo ser (são) concorda com o predicativo (cinco).
e na 3. pessoa do singular do futuro do subjuntivo, é igual ao infinitivo do verbo vir. Assim, o correto é dizer “quando eu vir”, ou seja, quando eu “olhar”, “enxergar”, “notar”. Da mesma forma, não se deve jamais dizer “quando/se você ver”, e sim “quando/se você vir”.
De qualquer modo, o correto pela norma padrão é “eles o elogiam, eu o vi (ou: eu vi você), não a conheço, espero convencê-lo”, e não “eu lhe vi, não lhe conheço, espero lhe convencer”. Além disso, parece que O/A se refere apenas a ele/ela, e LHE a você, até pela semelhança com TE.
A palavra “entre” é uma preposição, usada para indicar situação ou espaço em meio ou dentro de. Observe: “O segredo foi compartilhado apenas entre nós dois.” Veja que a preposição “entre” passa a noção de limite, situação em meio a algo ou alguém — no caso, o segredo apenas entre duas pessoas.