O direito canônico estabelece: “Quem vai receber a santíssima Eucaristia, abstenha-se, pelo espaço de ao menos uma hora antes da sagrada comunhão, de qualquer comida ou bebida, exceto água ou remédios”. No entanto, os idosos, os doentes e seus cuidadores estão isentos do jejum eucarístico.
A Igreja nos ensina que não podemos comungar em pecado mortal sem antes nos confessarmos. Pecado mortal é aquele que é grave, normalmente contra um dos Dez Mandamentos de Deus: matar, roubar, adulterar, prostituir, blasfemar, prejudicar os outros, ódio etc. É algo que nos deixa incomodados.
§1858 – A matéria grave é precisada pelos Dez Mandamentos segundo a resposta de Jesus ao jovem rico: “Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes ninguém, honra teu pai e tua mãe” (Mc 10,19).
Aquele que tem consciência de haver cometido um pecado mortal, não deve receber a sagrada Comunhão, mesmo que tenha uma grande contrição, sem ter previamente recebido a absolvição sacramental (51); a não ser que tenha um motivo grave para comungar e não lhe seja possível encontrar-se com um confessor (52).
Quem está consciente de um pecado grave não deve comungar sem antes fazer a confissão sacramental. De acordo com a Igreja Católica, não se deve comungar em pecado mortal sem antes se confessar. 𝐂𝐨𝐦𝐮𝐧𝐠𝐚𝐫 𝐞𝐦 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐦𝐨𝐫𝐭𝐚𝐥 é, 𝐞𝐦 𝐬𝐢, 𝐮𝐦 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐦𝐨𝐫𝐭𝐚𝐥.
A Familiaris Consortio é uma exortação apostólica do Papa João Paulo II, de 22 de novembro de 1981, que diz: “os divorciados em segunda união são cristãos como todos os demais, mas não podem participar da comunhão eucarística. Ou, sendo mais preciso, diz que, sim, podem comungar, caso vivam como irmãos.
No Novo Testamento, Paulo relaciona dezessete pecados mortais: “Adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias.” Há os pecados contra a fé (incredulidade de Deus e heresia), contra a ...
"Primeiramente, deve-se dizer que para recebê-la, deve ser durante a celebração da Eucaristia, a não ser que seja por motivos graves", como é o caso de uma pessoa doente, explicou Padre Sam. Como segundo ponto, o sacerdote disse que, "para receber a Eucaristia, devo estar confessado e não ter cometido pecados graves”.
Os pecados eram: Orgulho, Avareza, Luxúria, Inveja, Gula, Ira, Preguiça, Heresia e Mentira. Os Sete pecados capitais aparecem no Purgatório: Orgulho, Inveja, Ira, Preguiça, Avareza, Gula e Luxúria. Depois do Purgatório, Dante segue para o Paraíso.
Mas a verdade é que quem comunga em pecado mortal “come e bebe a sua própria condenação”. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do Corpo e do Sangue do Senhor.
De uma certa forma, o único pecado que não tem perdão é aquele “contra o Espírito Santo”, quer dizer, quando existe a decisão de rejeitar totalmente e para sempre o perdão de Deus; é o que se chama de impenitência final, a recusa da salvação oferecida pelo Espírito Santo.
Nem tampouco confessar-se validamente! Pois, para receber a absolvição sacramental, deve estar arrependido de todos os seus pecados mortais e estar firmemente disposto a não mais cometê-los.
O que a Bíblia nos ensina é que qualquer pecado que não tenha sido confessado e do qual não tenhamos nos arrependido pode nos impedir de participar da Santa Ceia de maneira digna. Isso inclui pecados como orgulho, inveja, raiva, falta de perdão, imoralidade sexual, entre outros.
Por que as pessoas amasiadas não podem comungar? Casais amasiados, ou seja, que moram juntos e não possuem o vínculo oficializado pelo Sacramento do Matrimônio, possuem dúvidas sobre não poderem participar do banquete do Senhor, a comunhão.
A regra de São João Batista afirma que as mulheres não devem receber a comunhão durante a menstruação, pois não se deve tocar os santos dons em estado de impureza.
Não se confessar e ir comungar sempre é complicado. Pode esconder a presunção de ser imune do pecado. E a experiência do pecado faz parte de nossa condição humana. Comungar sempre sem buscar a purificação pela Confissão pode também esconder uma falta de consciência da importância do sacramento da Penitência.
Para a Igreja Católica, um casamento só é válido quando realizado de forma religiosa. No entanto, para casar na Igreja Católica, é exigido que o casal tenha se casado também no civil. Mas, para a fé, apenas o casamento civil não é suficiente, ele é válido perante a lei dos homens, mas não perante a lei de Deus.