Asfixia ou tosse súbita e forte que interfere na respiração, que pode acordar o paciente, é uma manifestação mais grave do refluxo. Tosse seca, garganta limpa, alterações na voz e até falta de ar com chiado no peito, semelhante à asma, podem ser causadas pelo refluxo.
O principal sintoma de DRGE no sistema respiratório é a tosse ou pigarro persistente. Também podem ocorrer falta de ar, chiado no peito e expectoração de acordo com o tipo de complicação pulmonar que a DRGE provocar. Sintoma relativamente comum é o despertar durante o noite como se estivesse sufocado ou asfixiado.
– azia ou queimação que se origina na boca do estômago, mas pode atingir a garganta; – dor torácica intensa, que pode ser confundida com a dor da angina e do infarto do miocárdio; – tosse seca; – doenças pulmonares de repetição, como pneumonias, bronquites e asma.
Quais são os sintomas do refluxo de ar na garganta?
O refluxo laringofaríngeo ocorre quando o conteúdo ácido do estômago sobe para a faringe e laringe, causando sintomas como rouquidão, pigarro, dor de garganta, tosse e sensação de globus.
A maioria dos pacientes com o problema apresentam um aumento na intensidade dos sintomas enquanto dormem, ou quando tentam dormir, pois é nesse momento que o ácido gátrico reflui até a garganta e a laringe, e o indivíduo acorda com muita tosse e com sensação de sufocamento.
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O que acontece se o refluxo for para o pulmão?
Nos casos mais graves, especialmente em indivíduos idosos ou com dificuldades na deglutição, o refluxo pode levar à aspiração de pequenas quantidades de conteúdo gástrico para os pulmões. Isso pode resultar em pneumonia aspirativa, uma infecção pulmonar que pode ser grave e de difícil tratamento.
Sinais e Sintomas: Conforme a gravidade da asfixia, podem ir desde um estado de agitação, lividez, dilatação das pupilas (olhos), respiração ruidosa e tosse, a um estado de inconsciência com paragem respiratória e cianose da face e extremidades (tonalidade azulada). A situação é grave e deve-se intervir rapidamente!
RACIONAL: A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é muito frequente na população e os exames empregados para o seu diagnóstico são a endoscopia digestiva alta, exames radiológicos contrastados, a cintilografia com tecnécio99m Tc, a manometria e a phmetria de 24 h.
O que fazer quando a garganta fechar e não consegue respirar?
É importante procurar o atendimento médico de urgência ou um pronto socorro sempre que a sensação de garganta fechada for acompanhada de sintomas, como dificuldade para respirar, inchaço nos lábios, língua e/ou olhos, coceira e vermelhidão na pele, ou palidez, por exemplo.
O estresse, a ansiedade e outras condições emocionais podem afetar diretamente o sistema digestivo, desencadeando sintomas desconfortáveis e até crises de refluxo.
Quem sofre com o problema costuma acordar com um gosto amargo na boca. Vale comentar que, caso você tenha o hábito de dormir com a boca aberta, pode apresentar esse sintoma também.
tomar chá de mel e limão para ajudar a eliminar a secreção da garganta; respirar fundo e engolir com força ou fazer gargarejos sempre que sentir vontade de 'limpar a garganta' ou pigarrear; evitar se deitar logo depois de comer para evitar o pigarro decorrente de refluxo.
Evitar beber líquidos durante as refeições; Evitar comer de 2 a 3 horas antes de se deitar; Evitar deitar ou fazer exercícios logo após as refeições; Beber chá de camomila, pois ele atua acalmando o intestino e o estômago.
Quando o refluxo é considerado grave? O refluxo é uma doença que abala a qualidade de vida. A dor, azia e desconforto podem ser consideráveis e o sono pode ser prejudicado pela tosse apneia. A presença de doenças pulmonares, como asma e pneumonias aspirativas, tornam o quadro ainda mais grave e preocupante.
Definição e sintomas de dispneia: Falta de ar, ou dispneia, é a dificuldade para respirar, podendo surgir até em repouso e se intensificar com esforços físicos. Sintomas comuns incluem tosse, dor torácica, palpitações, podendo ocorrer até agitação, confusão e redução do nível de consciência, em casos mais graves.
Respiração lenta e profunda: busque fazer respirações lentas e profundas para ajudar a oxigenar o corpo. Inspire profundamente pelo nariz e expire lentamente pela boca. Umidificação: use um umidificador no ambiente para aumentar a umidade do ar, o que pode aliviar a irritação das vias respiratórias.
Sprays nasais e broncodilatadores são exemplos de remédios que ajudam a combater o sintoma. Eles devem ser usados sob prescrição médica. De preferência, acompanhados por medicações de controle da doença que provoca falta de ar – a exemplo de antialérgicos, anti-inflamatórios e antibióticos.
Vale destacar que a parte mais estreita da região da glote é aquela entre as duas cordas vocais. Quando há inchaço (edema) dessa região, ocorre uma redução no calibre da passagem de ar causando a sensação de falta de ar, tosse irritativa e rouquidão.
Os sintomas mais frequentes são dispnéia (falta de ar) e estridor ou cornagem (sons de timbre grave à respiração). A estenose maior que 50% tem um risco importante de morte, pois uma rolha de catarro, mesmo pequena, pode obstruir completamente a traquéia na altura do estreitamento, impedindo a respiração.
Queimação, ânsia e dor na região do estômago são alguns dos sintomas comumente relatados por pessoas que sofrem com o refluxo gastroesofágico. A condição, que passa a ser considerada doença quando ocorre mais de uma vez por semana, pode provocar mais do que um simples mal-estar.
A endoscopia pode reconhecer alterações como candidíase do esôfago (“sapinho”), herpes, e até mesmo infecções mais raras como tuberculose ou outras bactérias e vírus – Figura 7. As biópsias feitas na endoscopia podem confirmar o diagnóstico e possibilitar o tratamento adequado para cada situação.
Os sintomas mais frequentemente relacionados ao refluxo laringofaríngeo são: dor de garganta, sensação de globus faríngeo, pigarro, disfonia, tosse seca e crises de laringoespasmo(5,8,9,10,11,12,13,14), sendo que uma parcela considerável destes sintomas está associada à voz(4,6,15,16,17,18).
Pessoas que sentem falta de ar durante repouso, dor torácica, palpitações, redução do nível de consciência, agitação ou confusão, dificuldades para aspirar ou expirar o ar dos pulmões, devem procurar um hospital imediatamente.
A falta de ar normalmente pode ser controlada com medicação, técnicas respiratórias, exercícios e em algumas vezes com oxigênio suplementar (extra). O primeiro passo para o controle é encontrar o que está causando o problema.
A sensação de sufocamento e falta de ar é um sintoma físico de ansiedade, e esta é intensificada quando você tenta respirar e não consegue, formando, dessa forma, um ciclo. É importante que você procure um psicólogo ou um psiquiatra para que possa te ajudar a lidar com os problemas que geram ansiedade em você.