Mito. Não existe tratamento específico para eliminar a infecção viral e a pessoa infectada será sempre um vetor da doença. Em geral, a maioria das infecções por HPV são controladas pelo sistema imunológico do indivíduo e eliminadas naturalmente pelo organismo, mas algumas persistem podendo se tornar tumores malignos.
Quem pega HPV sempre irá transmitir? A maior parte das pessoas infectadas com HPV elimina o vírus após 9 ou 18 meses e, assim, para de passá-lo adiante.
O vírus HPV é altamente contagioso e a contaminação pode se dar a partir de uma única exposição ao vírus por meio do contato direto com uma pele ou mucosa infectada. A principal via de contágio é a sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital.
HPV: É POSSÍVEL TRANSMITIR OU CONTRAIR A DOENÇA SEM LESÃO OU VERRUGA? | DESCUBRA AGORA!
É possível meu parceiro ter HPV e eu não?
Não necessariamente, mas a infecção por HPV geralmente afeta a ambos os parceiros dentro de alguns meses. Se houver sinais de HPV, isto é, verrugas genitais ou outras lesões em diferentes partes do corpo, vocês devem procurar assistência de um profissional de saúde.
O HPV reage de formas diferentes em cada organismo. O vírus pode "desaparecer" espontaneamente em algumas pessoas, enquanto em outras podem necessitar de tratamentos recorrentes. É importante ressaltar que isso não se dá, necessariamente, por algum tipo diferente do vírus.
Não se sabe por quanto tempo o HPV pode permanecer latente e quais são os fatores responsáveis pelo desenvolvimento de lesões. As manifestações da infecção podem só ocorrer meses ou até anos depois do contato. Por esse motivo não é possível determinar se o contágio foi recente ou antigo.
A infecção pelo HPV é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). A transmissão do HPV se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma de transmissão é pela via sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital.
Você pode ter o vírus guardado no seu organismo (em fase latente) e desenvolver lesões anos depois, quando estiver com o seu atual namorado. Ainda, pode até ser que ele tenha de fato te transmitido o HPV, mas, pelo mesmo motivo, pode ter sido contaminado anos antes de vocês terem se conhecido.
Existem exames que utilizam técnicas de diagnóstico molecular, como a captura híbrida e a PCR, que mostram a presença ou ausência do DNA do HPV. São técnicas muito sensíveis e, quando negativos, quase asseguram a inexistência do HPV.
Se uma paciente está em tratamento para uma lesão de alto grau, a recomendação é o uso de preservativos durante o tratamento para evitar a recontaminação.
A principal forma é pela via sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. Assim sendo, o contágio com o HPV pode ocorrer mesmo na ausência de penetração vaginal ou anal. Também pode haver transmissão durante o parto.
Há casos em que o próprio sistema imune dá conta de eliminar o HPV, mas quando isso não acontece, o vírus pode causar mutações nas células e, a longo prazo, a infecção pode evoluir para um câncer.
Afinal, o vírus é transmitido por contato íntimo da pele ou de mucosas com a região infectada, ou seja, se houver contato íntimo mesmo sem ter relação pode ocorrer a transmissão.
Fato: a transmissão do HPV acontece geralmente por meio de relações sexuais sem proteção, mas também pode ocorrer pelo contato com a pele ou mucosas infectadas.
HPV de alto risco: tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58 e 59, que são capazes de ocasionar câncer; HPV de baixo risco: tipos 6 e 11, capazes de causar verrugas genitais, ânus, boca e garganta.
O HPV é mais transmissível quando há lesões visíveis, como as verrugas genitais/ condilomas, lesões subclínicas (como as neoplasias intraepiteliais – NIC, NIVA, NIV) ou pesquisa de HPV positivo mesmo sem a presença de lesões.
Muito pelo contrário: quem tem HPV precisa usar camisinha sim, e a camisinha é importantíssima para quem tem HPV e principalmente para quem não tem parceiro fixo. Isso porque a camisinha protege contra outras infecções sexualmente transmissíveis, como a clamídia e a gonorreia.
HPV tem cura definitiva? Na grande maioria dos casos, o nosso sistema imune elimina o vírus. No entanto, algumas pessoas podem ter uma infecção persistente por um subtipo viral específico e, com isso, surgirem lesões verrucosas, em sua maioria benignas e geradas por subtipos de baixo risco como HPV 6 e 11.
Mesmo após o tratamento, há possibilidade de a pessoa voltar a desenvolver novas verrugas do HPV. Por isso, é indicado que sejam adotadas ações que melhorem a imunidade, como ter hábitos saudáveis (por exemplo, ter uma boa alimentação e não fumar), evitar o estresse e, se possível, se vacinar contra o HPV.
Não está comprovada a possibilidade de contaminação por meio de objetos. O beijo ainda é algo bastante discutido, uma vez que não é muito frequente a presen- ça de HPV na mucosa oral, porque na saliva existem substâncias protetoras. O vírus se instala principalmente na base da língua ou nas amígdalas.