Robert Oppenheimer, o BAS criou este relógio em 1947 para alertar sobre as ameaças existenciais criadas pelo ser humano. A “meia-noite” representa uma catástrofe global, e a contagem regressiva simboliza a urgência de tomar medidas para evitar essa calamidade.
Origem. O relógio foi criado em 1947, durante a Guerra Fria, como forma de alertar sobre o quão próximo a humanidade estaria da aniquilação total por um grupo de cientistas formado por Albert Einstein e outros acadêmicos - e um conselho de patrocinadores, no qual há 11 ganhadores do Prêmio Nobel.
Desde 1947, cientistas atualizam o chamado “Relógio do Juízo Final”, que tenta avaliar o quão perto a humanidade está da destruição total. Ele foi criado pelo Bulletin of Atomic Scientists, que reunia especialistas que ajudaram a construir a primeira bomba atômica do mundo.
Uma década depois, em 2020, o relógio estava a 100 segundos da meia-noite, devido ao aumento das tensões internacionais, à pandemia de coronavírus e às mudanças climáticas. Mais cinco anos para frente, hoje o relógio está a 89 segundos.
O Juízo Final, realizado por Jesus no último dia, com a separação de eleitos e condenados, conforme narra o evangelho de Mateus foi associado ao Apocalipse. O texto de Mt 25,34.34 diz: “Vinde, benditos de meu Pai, recebei por herança o Reino preparado para vós desde a fundação do mundo”.
Acabar, o mundo vai mesmo, seja por uma catástrofe cósmica daqui a 7 bilhões de anos, seja por má conservação dos atuais locatários dessa bola azul – nós. Veja as possibilidades mais prováveis – e as mais exdrúxulas. Desde que o mundo é mundo, vira e mexe ele acaba. Pior: o planeta tem data para morrer.
O que significa 89 segundos do Relógio do Juízo Final?
Os 89 segundos para o fim do mundo, obviamente, não são literais – são uma analogia que visa conscientizar a humanidade. A proposta é simples (mas assustadora): a meia-noite simboliza o momento de uma catástrofe global, e quanto mais perto os ponteiros estão dela, maior é a ameaça para a humanidade.
Relógio do Juízo Final segue próximo do fim do mundo, mas não acelera em 2024. O grupo de cientistas nucleares Bulletin of the Atomic Scientists atualizou o Relógio do Juízo Final (“doomsday clock”, em inglês) nesta terça-feira (23) e manteve a marca de 90 segundos para a meia-noite, a mesma de 2023.
Desde dezembro do ano passado, este laboratório no interior de São Paulo passou a fazer parte da rede coordenada pela BIPM (sigla para Bureau International des Poids et Mesures), agência internacional que controla a hora oficial do planeta a partir da medição feita por relógios atômicos localizados em 59 países.
O Relógio do Juízo Final, que simboliza o quanto a humanidade está perto da destruição, avançou um segundo, chegando a 89 segundos para a meia-noite, o mais próximo que já esteve.
Seus estudos serviram de base para a invenção do relógio de pêndulo em 1656, por Christiaan Huygens, em 1656, na cidade de Haia, na Holanda. Apenas um ano depois diversos artesãos holandeses iniciaram a fabricação da invenção, que se difundiu rapidamente por todo o mundo.
O Relógio do Juízo Final, metáfora que simboliza o quão próxima está a humanidade de seu fim, teve seu tempo ajustado na terça-feira (28) para 89 segundos antes da meia-noite — o ponto teórico da aniquilação. Nos últimos dois anos, o relógio marcou 90 segundos para a meia-noite.
- O cientista britânico Isaac Newton, descobridor da lei da gravidade, previu que o fim do mundo chegará em 2060, segundo uma exposição inaugurada hoje na Universidade Hebraica de Jerusalém.
A boa notícia é que essa conta ainda reserva um tempo considerável: o colapso só se iniciará em 1,5 bilhão de anos e vai demorar cerca de 7,5 bilhões de anos para a “morte” do Astro-Rei.
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O Relógio do Juízo Final, um símbolo icônico mantido pelo Boletim dos Cientistas Atômicos (BAS, na sigla em inglês), foi ajustado este ano para 89 segundos para a meia-noite, o mais próximo que já esteve do apocalipse. Fundado em 1945 por cientistas que trabalharam no Projeto Manhattan, como Albert Einstein e J.
O ano de 2026 tem sido apontado como um possível momento de colapso global, segundo um estudo de 1960 liderado pelo físico Heinz von Foerster. No entanto, essa não é a primeira vez que o fim do mundo é anunciado. Ao longo dos séculos, diversas profecias e teorias apocalípticas surgiram.