Hoje, os “publicanos” podem ser encontrados em diversos contextos. Eles podem ser os moradores de rua, os dependentes químicos, os presidiários, as prostitutas ou qualquer pessoa que a sociedade considere indigna ou desprezível.
Eram pessoas desprezadas pelo povo porque muitos eram corruptos e avarentos. Os publicanos cobravam impostos dos seus compatriotas para manter o império romano. E os impostos do império eram muito pesados e, muitas vezes, cobravam até mais, enriquecendo-se à custa da miséria do povo, não muito diferente de hoje.
Confiante em sua religiosidade, o fariseu nada pede a Deus e, assim, nada recebe. Por outro lado, os publicanos eram os desprezados judeus que colaboraram com o Império Romano. Por serem conhecidos por recolher os impostos e taxas, eles são geralmente descritos como "coletores de impostos".
Os publicanos, ou publicani, que em grego tinham o nome de telonai, eram pessoas contratadas pelo Estado Romano para recolherem os impostos, sendo os contratos celebrados de cinco em cinco anos.
Os fariseus do século XXI. Se, como ensina Jesus, os fariseus são aqueles que abandonaram “o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens”, nossa época está cheia deles.
Os fariseus acreditavam na ressurreição e na Lei Oral, enquanto os saduceus rejeitavam a Lei Oral e não acreditavam em ressurreição nem em anjos. 4. Os fariseus ainda existem? O movimento farisaico original não existe mais, mas seus ensinamentos foram incorporados ao judaísmo rabínico, que é a base do judaísmo moderno.
Os escribas são homens impuros, incapazes de fazerem dom de si mesmos a Deus e ao próximo. Atualmente esta profissão não é denominada como nos tempos antigos, mas não podemos garantir que suas características ainda continuam a se revelar nos grandes templos, em frente a potentes câmeras e aquecidos grupos sociais.
Mamon é um termo, derivado da Bíblia, usado para descrever riqueza material ou cobiça, na maioria das vezes, mas nem sempre, personificado como uma divindade. A própria palavra é uma transliteração da palavra hebraica "Mamom" (מָמוֹן), que significa literalmente "dinheiro".
Os publicanos ou cobradores de imposto eram os coletores de tributos e taxas destinados ao Império Romano. Por essa razão, eram odiados pelo povo. Costumava-se dizer: “Só os publicanos são ladrões”. Podemos afirmar sem medo de errar que na época de Jesus a profissão de publicano era a pior.
Publicano era o coletor de impostos nas províncias do Império Romano. Chamado de Mateus, que representa Jesus chamando o publicano Mateus Levi para ser um de seus apóstolos. 1623.
Em suma, ele era um fariseu. Para os fariseus, o fato de Cristo aceitar os excluídos era um comprometimento imperdoável com o pecado; eles não o viam pelo que realmente era: uma expressão da compaixão divina pelos pecadores.
Os cobradores de impostos, também conhecidos como “publicanos”, eram considerados inimigos dos judeus e pecadores porque estavam a serviço do Império Romano, colaborando na opressão e exploração do povo.
São Mateus era pecador, um cobrador de impostos, deixou tudo e seguiu Jesus, tornando-se um dos Doze Apóstolos. Os evangelistas Lucas e Marcos também o chamam de Levi, o nome dado pelo seus pais – ele mudou o nome como uma forma, típica da época, de indicar a mudança de vida.
Quem é Mammon? Mammon é o Maioral, filho de Lúcifer e de Lilith, o Daimon Senhor do Dinheiro e de todas as Riquezas. Mammon vem abrir todos os caminhos na sua vida, atrair a sorte e a clientela para os negócios e para afastar da sua vida todos os obstáculos e todos os seus inimigos.
Na demonologia cristã, ele é um dos sete príncipes do inferno e a personificação do segundo pecado, a gula, tal como era visto na Idade Média. No Dictionnaire Infernal, é descrito como o "Príncipe dos Demônios, Senhor das Moscas e da Pestilência, Mestre da Ordem".
Contudo, como Mamon não pode ser Deus, ele é considerado como um ídolo ou um falso deus. Ele é alguém que disputa a afeição e a dedicação que devem ser exclusivas ao Deus único e verdadeiro. Assim, diante de Deus e de Mamon, é necessário decidir a quem servir.
É no seu reinado, por volta do ano 7 ou 6 a.C., alguns anos antes da morte do Rei Herodes, o Grande (4 a.C.) e durante o governo do imperador romano Augusto, que ocorre nascimento de Jesus de Nazaré (MEIER, 1992). Durante a vida de Jesus, a Palestina foi governada, principalmente, pela Dinastia Herodiana.
Ele foi considerado o “novo Salomão”. Caifás, como sumo sacerdote, comandava o Sinédrio na época de Jesus. Ele pertencia ao grupo político dos Saduceus. O Sinédrio era a Suprema Corte que interpretava e aplicava as leis judaicas.
A Torá ou Bíblia Hebraica corresponde aos cinco primeiros livros do Pentateuco – Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio -, e constitui também a primeira grande parte da Bíblia Cristã, ou Antigo Testamento.
Moisés é considerado o primeiro escriba; Esdras, o grande mestre e legista do período persa tem o apelido de O Escriba e com ele começam os copistas do Talmud, importantíssimos na história judaica; por meio deles a Torá, antes monopólio dos sacerdotes, se tornou propriedade do povo.