De acordo com Eves (2011), em 1617, o matemático Escocês, John Napier, criou uma técnica de multiplicação, conhecida como “barras de Napier” ou “ossos de Napier”. Eram tão amplas as dificuldades experimentadas na multiplicação de números grandes que se buscaram métodos mecânicos para levar a cabo o processo.
Passados quase 30 anos, em 1671, o filósofo e matemático alemão Gottfried Wilhelm Von Leibniz desenvolveu um mecanismo capaz de realizar as quatro operações, adição, subtração, multiplicação e divisão: a chamada “roda graduada”.
Na divisão, a representação a/b foi criada pelos árabes, já a utilização do símbolo ( : ) foi feita apenas em 1657 pelo inglês William Oughtred. E o sinal mais conhecido (÷) foi desenvolvido a partir da junção da barra ( / ) dos árabes e os dois pontos ( : ) de Oughtred.
A Tabuada surgiu na Grécia antiga onde eram usadas tábuas de pedra ou argila para realizar cálculos e transações comerciais de formas mais rápidas. A tabuada como conhecemos hoje foi criada pelo filósofo e matemático grego Pitágoras.
O símbolo de adição (+) parece ter sido usado pela primeira vez pelo francês Nicole d'Oresme (1323–1382) no texto “Razões de Algoritmos”, manuscrito em latim entre 1356 e 1361. Originalmente, era abreviatura da palavra “et” (“e” em latim) mas não sabemos se foi introduzida pelo próprio Oresme ou por algum copista.
Primeiramente, surgiu o de soma (+), criado em 1360, pelo francês Nicole de Oresme, para substituir a palavra “et”, que em latim significa “e”. Um século depois, em 1489, o alemão Johannes Widmann usou pela primeira vez este símbolo em uma publicação e ainda criou um sinal para a subtração (-).
O matemático Luca Pacioli (1445-1517) foi uma dos principais nomes do humanismo renascentista, tendo transitado tranquilamente entre os reinos secular e espiritual.
A primeira calculadora científica, a máquina diferencial foi inventada pelo inglês Charles Babbage, que apresentou um pequeno protótipo dela em 1822. O objetivo de Babbage era que a sua máquina calculasse não só operações aritméticas como também tabelas de funções polinomias.
Dizendo: Certamente, abençoando te abençoarei, e multiplicando te multiplicarei. Quando os ímpios se multiplicam, multiplicam-se as transgressões, mas os justos verão a sua queda. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Misericórdia, e paz, e amor vos sejam multiplicados.
Cinco pães e dois peixes. Ícone copta. Este milagre também é conhecido como "milagre dos cinco pães e dois peixes", dado que João reporta que cinco pequenos pães de cevada e dois peixinhos, fornecidos por um garoto, foram utilizados por Jesus para alimentar a multidão.
“E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos; E todos comeram, e ficaram fartos. E levantaram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe.
A multiplicação é uma das quatro operações básicas da Matemática. Em uma multiplicação, os elementos multiplicados são os fatores e o resultado é o produto. Se um dos fatores é um número natural, a multiplicação descreve adições sucessivas. Os principais símbolos para representar a operação de multiplicação são ⋅ e x.
Luca Bartolomeo de Pacioli (Sansepolcro, 1445 — Sansepolcro, 19 de junho de 1517) foi um frade franciscano e célebre matemático italiano. É considerado o pai da contabilidade moderna por conta de seu pioneirismo no método das partidas dobradas.
Diofanto de Alexandria (em grego clássico: Διόφαντος ᾿Αλεξανδρεύς; nascido entre 201 e 214 — falecido entre 284 e 298) foi um matemático grego. É considerado por muitos como "o pai da álgebra". Este autor desempenha um papel semelhante ao que Euclides (360-295 a.C.) tem na Geometria e Ptolomeu (85–165) na Astronomia.
Portanto, a soma dos termos da sequência 1, 2, 3, …, 98, 99, 100 vale 50 x 101, isto é , 5050. Agora chegou a hora do/a professor/a oferecer aos estudantes a oportunidade de exercitar o conteúdo apresentado.
Matemático, astrónomo e físico alemão, criador da geometria diferencial, conhecido como o "Príncipe dos Matemáticos", a ele se devem importantíssimos estudos de matemática, física, geometria e astronomia.