Deucalião, segundo a mitologia grega, foi um filho de Prometeu e Clímene (ou de Prometeu e Pronoea). Era casado com Pirra. Quando a fúria de Zeus foi lançada contra a húbris dos pelasgos, Zeus decidiu pôr um fim à idade do bronze com o dilúvio.
Clímene se casou o titã Jápeto, e eles foram os pais de Atlas, Epimeteu e Prometeu. Atlas teve várias filhas, dentre as quais as sete plêiades, e Epimeteu e Prometeu foram os pais, respectivamente, de Pirra e Deucalião, o casal sobrevivente do Dilúvio.
Prometeu era filho do titã Jápeto, e irmão do desventurado Atlas. Na impetuosa e violenta família dos titãs, Prometeu era o mais ponderado. Quando teve início a rebelião dos olímpicos, ele logo havia percebido para que lado as coisas estavam se inclinando.
Desde então, acontece que os humanos só enxergam os defeitos dos outros e não reparam nas suas próprias imperfeições. Esta fábula poderia adequar-se à pessoa que faz intriga, ignorando os seus próprios assuntos e ocupando-se com os assuntos que não lhe dizem respeito.
Prometeu aconselhou o irmão que não aceitasse a esposa enviada por Zeus, entretanto, Epimeteu estava encantado por Pandora. O casal teve filhos, mas ela não resistiu e abriu a caixa que ganhou de Zeus, concretizando a vingança dos deuses contra Prometeu.
Tinha chegado a hora de Zeus castigar Prometeu, mandando Hefesto e os seus servos Crato ("o poder") e Bia ("a violência") acorrentar o gigante a um despenhadeiro do Monte Cáucaso. Mandou depois uma águia devorar-lhe o fígado, que, por ser imortal, se regenerava continuamente, causando-lhe um grande sofrimento.
Com pena dos homens, Prometeu roubou o fogo do Olimpo e o devolveu a eles, que agora eram livres para cuidar da sobrevivência. Quando soube da traição, Zeus ficou furioso e decidiu se vingar. A vingança contra os homens faz parte de uma outra história, a da caixa de Pandora, que fica para um outro dia.
Roubou o fogo dos deuses. O fato é que o domínio do lume era fundamental para garantir uma melhor qualidade de vida aos nossos ancestrais. Assim, Zeus, o soberano do Olimpo, puniu Prometeu acorrentando-o ao Cáucaso. E dia após dia, uma águia bicava o seu fígado.
De acordo à Teogonia de Hesíodo, o pai de Prometeu foi Jápeto, sua mãe foi Clímenes (ou Thémis em outras versões) e seus irmãos foram os também titãs Epimeteu (lerdo de pensamento), Menoécio e Atlas.
Foi o que aconteceu com Prometeu, que roubou o fogo dos deuses e o deu aos homens, a fim de garantir a superioridade humana sobre os outros animais. Como castigo, Zeus o condenou: ele seria acorrentado no alto do monte Cáucaso, onde, todos os dias, um corvo dilaceraria um pedaço do seu fígado.
Na mitologia, Caeneus era uma mulher chamada Ceneu, cuja beleza chama a atenção de Poseidon. Após ele a estuprar, a jovem fica traumatizada e pede para Poseidon a transformá-la em um homem para que não sofresse mais a violência.
Na antiga religião grega, Dionísio é considerado o deus dos ciclos vitais, festas, atividades relacionadas ao prazer material, insanidade, ritos religiosos, teatro e do vinho – pois tinha conhecimento no preparo e, principalmente, intoxicação. Além disso, tinha o poder de criar outras drogas poderosas.
Prometeu representa também um símbolo da luta pela civilização e a cultura, pois diz a lenda que, com o fogo, ele outorgou também à humanidade, as artes e as ciências. A aventura da busca do conhecimento, a matéria-prima da liberdade, imprimiu na mente humana, desde os tempos antigos, um claro sentido de tragédia.
Claramente, a Bíblia registra como Deus prometeu, originalmente, a Terra de Canaã para Abraão e seus descendentes naturais, através de Isaque e Jacó (Gênesis 13.15, 15.17-21, 17.5-8, 28.13, 35.12; Salmo 105.8-12).
Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.
Prometeu era um dos titãs, uma raça gigantesca, que habitou a terra antes do homem. Ele e seu irmão Epimeteu foram incumbidos de fazer o homem e assegurar-lhe, e aos outros animais, todas as faculdades necessárias à sua preservação. Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu de examiná-la, depois de pronta.
Sísifo foi castigado pelos deuses por desafiar a ordem cósmica ao enganar a Morte e Hades, rompendo o equilíbrio entre vida e morte. Sua punição eterna no Tártaro reflete a lição moral da mitologia grega sobre a inevitabilidade das consequências de transgressões divinas.
Os gregos consideravam Zeus o deus supremo e comandante do Universo. Era o deus dos céus, do raio e do trovão. Era considerado pai dos homens e dos deuses. Resgatou seus irmãos, devorados por seu próprio pai, Cronos.
Pandora (em grego clássico: Πανδώρα, "a que tudo dá", "a que possui tudo", "a que tudo tira"), na mitologia grega, foi a primeira mulher, criada por Hefesto e Atena a pedido de Zeus com o fim de agradar aos homens.
Ele, por “ver sempre depois”, agiu de forma precipitada e ficou encantado com a bela Pandora. Ela chegou trazendo uma caixa (não era necessariamente uma caixa, mas um jarro) fechada, um presente de casamento para Epimeteu. Epimeteu pediu para Pandora não abrir caixa, mas, tomada pela curiosidade, não resistiu.